Museu da Imagem Braga





O Museu da Imagem é um museu de Braga, Portugal, dedicado à fotografia.

Foi inaugurado em 25 de Abril de 1999, e está instalado no Campo das Hortas, junto ao Arco da Porta Nova. O imóvel é constituí­do por um edifí­cio do século XIX e uma torre do século XIV da antiga muralha medieval. Os dois imóveis sofreram profundas obras de restauro com projecto da autoria do Arquitecto Sérgio Borges.

É tutelado pela Divisão da Cultura do Municí­pio de Braga, e a ideia da sua criação resultou da dinâmica suscitada pelos Encontros da Imagem, o maior e mais antigo festival de fotografia do paí­s.

O Museu da Imagem é um espaço cultural dedicado exclusivamente à fotografia. Produzir e exibir regularmente trabalhos fotográficos é o seu objecto, que associa à recuperação de um vasto espólio herdado de algumas das mais antigas e importantes casas de fotografia, designadamente a "Foto Aliança" e a Casa Pelicano

Instalado numa torre medieval, bem junto de um dos ex-libris da cidade de Braga (Arco da Porta Nova), o Museu da Imagem é tutelado pelo Pelouro da Cultura do Município de Braga (Portugal).



Castelo de Braga





O Castelo de Braga localizava-se na freguesia de São João do Souto, cidade e concelho de Braga, distrito de mesmo nome, em Portugal.

Cidade com mais de dois mil anos de história, importante centro administrativo - civil e religioso -, as suas defesas, atravessaram diversas fases construtivas.

A torre de menagem é o mais importante elemento remanescente do antigo castelo mandado construir por D. Dinis. Com cerca de 30 metros de altura (e um interior de três pisos), impõe-se, ainda hoje, na malha urbana da cidade, apesar da extrema proximidade de muitos edifícios posteriores. A sua construção revela um projecto claramente gótico, com ameias e matacães nos vértices, uma janela geminada no topo, bem como as pedras de armas de D. Dinis.



S de Braga





A Sé de Braga localiza-se na freguesia da Sé, cidade e concelho de Braga, distrito de mesmo nome, em Portugal.

Constitui-se na sede do bispado fundado, segundo a tradição, por São Tiago Maior que aqui terá deixado como primeiro bispo o seu discí­pulo, São Pedro de Rates. Devido a essa origem apostólica é considerada como Sacrossanta Basí­lica Primacial da Pení­nsula Ibérica, e o seu Arcebispo, Primaz das Espanhas. Possui liturgia própria, a liturgia bracarense.

Considerada como um centro de irradiação episcopal e um dos mais importantes templos do românico no paí­s, aqui encontram-se os túmulos de Henrique de Borgonha, conde de Portugal e sua esposa, Teresa de Leão, pais de D. Afonso Henriques.

As colecções do Tesouro-Museu da Sé de Braga testemunham, no seu conjunto, mais de XV séculos da história da Arte e da vida da Igreja em Braga.

Detém um valioso acervo constituído pelas colecções de Ourivesaria, Escultura, Pintura, Têxtil, Mobiliário, Cerâmica, assim como, todo um conjunto de objectos ligados ao culto católico.

A Exposição Permanente, Raízes de Eternidade. Jesus Cristo – Uma Igreja, consagrada à arte sacra, permite, através dos diferentes núcleos, revisitar a vida de Jesus Cristo e a história da Igreja em Braga. Esta é contada tomando como referência alguns arcebispos, desde o século V até ao século XX. A narração é complementada com os núcleos dedicados à paramentaria e ourivesaria.



Museu Regional de Arqueologia Dom Diogo de Sousa Braga





O Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa é um museu de arqueologia localizado em Braga, Portugal. Criado em 1918 e revitalizado em 1980, o Museu D. Diogo de Sousa é um museu de arqueologia, aberto ao público desde Junho de 2007 num edifício construído de raiz. As suas coleções são fundamentalmente constituídas por espólio resultante da investigação arqueológica que tem vindo a ser realizada na região Norte, em especial na cidade de Braga. O seu acervo abrange um vasto período cronológico e cultural, compreendido entre o Paleolítico e a Idade Média. A exposição permanente está organizada em torno de quatro grandes núcleos. O primeiro abarca o Paleolítico, Mesolítico, Neolítico, Calcolítico, Idade do Bronze e a Idade do Ferro. Sob o ponto de vista geográfico, a área de proveniência destas coleções abarca a região do Minho. Nas outras salas, as coleções provêm de Bracara Augusta e do território em seu redor. 



