Ponte de Ponte de Lima ex-libris de Ponte de Lima





A Ponte de Ponte de Lima, também referida como Ponte Velha, localiza-se sobre o rio Lima, na freguesia de Ponte de Lima, na vila de mesmo nome, distrito de Viana do Castelo, em Portugal.

O ex-libris de Ponte de Lima, que conjuntamente com o rio que banha a vila, deu o nome à localidade, é a sua ponte. Na realidade, é um conjunto formado por duas pontes: um troço medieval, de maior dimensão, que tem início na margem esquerda e se estende até à Igreja de Santo António da Torre Velha e a passa ainda em dois arcos.

Depois, o troço que resta da ponte romana. São apenas cinco arcos a partir do grande arco que está em leito seco. Se descer verá também os alicerces da Torre Velha, talvez a primeira do sistema defensivo medieval. 



Castelo de Lindoso





O Castelo de Lindoso localiza-se, na freguesia e lugar de Lindoso, concelho de Ponte da Barca, distrito de Viana do Castelo, em Portugal.

Sobranceiro a terras de Espanha, em posição dominante na serra Amarela, sobre a margem esquerda do rio Lima, este castelo foi erguido de raiz, na Idade Média, com a função de vigia, defesa e marco de soberania da fronteira. Embora não tenha estado envolvido em grandes batalhas ou episódios de história militar, é considerado como um dos mais importantes monumentos militares portugueses, pelas novidades técnicas e arquitetônicas que ensaiou, à época, no paí­s.

O Castelo de Lindoso é um dos mais importantes monumentos militares portugueses, pela sua localização estratégica (tutelar sobre o curso do rio Lima junto à fronteira com Espanha, numa linha interior entre as serras da Peneda e do Gerês), mas também pelas novidades técnicas e estilísticas que a sua construção introduziu no panorama da arquitectura militar portuguesa medieval.

Apesar de ainda se discutir as suas origens, não restam grandes dúvidas de que a fortaleza medieval que se conservou até aos nossos dias é obra do reinado de D. Afonso III, uma vez que ela não aparece referida nas Inquirições de 1220 e, pelo contrário, é nomeada nas de 1258 (ALMEIDA, 1987, p.124). Paralelamente, a sua porta principal, de arco quebrado e virada à vila, ostenta a eixo o escudo do monarca, elemento propagandístico por excelência, mas também indicador claro do patrocínio e do marco histórico que a gerou.

Como fundação nova de um rei que pretendia afirmar-se (o primeiro a ocupar o trono português não por via filial directa) e que havia sido largamente influenciado por realidades políticas estrangeiras, Lindoso é um caso de excepção, uma vez que aqui se iniciaram algumas das mais importantes experiências de técnica e de arquitectura militares, que tanto marcaram as décadas seguintes. Ele encontra-se ainda muito ligado à tradição românica, nomeadamente por não contemplar torres a flanquear os panos de muralha - algo que poderá ter resultado de uma opção deliberada pela rapidez construtiva e pela economia de meios (IDEM, p.124). Mas integra já alguns elementos nitidamente góticos, como o adossamento da torre de menagem a um dos panos (neste caso o do lado oposto à porta principal) e a defesa dos muros por meio de matacães sobre consolas bem salientes (ALMEIDA e BARROCA, 2002, p.82), localizados preferentemente nas esquinas.



Pelourinho de Soajo Arcos de Valdevez





O Pelourinho de Soajo localiza-se no Largo do Eiró, na freguesia do Soajo, vila e concelho de Arcos de Valdevez, distrito de Viana do Castelo, em Portugal.

Monumento Nacional desde 1910, o pelourinho do Soajo é um simples esteio ao alto, colmatado com uma face antropomórfica e um triângulo no topo, a lembrar um chapéu de três bicos. A data da sua edificação é incerta, embora o foral dado à vila por D. Manuel em 1514 possa lançar a sua construção, iniciando a sua funcionalidade de marco jurisdicional.



Igreja de So Fins de Friestas





A Igreja de São Fins de Friestas localiza-se na freguesia de Friestas, concelho de Valença, Portugal. Apesar de bastante alterada pelos restauros da primeira metade do século XX, a igreja de São Fins de Friestas é um dos nossos monumentos românicos mais importantes e um daqueles em que se evidencia, de forma mais clara, a longa duração da influência galega (em particular do estaleiro da Sé de Tui), que, na vertente esquerda do rio Minho, se prolongou mesmo para cá da viragem para o século XIII.

A igreja românica, de uma só nave, data do século XII e fazia parte um mosteiro da Ordem Beneditina (ou segundo o investigador Manuel Luí­s Real dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho).

Apresenta uma cabeceira redonda com os cachorros esculpidos com motivos fitomórficos e zoomórficos em gárgulas.

Está classificada como monumento nacional desde 1910.



Igreja de So Pedro de Rubies em Paredes de Coura paragem obrigatrio para quem faz o Caminho de Santiago





A Igreja de São Pedro de Rubiães localiza-se na freguesia de Rubiães, vila e concelho de Paredes de Coura, distrito de Viana do Castelo, em Portugal.

