Universidade de Coimbra - Alta e Sofia





Designa-se por Universidade de Coimbra - Alta e Sofia, o conjunto histórico-cultural classificado como Património Mundial da UNESCO em 2013, albergando 4 freguesias do Centro Histórico de Coimbra (São Bartolomeu, Sé Nova, Sé Velha e Santa Cruz) localizadas na cidade de Coimbra, em Portugal. A Universidade de Coimbra é uma das universidades mais antigas ainda em operação do mundo e a mais antiga de Portugal e dos paí­ses e regiões de lí­ngua portuguesa.

A sua história remonta ao século seguinte ao da própria fundação da nação portuguesa, dado que foi criada em 1290, mais especificamente a 1 de março, quando o Rei D. Dinis I assinou em Leiria o documento Scientiae thesaurus mirabilis, o qual criou a própria universidade e pediu ao Papa a confirmação.

A Alta de Coimbra era onde vivia a nobreza, o clero e mais tarde os estudantes. Hoje é um local privilegiado da cidade, onde se misturam serviços (banca, seguros, comércio), séculos de história, habitação, cultura, espaços verdes e lazer.

A Rua da Sofia (parte integrante da Baixa de Coimbra) é uma famosa e grande rua de Coimbra. Tem elevada concentração de comércio, já que toda a rua é ladeada por diversas lojas, muitas delas de grandes marcas internacionais. Foi construí­da na primeira metade do século XVI e apresenta muitas caracterí­sticas do tempo do Renascimento. É uma rua larga e reta, que conta com 460 metros de comprimento e 13 de largura. A rua começa na Ladeira de Santa Justa e acaba na Praça 8 de Maio. Antigamente localizavam-se nesta rua os colégios universitários.



imprensa da universidade em Coimbra





Nascido da Reforma Pombalina imprensa da universidade em Coimbra, em 1773, o edifício da Imprensa ocupava originalmente uma vasta área, ainda hoje perceptível. Nascido da Reforma Pombalina, em 1773, o edifício da Imprensa ocupava originalmente uma vasta área, ainda hoje perceptível. As obras de maior volume iriam concentrar-se na área claustral da Sé e no novo edifício, de dois andares, com pequeno pátio, virado para a via pública.



Museu Municipal Santos Rocha





O Museu Municipal Santos Rocha está localizado na cidade portuguesa da Figueira da Foz. Situado em pleno coração da cidade, junto ao Parque das Abadias, é vizinho do Centro de Artes e Espectáculos.  

Fundado em 1894 por António dos Santos Rocha, o Museu Municipal atravessou vários períodos, atendendo à ação desenvolvida e aos critérios museológicos que presidiram às suas sucessivas reinstalações em diferentes espaços físicos.Até 1910, sensivelmente, viveu uma fase áurea, estendendo a sua fama além fronteiras. A notável ação de Santos Rocha, os trabalhos da Sociedade Arqueológica da Figueira da Foz e as publicações inseridas no seu Boletim levaram a que o Museu Municipal se colocasse a par das melhores instituições científicas nacionais.

Instalado provisoriamente na Casa do Paço desde 1899, foi transferido para o edifício dos Paços do Concelho em 1910, onde se manteve até 1975, data da abertura oficial ao público do novo edifício, construído com o apoio financeiro da Fundação Calouste Gulbenkian e projetado pelo arquiteto figueirense Isaías Cardoso.

Com a abertura do novo espaço deu-se início a todo um trabalho de reinstalação e estudo das peças, associado a um grande esforço de dinamização junto do público, coletividades e escolas. O Museu dispõe de um centro de documentação que disponibiliza uma vasta coleção de obras de temática relacionada fundamentalmente com a História da Arte, Arqueologia e Museologia. Possui ainda um núcleo significativo de bibliografia relativa à história local e história do Museu Municipal.

Constituído por uma sala de leitura/consulta e por um espaço de reserva, não dispõe de serviço de empréstimo, no entanto a consulta e leitura presenciais podem ser realizadas de segunda a sexta, das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h00.