Termas romanas de Maximinos Braga





As Termas romanas de Maximinos, também referidas como Alto da Cividade e Colina dos Maximinos, localizam-se na freguesia de Cividade, concelho de Braga, distrito de mesmo nome, em Portugal.

Na colina do Alto da Cividade, no interior de uma ampla área arqueológica protegida, situam-se as únicas termas públicas romanas, conhecidas em Braga, classificadas como Monumento Nacional desde 1986.

A Câmara Municipal de Braga com apoio financeiro do Ministério da Cultura e conjuntamente com a Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho e o Museu D. Diogo de Sousa, procederam à musealização dos vestígios arqueológicos e à requalificação do espaço envolvente, que abriu ao público em Novembro de 2004.

Na sequência do surgimento dos primeiros vestígios, em 1977, deu-se início a um conjunto de intervenções arqueológicas desenvolvidas pela Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho, apontando-se o século II, como a data provável para a construção das Termas.

Em 1999, quando se procedia à definição do limite da Palaestra das Termas, descobre-se um teatro anexo, um monumento de grande valor patrimonial.

O espaço possui acessibilidades para pessoas com mobilidade condicionada e condições de visita para invisuais.



Tesouro-Museu da S de Braga





O Tesouro-Museu da Sé de Braga localiza-se numa das dependências da catedral da cidade de Braga, em Portugal.

O Tesouro-Museu da Sé de Braga situa-se no centro histórico da cidade de Braga. Está inserido no conjunto monumental da Catedral de Braga, mais concretamente, na antiga casa do Cabido, uma construção do século XVIII. O seu acervo é constituído por peças de arte sacra de inestimável valor, recolhidas ao longo de mil anos de vida cristã dinamizada a partir da Catedral. O Tesouro-Museu da Sé de Braga, fundado em 1930, é um lugar cheio de história onde se guardam notáveis tesouros. Tem algumas das peças mais relevantes para contar a História do país, mesmo quando ainda não éramos nação.Por entre as peças mais emblemáticas contam-se: o túmulo Paleo-Cristão (séc. V-VI), o Cofre de Marfim (1004-1008), ou Cálice e a Patena de S. Geraldo (séc. XI).   Mas, também outras, como a Mitra e as Luvas do Arcebispo D. Gonçalo Pereira (1326-1348), a escultura da Virgem do Leite (1515), e o Órgão Portátil (1685), atraem a atenção dos visitantes.   Algumas serão autênticas descobertas, como os sapatos litúrgicos do Arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles (1704-1728), ou o asterisco, peça muito original, mas com uma função muito prática: não permitir que a hóstia consagrada esvoaçasse.

Museu Municipal Berta Cabral de Vila Flor





O Museu Municipal Dr.u00aa Berta Cabral é um museu de Vila Flor, Portugal, fundado em 1957.

O espólio do museu e constituí­do por colecções de pintura, arqueologia, etnografia, artesanato africano, arte sacra, numismática e medalhí­stica. Entre outras, possui pinturas de Manuel António de Moura.

O museu foi fundado por Raúl de Sá Correia, antigo Secretário da Câmara Municipal de Vila Flor (e Director do Museu até à sua morte em 1993), com a colaboração de Francisco de Sobral Pastor.

O museu foi fundado em Setembro de 1957 e transferido para a antiga Domus Municipalis vilaflorense, em Maio de 1958, reconvertida a Centro Cultural (incluindo à data a Biblioteca Belmiro de Matos), com a comparticipação estatal e o donativo de Eduardo Dário da Costa Cabral.

O museu está instalado no antigo Solar dos Aguilares e antigos Paços do Concelho, o edifí­cio do século XIII, construí­do em granito, é armoriado com as Armas Reais na fachada principal, a Flor de Liz (sí­mbolo da Vila), e as armas dos Aguilares (duas águias) na fachada poente.

