Museu da gua em Lisboa





O Museu da água localiza-se na freguesia de São Vicente, na cidade, concelho e distrito de Lisboa, em Portugal.

É um museu histórico-cultural mantido pela empresa EPAL, cujo acervo versa sobre a história do abastecimento de água a Lisboa, e está instalado nas dependências da Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos, primeira estação de bombagem a vapor da cidade.

A instituição homenageia Manuel da Maia, engenheiro do século XVIII que projetou o Aqueduto das águas Livres. A excelente disposição do museu fê-lo ganhar o prémio do Conselho da Europa em 1990.

O lugar de honra vai para os bem preservados motores a vapor, um dos quais funciona a electricidade e pode ser ligado para os visitantes. O desenvolvimento da tecnologia é documentado por fotografias.

São particularmente interessantes aquelas dedicadas ao Aqueduto das águas Livres e ao Chafariz de El-Rei do século XVII, em Alfama, onde a população fazia fila em frente de uma de seis bicas, conforme o estatuto social.

A primeira tentativa de musealização do espólio da Companhia das Águas de Lisboa deu-se em 1919, através de uma deliberação da Assembleia-Geral. Foi então criada uma divisão responsável pelos trabalhos de desenho, arquivo, biblioteca e museu, onde esteve implícita a obrigação de organizar e conservar uma variedade de peças com características próprias capazes de construir um espaço expositivo.No final dos anos 30, do século XX, iniciou-se o primeiro processo de inventário com o objectivo de organizar todo um espólio recolhido ao longo de duas décadas.Mais tarde, em 1950, na sequência da demolição das caldeiras da antiga Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos, deu-se um processo de remodelação do edifício onde foi construído um primeiro andar nos corpos sul e central, projectado para acolher o arquivo corrente da empresa e instalações do laboratório da empresa. Em simultâneo, foram dados os primeiros passos para a elaboração de um espaço museológico.



Mosteiro dos Jernimos a melhor escolha de Belm





Mosteiro dos Jerónimos indiscutível ladrão de corações de Belém é este mosteiro da Unesco. O mosteiro é pura fantasia: uma fusão da visão criativa de Diogo de Boitaca e do tempero e pimenta dos monges de Manuel I, que o encomendaram para divulgar a descoberta de uma rota marítima para a Índia, em Vasco da Gama, em 1498.

Entrando na igreja através do portal ocidental, você notará colunas semelhantes a troncos de árvores que parecem crescer no teto, que é em si uma teia de aranha. Janelas lançavam uma suave luz dourada sobre a igreja. A superestrela Vasco da Gama está enterrada na capela-mor, logo à esquerda da entrada, em frente ao venerado poeta do século XVI, Luís Vaz de Camões. Do alto coro, há uma vista soberba da igreja; as fileiras de bancos são as primeiras esculturas em madeira renascentistas de Portugal.



Museu de So Roque ou Museu de Arte Sacra de So Roque em Lisboa





O Museu de São Roque, também chamado de Museu de Arte Sacra de São Roque, está anexado à igreja de São Roque, em Lisboa, e possui uma colecção de arte sacra, do espólio da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

O museu foi inaugurado com uma apresentação pública do acervo artí­stico da Santa Casa, e que teve lugar no ano de 1898, ano em que se comemorava, em Lisboa, a chegada de Vasco da Gama à u00cdndia e o 400.º aniversário da instituição. Nesta ocasião foram apenas apresentadas as alfaias e paramentos do tesouro da Capela de São João Batista, encomendada por D. João V a Roma para a Igreja de São Roque.

Mais tarde, a Santa Casa procede à preparação de uma exposição permanente não só do tesouro da capela, mas também das obras mais relevantes, do património artí­stico da instituição. Para tal, foram escolhidas algumas salas da antiga casa professa da Companhia de Jesus, dependências que, anexas ao templo, eram desde 1783 o local onde se procedia a extracção da Lotaria Nacional. Era este o aspecto do Museu de São Roque na época da sua primeira abertura, em 1905.

