Departamento de Matemtica da Faculdade de Cincias de Coimbra





edifício do Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologia manterá, globalmente, os seus serviços pedagógicos, administrativos e outros, conservando a actual organização funcional e programática. Inserido no ambicioso plano para a renovação do espaço físico universitário, o Departamento de Matemática foi dotado de novas instalações, dispostas numa planta em “T”. Abandonado o projecto inicial, que visava reunir num único complexo os departamentos de Matemática, Física e Química, Lucínio Guia da Cruz delineou o edifício. A construção iniciou-se em 1964.

Obedecendo aos cânones estilísticos adoptados pela Comissão Administrativa da Cidade Universitária de Coimbra, o edifício do Departamento de Matemática apresenta uma concepção arquitectónica inspirada num suave classicismo monumentalizante.

O portal da fachada principal foi ornamentado com os baixos-relevos esculpidos por Gustavo Bastos, evocando “A Matemática como Ciência da Natureza”, do lado esquerdo, e “A Matemática como Ciência do Pensamento”, no direito.



Conmbriga em Coimbra





Coní­mbriga é uma povoação estabelecida desde a Idade do Cobre que foi um importante centro durante o Império Romano e que continuou habitada até pelo menos o século IX. É um dos maiores sí­tios arqueológicos dos que há vestí­gios em Portugal. Está classificada como Monumento Nacional, tendo sido palco de escavações desde o século XIX.

Localiza-se a dezassete quilómetros de Coimbra, na freguesia de Condeixa-a-Velha, a dois quilómetros de Condeixa-a-Nova. A estação inclui o Museu Monográfico de Coní­mbriga, onde estão expostos muitos dos artefactos encontrados nas escavações arqueológicas.

 

 



Colegio Santa Rita em Coimbra





O Colégio de Santa Rita, cuja construção teve início em 1755, está organizado em torno de um pátio, com três pisos em altura.  As áreas habitacionais estavam concentradas no andar nobre, no flanco poente do edifício. Contíguo à cozinha, localizada a norte e com larga chaminé, o refeitório assumia uma configuração ampla e rectangular, com púlpito na parede nascente, elemento frequente nas edificações dos monges Agostinhos.

A entrada mais nobre de todo o conjunto, orientada a sul, permitia aceder directamente à antiga capela através de um portal setecentista. A antiga capela colegial foi entretanto transformada em ampla sala de atendimento dos vários serviços académicos. Merece destaque uma escadaria interior, de grande aparato e ornamentada com painéis azulejares rococós.

O edifício, alvo de algumas transformações estruturais internas na primeira metade do século XIX, aquando da sua transformação em residência particular, foi no século XX profundamente modificado.

 

imprensa da universidade em Coimbra





Nascido da Reforma Pombalina imprensa da universidade em Coimbra, em 1773, o edifício da Imprensa ocupava originalmente uma vasta área, ainda hoje perceptível. Nascido da Reforma Pombalina, em 1773, o edifício da Imprensa ocupava originalmente uma vasta área, ainda hoje perceptível. As obras de maior volume iriam concentrar-se na área claustral da Sé e no novo edifício, de dois andares, com pequeno pátio, virado para a via pública.



Mosteiro de So Marcos de Coimbra





O Mosteiro de São Marcos de Coimbra (séc. XV - ), atual Palácio de São Marcos, foi um convento masculino pertencente à Ordem e Congregação de São Jerónimo. Situa-se perto de Tentúgal, na quinta de São Marcos, freguesia de São Silvestre do Campo, concelho e diocese de Coimbra.

A caminho da Figueira da Foz vamos encontrar uma verdadeira jóia escondida na freguesia de São Silvestre. Jóia esta que se pode igualar a muitos outros edifícios de grande porte por aí espalhados nas cidades.

Atualmente está designado como Palácio de São Marcos, mas na verdade este edifício inicialmente foi edificado no século XV como Mosteiro de São Marcos, convento masculino pertencente à Ordem e Congregação de São Jerónimo.