As coleções que não se encontram em exposição podem ser visitadas na reserva, mediante marcação prévia, todas as sextas-feiras e no primeiro sábado de cada mês, sempre às 14h30. Podem ver-se as coleções de armas, mobiliário e etnografia de África, Brasil e Oriente: China, Japão, Índia… O acervo está acomodado nas vitrinas antigas, o que permite ter uma impressão muito sugestiva do que seria o Museu Municipal à data da sua fundação, no final do século XIX. Nas reservas, evoca-se também a Sala de Curiosidades que existiu nos anos quarenta do século XX, com objetos muito diversificados e um grande predomínio de espécies de História Natural.

Frágil ou duradoura, a relação que se estabeleceu entre o Museu e os doadores tem permitido um enriquecimento progressivo do acervo museológico, comprovando que é essencial esta aptidão para ativar relações com a sociedade e o meio em que se insere. A necessidade de conhecer melhor os beneméritos do Museu Municipal Santos Rocha tem suscitado um amplo trabalho de investigação que, por sua vez, vai permitindo uma visão mais alargada acerca de um vasto leque de personalidades, figueirenses ou não, que assumiram a doação como um acto de generosidade, desde a fundação até aos nossos dias. Apesar de se constituir como uma tarefa ainda inacabada, a pesquisa permitiu que seja agora criada uma base de dados que consideramos, todavia, em permanente construção, tendo em conta que algumas dezenas de nomes nos são merecedores de maior investigação e que o período cronológico estudado abarca apenas os anos de 1894 a 1939. Esperamos que, com a sua divulgação, novos contributos possam surgir e complementar a informação já disponível.

 

HorárioInverno (de 01 setembro a 30 junho) Terça a sexta: 09h30 | 17h00 Sábado: 14h00 | 19h00 Encerra: Domingos, segundas e feriados

Verão (de 01 julho a 31 agosto) Terça a sexta: 09h30 | 18h00 Fim-de-semana e feriados: 14h00 | 19h00 Encerra: Segundas

 

EntradaAdultos: 2 € Adultos (idade superior a 65 anos) 1€ Bilhete Família (mínimo 3 visitantes) 4€ Visita de grupo (superior a 15 visitantes) 15€

 

Para além da sua missão de recolha, conservação, proteção, investigação, interpretação e divulgação dos testemunhos materiais e imateriais, legados pelos antepassados ou representativos de identidades mais recentes, com valor arqueológico, etnográfico, artístico, ou qualquer outro valor patrimonial considerado relevante o Museu Municipal tem também por missão estabelecer diálogos e experiências que apoiem, desafiem e estimulem os seus públicos na formação de conhecimentos, enquadrados nos diversos contextos histórico-culturais, fortalecendo as relações com a comunidade em que se insere e ao serviço da sociedade em geral.

 

Fundado em 1894 pelo figueirense António dos Santos Rocha  (1853-1910) com o objetivo de albergar o valioso espólio recolhido por si, desde 1886, em várias campanhas arqueológicas na Serra da Boa Viagem, o Museu Municipal foi instalado provisoriamente na Casa do Paço onde permaneceu até 1899, sendo então transferido para o edifício dos Paços do Concelho da Figueira da Foz.

Até 1910, ano da morte de Santos Rocha, o Museu foi arqueológico e etnográfico. A ampla projeção que obteve deve-se à dedicação do seu fundador e ao trabalho desenvolvido pela Sociedade Arqueológica da Figueira, que reunia os mais distintos espíritos figueirenses, nacionais e estrangeiros, interessados nas ciências antropológicas.

Em 1939, sob a direção de António Vitor Guerra e com o apoio constante do recém-formado “Grupo dos Amigos”, alargou-se o leque disciplinar das coleções, incorporando importantes legados e depósitos que permitiram a formação de secções artísticas até então inexistentes, nomeadamente de pintura e de escultura.Apesar da manifesta insuficiência de espaço, o museu permaneceu no edifício dos Paços do Concelho, sendo transferido, em 1945, do andar nobre para o piso superior.