Objecto de sucessivas reformas até à década de 1960, em que inicia um processo de remodelação e valorização das suas colecções, do qual resulta a reabertura ao público em 1968.

Desde que foi fundada em 1498, a Misericórdia de Lisboa reuniu um vasto património histórico, artístico e documental, do qual se destacam os acervos do Museu e da Igreja de São Roque, classificada como Monumento Nacional em 1910.O Museu de São Roque é um dos mais importantes símbolos do seu património cultural, possuindo uma invejável coleção de arte sacra portuguesa.



Descubra a cidade com um passeio a p gratuito





Se procura algumas coisas saudáveis para fazer em Lisboa, amarre os seus treinadores para o passeio a pé gratuito , que sai da Praça do Comércio a partir das 10h em inglês e espanhol. Procure os guias em camisetas vermelhas da SANDEMANs NEW Europe, ou um guia com um guarda-chuva vermelho gigante com as palavras “passeio a pé gratuito”. O tour de três horas inclui pontos turísticos como o Bairro Alto, o Grande Terremoto de 1755 e o miradouro de São Pedro de Alcântara, para citar apenas alguns.

Endereço: Praça do Comércio Horário de funcionamento: segunda-feira a domingo várias vezes a partir das 10h, verifique o site para mais detalhes Como lá chegar: Paragem de metro Terreiro do Paço



Museu do Azulejo





É impossível sair de Lisboa sem ser fascinado pelas exibições magistrais de azulejos da cidade ( azulejos) iluminando edifícios e ruas. Uma das tradições mais importantes de Portugal, essas belezas pintadas à mão, mais comuns em adoráveis iterações azuis e brancas, chamam a atenção do Museu Nacional do Azulejo, um convento do século XVI em um local afastado. 

Aqui, pode-se apreciar obras tão complexas como um panorama de Lisboa, abrangendo duas muralhas, que captura a cidade antes do terramoto de 1755. É uma visão rara e bem proporcionada de um passado de Lisboa que até retrata casas e actividades cotidianas como fazer compras no mercado. 

Talvez de forma mais impressionante, revela a estreita relação de Lisboa com o rio Tejo. Há também uma história em quadrinhos, em forma de banda desenhada, de sete painéis, sobre a vida do fabricante de chapéus António Joaquim Carneiro. 

Inspirada em afrescos italianos e com motivos encontrados em Pompéia, é uma instalação rica em detalhes. Talvez auxiliado pelo passado do edifício, vagando por este museu é quase uma experiência espiritual. Realmente, é uma imersão íntima no artesanato venerado de Portugal.



Palcio Nacional da Ajuda Lisboa





O Palácio Nacional da Ajuda ou Paço de Nossa Senhora da Ajuda é um monumento nacional português, situado na freguesia da Ajuda, em Lisboa.

A sua construção teve inicio no fim do século XVIII (1795) para substituir a Real Barraca, Paço Real assim chamado por ser de madeira. O projeto inicial, da autoria de Manuel Caetano de Sousa, sofreu uma alteração profunda com novo projeto em 1802. De inspiração neoclássica, da autoria dos arquitetos Francisco Xavier Fabri e José da Costa e Silva, o Palácio foi habitado com várias interrupções, tendo ficado inacabado. Funcionou como Paço Real com o rei D. Luis I (1833-1889), que aí­ se instalou definitivamente a partir de 1861. No vestí­bulo, merecem destaque as 47 estátuas assinadas por artistas portugueses.

Encerrado com a implantação da República em 1910, o interior do Palácio foi tornado museu, a partir de 1968, apresentando um relevante acervo de mobiliário, ourivesaria, pratas e joalharia.

Entre 2018 e 2020 decorrerão as obras



Museu do Cinema





Criação da Cinemateca Nacional, pela Lei nº 2027, integrada nos serviços do SNI. 1954 Construção dos depósitos de filmes da Cinemateca Nacional com sistema de condicionamento de ar.