Habitado por Monges desde 1451. A Igreja contém um notável exemplar de arte tumular em Portugal dos Séculos XV e XVI; Túmulos de Fernão Teles de Menezes, da autoria de Diogo Pires-o-Velho de 1481; Capela-Mor Manuelina de Diogo de Castilho, construída entre 1522/1523; Retábulo Renascentista de Nicolau de Chanterenne; Túmulo de João da Silva, da autoria de João Ruão; Túmulo de Aires da Silva e de João da Silva, do escultor Manuelino Diogo Pires-o-Moço; capela dos Reis Magos, data de 1547, obra prima do maneirismo Coimbrão; O Panteão dos Silvas em São Marcos, permite observar esculturas góticas, renascentistas e maneiristas

Criado no século XV, o mosteiro foi extinto no século XIX, passando para a mão de privados. O conjunto de edifí­cios foi alvo de extensas obras de renovação e ampliação entre os séculos XV e XX. Adaptado durante algum tempo, de 1954 a 1976, como residência palaciana dos duques de Bragança, S. Marcos encontra-se presentemente sob a tutela da Universidade de Coimbra. Devido à sua excepcional riqueza patrimonial, a igreja está classificada como Monumento Nacional.



Arquivo Universitrio da cidade de Coimbra





O actual edifício do Arquivo da Univercidade de Comibra, de forte feição classicista, está dividido em duas secções distintas. O actual edifício do Arquivo, de forte feição classicista, está dividido em duas secções distintas. A principal é composta por quatro pisos e está destinada à administração, aos serviços de consulta e atendimento ao público, através das salas de Leitura, de Catálogo e de Conferências e Exposições temporárias. A segunda secção, composta por seis pisos, funciona como depósito das várias espécies documentais, livros e pergaminhos.

Segundo os cálculos realizados em 1944, e como se viria a verificar, o edifício fora delineado para receber documentação durante um período de 50 anos.



Mosteiro de Santa Cruz Coimbra





O Mosteiro de Santa Cruz localiza-se na freguesia de Santa Cruz, na cidade, concelho e distrito de Coimbra, em Portugal. Foi fundado em 1131 pela Ordem dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho , com o apoio de D. Afonso Henriques e de D. Sancho I, que nele se encontram sepultados. A qualidade das intervenções artí­sticas no mosteiro, particularmente na época manuelina, fazem deste um dos principais monumentos históricos e artí­sticos do paí­s.

Espaço cuja história particular se cruza com a história do país, o Mosteiro de Santa Cruz foi fundado no reinado de D. Afonso Henriques por um grupo de doze Cónegos Regrantes de Santo Agostinho.Esta comunidade monacal foi, efectivamente, a mais importante casa monástica dos reinados da primeira dinastia e marcou um período fundamental na formação da identidade de Portugal, contribuindo para a afirmação política de Coimbra durante a fundação do reino.



Real Colgio das Artes de Coimbra





A construção do Colégio teve início em 1568.  A construção do Colégio teve início em 1568. Concentra-se em torno de um pátio quadrangular ornamentado com colunas dóricas, as originais, no piso inferior. No segundo piso, verifica-se a utilização dos novos materiais construtivos da sua última grande reforma, nos inícios do século XX, as elegantes colunas de ferro fundido.

O edifício colegial, devido às diversas ocupações de que foi alvo e às inúmeras funções que desempenhou, perdeu a sua fisionomia arquitectónica original, conservando, contudo, algumas das estruturas arquitectónicas das antigas salas de aulas, nomeadamente as colunas de suporte de arcos e das coberturas, de abóbadas de arestas.

Dos dois espaços de culto existentes no edifício colegial, apenas se conservou a pequena capela, localizada no flanco nascente do primeiro piso. A campanha de obras realizada nos inícios do século XX, ao altear as estruturas arquitectónicas, absorveu as áreas da capela mas conservou, com ligeiras alterações, o átrio e a sacristia.



Colgio So Bento de Coimbra





O programa arquitectónico inicial Colégio São Bento de Coimbra, imbuído numa forte estética maneirista, materializou um volume rectangular, com amplo pátio e fachadas exteriores seccionadas em três panos horizontais nos quais se abrem fileiras de janelas simétricas. No topo, o entablamento é coroado com fogaréus, setecentistas, assentes em plintos, correspondentes a cada uma das pilastras existentes.

A partir da década de 1940 começaram a ser delineadas sucessivas campanhas de beneficiação no amplo complexo colegial, severamente adulterado pelos muitos ocupantes que albergou desde 1836, para receber condignamente os vários serviços e institutos universitários. Entre as principais obras destacam-se o arranjo do pátio principal e a beneficiação e uniformização de salas, corredores, átrios e escadas, nos quais foram aplicados revestimentos azulejares reproduzidos a partir de originais seiscentistas.



Turismo em Portugal

Explora restaurantes museus hoteis e muito mais em Portugal