Em 1966, com o suporte técnico e financeiro da Fundação Calouste Gulbenkian iniciaram-se os trabalhos de construção de um ambicioso complexo cultural, simultaneamente museu, biblioteca e auditório. O edifício foi inaugurado em 1974 e a primeira sala da exposição permanente abriu em 1979.

Por ocasião das comemorações do 1º centenário, em 1994, o museu recebeu o prémio de “Melhor Museu”, atribuído pela Associação Portuguesa de Museologia.

Chegado ao século XXI, o Museu Municipal Santos Rocha aprofunda a sua relação com o território através de núcleos temáticos dedicados ao mar e ao sal e assume-se como espaço privilegiado de produção e difusão de conhecimento, bem como referência de qualidade e dinamismo na vida cultural do concelho e da região.

São várias as coleções permanentes que podem ser visitadas no Museu Municipal Santos Rocha. A sua maioria ultrapassa o território e o património histórico municipais, como é o caso das coleções de Numismática, de Armaria, de Epigrafia, de Mobiliário Indo-Português e a Tapeçaria de Tavira, peça única, do séc XVIII, de cariz profano, proveniente de uma fábrica de artesãos franceses localizada em Tavira.

Este espaço museológico é também um centro local e nacional aberto à investigação. Disponibiliza, para consulta de investigadores e estudantes, uma vasta coleção de obras de temática relacionada fundamentalmente com a História da Arte, a Arqueologia e a Museologia. Possui ainda um núcleo significativo de bibliografia relativa à história local e história do Museu Municipal.

Constituído por uma sala de leitura/consulta e por um espaço de reserva, não dispõe de serviço de empréstimo, podendo a consulta e leitura presenciais ser realizada de segunda a sexta, das 9h30 às 12h30 e das 14h às 17h.Para além das coleções em exposição permanente, o visitante pode apreciar exposições temporárias, que se encontram patentes ao público durante todo o ano, em duas salas de acesso gratuito.

 



Palcio de Sub-Ripas em Coimbra





O Palácio de Sub-Ripas ocupou uma antiga torre militar integrada na muralha da cidade e casario anexo.

Os dois edifícios que estão na origem da formação do Palácio de Sub-Ripas ficaram conhecidos como a Casa de Cima, ou do Arco, e a Casa de Baixo, também denominada Casa da Torre. A comunicação entre ambos ficou estabelecida com construção de um arco, perpendicular e fechado, sobre a ruela.

A Casa da Torre, adquirida pelo Estado em 1974, seria nas décadas seguintes alvo de um programa de beneficiação e reconstrução com o objectivo de evitar a sua total descaracterização. A última intervenção, dirigida pelo arquitecto António Madeira Portugal, foi distinguida com o Prémio Europa Nostra.



S Velha de Coimbra





A Sé Velha de Coimbra localiza-se na freguesia da Almedina (Coimbra), na cidade e concelho de Coimbra, distrito de mesmo nome, em Portugal. A construção da Sé Velha teve início no século XII, sob a orientação do Mestre Roberto que dirigia na mesma época a obra da Sé de Lisboa. A igreja românica, construida em calcário amarelo, está implantada a meia encosta e é constituida por três naves, transepto saliente e cabeceira tripartida. O claustro, de um piso, disposto lateralmente a sul da igreja, foi construído no início do século XIII. 

Constitui um dos edifí­cios em estilo românico mais importantes do paí­s. A sua construção começou em algum momento depois da Batalha de Ourique (1139), quando Afonso Henriques se declarou rei de Portugal e escolheu Coimbra como capital do reino. Na Sé está sepultado D. Sesnando, conde de Coimbra.