1956 Entrada da Cinemateca na Federação Internacional de Arquivos de Filmes (a candidatura tinha sido apresentada dois anos antes).

1958 29 de Setembro: Início da actividade de programação da Cinemateca no Palácio Foz. 30 de Setembro: Abertura da Biblioteca ao público. 1971 Lei 7/71 de 7 de Janeiro, que estabelece a criação do Instituto Português de Cinema e a integração da Cinemateca Nacional no mesmo; transferência dos serviços para a Rua de S. Pedro de Alcântara; os cofres e a sala de cinema mantêm-se no Palácio Foz.

1980 Pelo Decreto-Lei nº 59/80, de 3 de Abril, a Cinemateca Portuguesa (designação que substituía a de Cinemateca Nacional) é dotada de autonomia administrativa e financeira, personalidade jurídica e património próprio. Aquisição do imóvel na Rua Barata Salgueiro para edifício-sede da Cinemateca Portuguesa.

14 de Julho: Início das sessões diárias da Cinemateca, acompanhadas de um texto analítico original. 1 de Agosto: Publicação do decreto regulamentar nº 33/80, dotando a Cinemateca "dos meios e estruturas consentâneos com a missão que lhe está reservada".

Neste decreto é estabelecido que as receitas da Cinemateca correspondem a 20% das receitas orçamentais do IPC, provenientes do imposto adicional sobre espectáculos de cinema. Constituição de um grupo de trabalho proposto pelo IPC e RTP, que integra elementos da Cinemateca, para a criação do Arquivo Nacional das Imagens em Movimento.

27 de Outubro: A UNESCO aprova e publica a "Recomendação de Belgrado", que chama a atenção de todos os governos do mundo para a importância da conservação das imagens em movimento.

1981 Janeiro: Instalação dos serviços e pessoal da Cinemateca no novo edifício. 23 de Abril: Destruição total da sala de cinema, provocada por um incêndio devido à combustão de um rolo de uma cópia com suporte de nitrato de celulose. Setembro: Projecto ANIM é transferido para a esfera de orientação da Cinemateca.

1991 Julho: Reunidos em Lisboa, representantes das principais cinematecas europeias lançam o Projecto LUMIÈRE, integrado no Programa Media da Comunidade Europeia. O projecto, que constitui a primeira iniciativa comunitária de apoio ao património cinematográfico, tem sede em Portugal e decorre até 1995, altura em que é activada a ACCE (Associação das Cinematecas da Comunidade Europeia), hoje ACE (Associação das Cinematecas Europeias).



Palcio Nacional de Belm Lisboa





O Palácio Nacional de Belém, simplesmente conhecido por Palácio de Belém, fica situado em Belém (Praça Afonso de Albuquerque), Lisboa, sendo a residência oficial do Presidente da República Portuguesa.

O Palácio, localizado em Belém, outrora palácio de reis, é hoje monumento nacional e sede da Presidência da República Portuguesa. Chamado "das leoneiras" no século XVIII, parece ter como emblema o leão - símbolo solar que alia a Sabedoria ao Poder. Uma bandeira de cor verde com o escudo nacional - o estandarte presidencial - é hasteada no palácio indicando a presença do Presidente em Belém.

Trata-se de um conjunto arquitetónico e paisagístico onde avulta um edifício central de cinco corpos com frente para o rio Tejo. A um primeiro palacete, para nascente do Pátio das Damas - o Anexo - segue-se, na viragem para a Calçada da Ajuda, outra construção - o Picadeiro Real, hoje Museu dos Coches. Para poente desenvolvem-se os conjuntos do Pátio dos Bichos, do pavilhão da Arrábida e do Jardim da Cascata. Na direção do sul estende-se o Jardim Grande, que termina num mirante cujo gradeamento prolongado para nascente e poente encontra dois pequenos pavilhões, outrora designados "casas de recreação".