Está classificada como monumento nacional desde 1913, é um dos pontos de paragem obrigatório para quem faz o Caminho de Santiago e vai acolher o próximo concerto da iniciativa Sente a História.

Em causa está a Igreja Românica de S. Pedro de Rubiães, em Paredes de Coura, que vai ser o palco já este sábado, dia 15 de setembro, às 22h, de um espetáculo protagonizado por um dos mais prestigiados grupos de música de câmara portugueses:



Chafariz do Terreiro Caminha





O Chafariz do Terreiro situa-se em Caminha, Portugal.

Obra renascentista do canteiro portuense João Lopes, o Velho. Situa-se na Praça do Conselheiro Silva Torres, popularmente conhecida por Terreiro, em frente à Torre do Relógio que era a porta principal da antiga cerca medieval de Caminha.

Foi iniciado em 1551, e concluido em 1553; a sua água foi encanada subterraneamente desde uma nascente em Moledo, a cerca de 4km de distância. Está composto de três taças sobrepostas, de tamanhos crescentes, dispostas sobre um eixo vertical. A decoração é uma combinação de elementos geométricos e figuras mitológicas.

Em 1835, depois da Câmara determinar a demolição do pelourinho que existia no largo, o chafariz foi deslocado para permitir o alinhamento das ruas de São João e das Flores, tomando então o nome de chafariz de D. Pedro.

Em 1865, segundo J. Correia, foi aumentado com um gradeamento de protecção. Recentemente sofreu um processo de limpeza, que lhe removeu a patina secular.



Palcio da Brejoeira Ex-libris da regio de Mono





O Palácio da Brejoeira localiza-se na freguesia de Pinheiros, na vila e concelho de Monção, distrito de Viana do Castelo, em Portugal.

A seis quilómetros a sul de Monção, inscreve-se em uma vasta propriedade rural, dividida entre 18 hectares de vinha, oito de bosque e três de jardim. Este sumptuoso palácio constitui-se num expoente das moradias fidalgas no paí­s.

Ex-libris da região de Monção, é uma grandiosa construção em estilo neoclássico, do início do séc. XIX

Casa senhorial, circundada de altos muros, ao gosto da época, com um frondoso parque de essências arbóreas pouco vulgares.É um conjunto notável - palácio, bosque, jardins e vinhas - que seduz e encanta pela harmonia que dele emana.

Para lá dos seus jardins de estilo inglês, cultivam-se com esmero 18 hectares de vinha de casta Alvarinho que D. HERMÍNIA PAES transforma num dos seus emblemáticos vinhos da Sub-Região de Monção. A moderna adega permite produzir vinhos de qualidade, sem abdicar da tipicidade única do vinho PALÁCIO DA BREJOEIRA.



Ponte Romnica de Vilar de Mouros





Caminha é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e sub-região do Minho-Lima, com cerca de 2 500 habitantes. É sede de um município com 136,52 km² de área com cerca de 16 684 habitantes com 14 freguesias 

Construtivamente, a ponte pode considerar-se um protótipo das pontes góticas nacionais. A grande maioria dos autores que a ela se referiram coincide na proximidade estrutural e estilística para com a ponte de Ponte de Lima, ela sim o verdadeiro modelo de ponte gótica seguida no Norte do país, pela sua dimensão e pelo impacto que certamente teve no panorama laboral e económico do Entre-Douro-e-Minho da altura. Na obra de Vilar de Mouros, o esquema seguido é idêntico, com grandes arcos ligeiramente quebrados, intercalados por olhais sobre talhamares prismáticos, que reduzem, consideravelmente, o peso da estrutura



Torre de Lapela Mono





A Torre de Lapela  localiza-se junto ao rio Minho, na freguesia de Lapela, concelho de Monção, distrito de Viana do Castelo, em Portugal.

A Torre de Menagem de Lapela, conhecida como a melhor varanda sobre o rio Minho agora batizada como Núcleo Museológico Torre de Lapela, mantem a sua postura imponente e mostra uma silhueta mais atraente para receber munícipes e visitantes, garantindo um maior contacto com a história do nosso concelho.  Inaugurada no dia 27 de maio de 2016, esta valência turística do concelho de Monção englobou a restauração da torre de menagem, a beneficiação do pavimento envolvente e a valorização dos canastros existentes, proporcionando uma paisagem deslumbrante sobre o rio Minho, casario tradicional de Lapela e margem galega. 



Mosteiro de Ermelo Arcos de Valdevez





O Mosteiro de Ermelo localiza-se na freguesia de Ermelo, na vila e concelho de Arcos de Valdevez, distrito de Viana do Castelo, em Portugal. O antigo mosteiro, provavelmente edificado por D. Teresa, adoptou a ordem cisterciense no final do século XIII, integrando deste modo a área sob influência de Santa Maria de Fiães.

Evoluindo com imensas dificuldades, é transformado em 1441 em igreja paroquial, regressando à ordem 1497. Em 1560 apresentava já um avançado estado de abandono, pelo que é secularizado, sendo os seus rendimentos integrados no colégio de S. Bernardo de Coimbra



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