No interior da igreja, destacam-se a cabeceira, a torre-lanterna sobre o cruzeiro, os túmulos medievais e os azulejos sevilhanos quinhentistas que revestiam os pilares e naves, hoje circunscritos a alguns vãos e arcosólios. 



Museu do Mosteiro de Lorvo





Não são permitidas visitas durante os Serviços Religiosos. | Visits not allowed during the Religious Services. | Les visites ne sont pas permis pendant les offices religieuses.

Envolta em diversas lendas, a fundação do Mosteiro de Lorvão tem vindo a ser recuada até ao séc. VI, época em que foi pela primeira vez identificada a paróquia suevo-visigótica de "Lurbine", tendo sido seu fundador o abade Lucêncio, que se sabe ter assistido ao Concílio de Braga em 561.

Muito embora subsista uma pedra de mármore com ornato visigodo, os primeiros documentos escritos só aparecem depois da primeira Reconquista de Coimbra, em 878, data a partir da qual surgem os primeiros documentos escritos testemunhando a existência de uma comunidade que desempenhou um importante papel no fomento agrário e repovoamento da região. Os monges de Cluny, que vieram a fundar o Mosteiro de Lorvão, dedicaram-no aos mártires São Mamede e São Pelágio.

No séc. X, a sua importância era já considerável e o Mosteiro atingiu grande prosperidade graças a doações de fiéis e ricos-homens, nomeadamente, durante o governo do abade Primo, que mandou vir de Córdova artistas especializados para fazerem obras na região. A investida muçulmana de 987 pôs fim a este surto de progresso mas, após 1064, a comunidade laurbanense recuperou o seu prestígio e esplendor e, em redor do Mosteiro, cresceu uma população atraída pelo trabalho oferecido pelos monges nas suas vastas propriedades.



Laboratrio Qumico de Coimbra





Contemporâneo da Reforma Pombalina, a construção do Laboratório Quimico de Coimbra terminou em 1775.  Perante a necessidade de acomodar devidamente os objectos experimentais e proporcionar um ensino qualificado construiu-se um edifício de raiz de modo a responder a todas as exigências impostas. Foi erguido sobre as antigas instalações do refeitório, cozinhas e áreas anexas do extinto Colégio da Companhia de Jesus.

 

Colgio de So Toms de Aquino de Coimbra





A construção teve início em 1543, do Colégio de São Tomás de Aquino de Coimbra. A traça do Colégio segue esquema de um claustro central, a partir do qual se organizavam todas as dependências pedagógicas e residenciais. No século XVIII, o andar superior do flanco nascente foi ampliado e renovado, recebendo novas janelas de avental e um varandim de aparato.

Com a extinção das Ordens Religiosas em 1834, o imóvel seria incorporado na Fazenda Pública, servindo de armazém de madeiras até à sua aquisição pelos Condes do Ameal. Logo em 1895, o arquitecto Silva Pinto procedia à readaptação do edifício a palacete residencial através de um plano revivalista neoclássico, enobrecido com a escultura de João Machado.



Porta e Torre de Almedina Coimbra





A Porta e Torre de Almedina localizam-se na freguesia de Almedina, cidade e concelho de Coimbra, distrito de mesmo nome, em Portugal. Como o próprio nome indica, constituí­a-se na porta da almedina, entrada principal da cidade intra-muros. É acedida a partir da porta da Barbacã, na rua Ferreira Borges, uma das principais artérias da baixa de Coimbra. Ambas integram o Núcleo da Cidade Muralhada.



Torre de Anto em Coimbra





A Torre de Anto, primitivamente denominada como Torre do Prior do Ameal, e atualmente como Casa do Artesanato ou Núcleo Museológico da Memória da Escrita, localiza-se na freguesia de Almedina, Concelho de Coimbra, Distrito de Coimbra, em Portugal.

Encontra-se classificada como Monumento Nacional pelo IPPAR desde 1935.

Torre da antiga cerca medieval. Tem quatro pisos ligados por estreita escada em caracol. 



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