Museu de Arte Popular Lisboa





O Museu de Arte Popular localiza-se junto ao rio Tejo, entre o Padrão dos Descobrimentos e a Torre de Belém, na freguesia de Belém, concelho e Distrito de Lisboa, em Portugal.

De 2014 a 2016 as salas de exposição estiveram encerradas, encontrando-se apenas aberta a loja. No dia 14 de dezembro de 2016 foi reaberto com a inauguração da exposição u201cDa Fotografia ao Azulejou201d, sobre a portugalidade no iní­cio do século XX.

Inaugurado em 1948, o Museu de Arte Popular nasceu da reformulação do antigo pavilhão da “Secção da Vida Popular” criado para a Exposição do Mundo Português de 1940, com projeto da autoria dos arquitetos António Reis Camelo e João Simões. Foi concebido de acordo com o programa formulado, em 1946, por António Ferro, então diretor do Secretariado de Propaganda Nacional (SPN) sob a denominação de “Museu do Povo” e organizado de acordo com a divisão administrativa do território nacional da Constituição Portuguesa de 1933. Hoje assume-se como um lugar de encontro e diálogo de diversas áreas disciplinares, um museu-documento, um lugar da Memória que se projeta na contemporaneidade.



Miradouro da Senhora do Monte





Certamente não é tão famoso como, digamos, o Castelo de São Jorge ou o Miradouro das Portas do Sol, mas o Miradouro da Senhora do Monte é um ponto de observação igualmente sonhador. Considerado o poleiro mais alto de Lisboa, este refúgio da Graça, perto de uma parada para o lendário bonde 28, tem uma vista incrível do castelo do outro lado, além da cidade e do rio Tejo. Felizmente, esta bela vista não é prejudicada por multidões enlouquecedoras.



Fazer um passeio de Elctrico 28





Andar no electrico 28 do Martim Moniz para o Campo de Ourique é uma das coisas mais divertidas para se fazer em Lisboa - também é uma ótima maneira de entender a geografia da cidade passando pelos principais pontos de interesse de Lisboa, e para evitar uma subida a pé, o que não faz mal!

Esta é definitivamente uma das principais atracções da cidade velha de Lisboa, e os eléctricos ficam muito cheios ao meio-dia e horas de pico quando os habitantes locais voltam do trabalho. Para evitar as multidões tente e vá antes das 11 horas, ainda mais cedo no verão.



Museu da Eletricidade para visitar em Lisboa





A Central Tejo foi uma central termoelétrica, propriedade das Companhias Reunidas de Gás e Electricidade (CRGE), que abasteceu toda a região de Lisboa de eletricidade. Construída em 1908, o seu período de atividade produtiva está compreendido entre 1909 e 1972, se bem que a partir de 1951 tenha sido utilizada como central de reserva, produzindo apenas para completar a oferta de energia das centrais hídricas.

Em 1975 foi desclassificada, saindo do sistema produtivo. Ao longo do tempo sofreu diversas modificações e ampliações, tendo passado por contínuas fases de construção e alteração dos sistemas produtivos.

Numa nova fase da sua existência, a Central Tejo abriu ao público pela primeira vez em 1990, então como Museu da Electricidade. Após um novo período de obras de restauro dos seus edifícios e equipamentos, reabriu definitivamente em 2006.

A Central Tejo começou por ser uma pequena unidade produtora de energia eléctrica fundacao edp.

Foi construída em 1908 e inaugurada em 1909 em terrenos na zona ribeirinha de Lisboa, no mesmo local onde viria a ser sucessivamente ampliada e reedificada, para chegar a ser, durante mais de três décadas, a maior central elétrica do país, fornecendo eletricidade à cidade de Lisboa, a todo o seu distrito e ao Vale de Santarém. Projetada pelo engenheiro Lucien Neu, a sua construção ficou a cargo da firma Vieillard & Touzet.