Antigo Solar dos Aguilares (primeiros donatários de Vila Flor) e antigo Paços do Concelho, o edifício do séc.XII/XIII, é armoriado com as Armas Reais na fachada principal, a Flor de Liz, (símbolo da Vila), e as armas dos Aguilares (duas águias) na fachada poente. Ali funcionaram também o talho municipal, a repartição das finanças, o Posto da Guarda e a Biblioteca Municipal.

Possui cerca de 3000 peças, ofertas de filhos e amigos desta terra, oriundas na sua esmagadora maioria deste Concelho. É constituído por colecções de pintura, arqueologia, etnografia, artesanato africano, arte sacra, numismática e medalhística



Palcio dos Biscainhos Museu dos Biscainhos





O Palácio dos Biscainhos localiza-se na freguesia da Sé, cidade e concelho de Braga, distrito de mesmo nome, em Portugal.

O Museu dos Biscainhos está instalado no Palácio dos Biscainhos – habitação dos condes de Bertiandos – fundado no século XVII e transformado na 1ª metade do século XVIII. Em 1978 foi convertido em Museu. O palácio, os jardins barrocos e as suas coleções, revelam o quotidiano da nobreza setecentista e dos outros habitantes do espaço: capelães, criados e escravos.   A exposição permanente permite o conhecimento contextualizado de coleções de artes decorativas (mobiliário, ourivesaria, cerâmica, vidros, têxteis, metais, etc), instrumentos musicais, meios de transporte, gravura, escultura/talha, azulejaria e pintura, entre o século XVII e o primeiro quartel do século XIX.

Museu Nogueira da Silva





O Museu Nogueira da Silvaestá localizado em Braga, Portugal Este é um espaço que, se ainda não o visitou, certamente desconhece que, para além do edifício que alberga o Museu e dá vida à montra da galeria, se escondem um dos jardins mais exclusivos da cidade de Braga.

Em 1976, a Universidade do Minho recebeu uma importante doação que incluiu, além da casa e jardim, um significativo conjunto de obras de pintura, escultura, mobiliário, ourivesaria, vidros, tapeçaria, tecidos e porcelanas doados por António Nogueira da Silva. Alguns anos mais tarde abriu, na casa que fora a sua, o Museu que perpetua o nome deste empresário colecionador.

O Museu tem vindo a diversificar a sua atividade: uma pequena equipa cuida da manutenção da casa e jardim; dá a conhecer aos visitantes a coleção permanente; anima um serviço educativo destinado a criar nos mais novos o gosto e o respeito pela beleza criativa; disponibiliza e divulga o acervo da Fototeca e da Biblioteca de História de Arte; promove ciclos de conferências e debates orientados para o entendimento da arte; acolhe e promove concertos de várias expressões musicais; assegura a programação da Galeria, espaço dedicado à divulgação da Arte Contemporânea, que tem dado a conhecer o trabalho de numerosos artistas nacionais e internacionais.



Museu dos Cordofones Braga





O Museu dos Cordofones pertence ao artesão Domingos Machado, situa-se em Tebosa, Braga, foi inaugurado a 22 de setembro de 1995. É um museu de referência em Portugal sobre os cordofones, e pela história uma homenagem ao próprio artesão.

O Museu de Cordofones de Domingos Machado, foi inaugurado a 22 de Setembro de 1995. O museu está instalado numa casa de aspecto agradável, edificada em pedra recentemente, em Tebosa, face à estrada Nacional.

É um Museu particular, que pertence a Domingos Machado. O seu proprietário não beneficiou de qualquer apoio, subsídio ou contributo.

No primeiro andar do edifício, estão expostas várias colecções de instrumentos de corda: cavaquinhos, violas clássicas, guitarras, bajos, banjolins, bandolins e violas típicas. O visitante pode visualizar , as alfaias utilizadas na sua confecção, e as várias etapas da construção de um cavaquinho. Podemos ainda encontrar muita documentação sobre a sua obra, bibliografia, algumas obras de arte (quase tudo oferta de amigos), objectos vários, e fotos.

Domingos Machado, é considerado o mais célebre português no fabrico de instrumentos de corda tradicionais.

O visitante pode ainda visitar a oficina do Artesão. Uma grande mesa de trabalho, gasta pelo tempo e os adereços próprios do ofício: moldes que darão forma às violas, guitarras, cavaquinhos e outros instrumentos; álcool, colas, vernizes, et



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