A Central foi programada para funcionar por um período de seis anos (1908-1914) até que fossem conseguidos os meios necessários para a construção de uma grande central. Se em 1909 Lisboa contava com 1521 consumidores de eletricidade, uma década depois existam já mais de 13500 consumidores.



Igreja de Santa Luzia (Lisboa)





Igreja de Santa Luzia ou Igreja de Santa Luzia e de São Brás é uma igreja localizada na freguesia de Santiago, em Lisboa, em Portugal. Junto à igreja, encontra-se o miradouro de Santa Luzia. Esta igreja foi construída durante o reinado de D. Afonso 

Igreja implantada sobre a cerca moura, intimamente ligada aos Cavaleiros da Ordem de Malta, cuja origem parece remontar ao séc. XII. Primitivamente, era uma igreja-fortaleza avançada sobre os arrabaldes da zona oriental da cidade. Objecto de várias reedificações, este templo traduzia, após o terramoto de 1755, uma arquitectura chã com uma fachada principal de linhas simples e inspiração clássica, exibindo, na sua fachada lateral virada para o miradouro, dois painéis de azulejos, representando a conquista de Lisboa e a Praça do Comércio antes do terramoto, executados na Fábrica Viúva de Lamego. O interior, de planta em cruz latina e nave única, destaca-se por conservar 10 sepulturas, em forma de lápides ou monumentos funerários, com inscrições em português ou latim, distribuídas pela capela-mor, transepto e nave, as quais estão classificadas como Monumento Nacional.



Parque Melhor escolha de bares no Bairro Alto, Chiado e Cais do Sodr





Se todos os estacionamentos de vários andares fossem assim… Pegue o elevador até o 5º andar e siga em frente até o topo, que foi transformado em um dos bares mais badalados de Lisboa, com vistas deslumbrantes que vão até o Rio Tejo e sobre as torres sineiras da Igreja de Santa Catarina.



S (Catedral) de Lisboa em Alfama





A catedral românica da cidade - a Sé - é facilmente reconhecida por suas torres de sino geminadas, uma característica arquitetônica que empresta ao edifício um caráter militar ímpar.

Fundada em 1150, três anos depois de Rei D. Afonso Henriques recapturar Lisboa dos mouros, ergue-se no local de uma mesquita e fundações romanas anteriores. A catedral original foi gravemente danificada no terremoto de 1755, os tremores chovendo alvenaria em grande parte do interior. É por isso que os visitantes de hoje são recebidos com uma nave bastante simples e sombria, com pouca vantagem do suntuoso embelezamento que os fiéis do século XVIII admirariam. Dito isto, o trabalho de restauração na década de 1930 viu a reconstrução da esplêndida rosácea , uma das mais impressionantes de Portugal.

De particular interesse, no entanto, são as nove capelas incorporadas ao ambulatório, cada uma com uma história para contar - a Capela de Santo Ildefonso , por exemplo, contém os sarcófagos do século 14 de Lopo Fernandes Pacheco e sua esposa, Maria Vilalobos. Pacheco foi companheiro de armas de D. Afonso IV, enterrado com sua esposa, Dona Beatriz, na capela-mor adjacente.

Os talheres da catedral estão alojados no tesouro . Também são exibidos aqui vestes eclesiásticas, estátuas e manuscritos ilustrados. Acredita-se que os restos mortais de São Vicente foram colocados aqui, embora isso, talvez, seja o desejo dos devotos de santo padroeiro de Lisboa.

Um destaque turístico é o claustro gótico , alcançado através da terceira capela do ambulatório. Procure o portão de ferro forjado do século XIII e a fonte onde Santo Antônio, o santo favorito de Lisboa, foi batizado em 1195.

O claustro é um importante sítio arqueológico e as escavações descobriram até agora as fundações de uma casa romana do século VI e edifícios públicos mouros. Curiosamente, os arqueólogos acreditam que existe um túnel subterrâneo que liga a catedral ao Castelo de São Jorge.



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