As 10 melhores coisas para fazer no inverno em Evora

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Castelo de Évora Monte





O Castelo de Évora Monte, também conhecido como Castelo de Evoramonte, localiza-se na freguesia de Evoramonte, concelho de Estremoz, distrito de Évora, no Alentejo, em Portugal.

Erguido em um dos pontos mais elevados da serra de Ossa, no centro da povoação, do alto de seus muros domina-se uma grande extensão em derredor, até ao Castelo de Estremoz.

A pitoresca e deliciosa freguesia de Evoramonte (ou Évora Monte) está situada entre as formosíssimas cidades de Évora e Estremoz. Outrora de elevada importância geográfica e militar, esta vila alentejana, cujas muralhas ainda protegem os seus habitantes lá do topo, sente-se como um guerreiro ancião que pacientemente aguarda os visitantes com inúmeras histórias para lhes contar.



Templo romano de Évora





O templo romano de Évora,O Templo Romano, com uma existência de 2000 anos, é um ex-libris da cidade de Évora e uma das mais importantes ruínas históricas do país.  erroneamente conhecido como Templo de Diana, está localizado na cidade de Évora, em Portugal; faz parte do centro histórico da cidade, o qual foi classificado como Patrimônio Mundial pela UNESCO. O templo romano encontra-se classificado como Monumento Nacional pela DGPC. É um dos mais famosos marcos da cidade e um dos sí­mbolos mais significativos da presença romana em território português.

Olhar para este Templo Romano, também conhecido (erradamente) como Templo de Diana, é como regressar ao passado e idealizar tempos que já lá vão. É um dos mais importantes marcos históricos de Évora, senão o mais importante, sendo também um dos mais visíveis símbolos da ocupação romana na cidade.

Localizado na freguesia da Sé e São Pedro, no Largo Conde de Vila Flor, encontra-se rodeado pela Sé de Évora, pelo Tribunal da Inquisição, pela Igreja e Convento dos Lóios, pela Biblioteca Pública de Évora e pelo Museu.

 



Igreja Matriz de Viana do Alentejo





Igreja Matriz de Viana do Alentejo é um monumento religioso situado em Viana do Alentejo, Alentejo, Portugal. Encontra-se localizada dentro do Castelo de Viana do Alentejo, sendo uma das suas paredes adjacente à muralha do mesmo.

Foi edificada no século XVI, em estilo Manuelino, tendo sido projectada por Diogo de Arruda. Apresenta um soberbo portal manuelino em mármore.

A antiga herdade de Foxém, denominada de Viana de Alvito a partir do século XIII, foi repovoada nessa mesma centúria por D. Gil Martins, alferes-mor de D. Dinis. Em documento datado de 1269, D. Martinho, Bispo de Évora, reconhecia o direito a um quarto dos dízimos da denominada "igreja de Fochem", pertencendo o restante aos seus donatários.

D. Dinis, cedeu a povoação e a igreja ao então infante D. Afonso, que a fez integrar nos bens de D. Beatriz de Castela, já com a designação de capelas de D. Afonso IV . O padroado esteve posteriormente na mão de D. João de Bragança e dos antigos Condes de Viana, da família dos Meneses. Voltou à posse da coroa no século XV. D. Manuel ordenou a sua reconstrução, substituindo-se então o edifício medieval por um dos mais belos templos manuelinos do Sul do país. 



Convento de São José Évora





O Convento de São José da Esperança, popularmente chamado Convento Novo (por ter sido a última casa religiosa da cidade), situa-se no Largo de Avis, Construídos entre 1720 e 1933, assenta em adro de escadaria granítica, merecendo destaque a portaria e a fachada do templo, rasgados por portais de interessantes ornatos barrocos, edículos e cartelas de volutas com enrolamentos, também de pedra regional.

O Mosteiro, de freiras da Ordem das Carmelitas Descalças, foi fundado em 13 de Março de 1681 por duas senhoras eborenses: Feliciana e Eugénia da Silva, tendo depois o patrocí­nio do Arcebispo de Évora D.Frei Luí­s da Silva Teles. O Convento de São José da Esperança, conhecido também por Convento Novo pelos eborenses, fica situado no Largo de Avis, em Évora. Foi classificado como Monumento Nacional no ano de 2008. O nome Convento Novo tem a ver com o facto de ter sido a última casa religiosa a ser edificada na cidade de Évora.

O edifí­cio, ao mesmo tempo severo e simples, é tipicamente barroco, sendo a igreja um exemplar da arte da talha dourada eborense.

O edifí­cio (que conserva praticamente intacta a sua arquitectura conventual), teve várias utilizações, sendo hoje a Secção Feminina da Casa Pia de Évora.

Foi classificado como Monumento Nacional (MN) em 2008 por se encontrar inserido em conjunto inscrito na LPM.



Castelo de Monsaraz Alentejo





O Castelo de Monsaraz, no Alentejo, localiza-se na freguesia de Monsaraz, concelho de Reguengos de Monsaraz, distrito de Évora, em Portugal.

Vizinho ao rio Guadiana e ao moderno espelho d嫇gua da Barragem de Alqueva, ergue-se sobre o monte Monsaraz, dominando a vila medieval e a fronteira com a Espanha. A sua arquitectura militar mescla elementos medievais e seiscentistas.

Monsaraz, a airosa vila medieval de Monsaraz, mantêm a sua magia de outrora como poucos lugares no mundo. Feita de cal e xisto, este lugar sussurra-nos, por entre o eco dos nossos passos nas suas ruas, magníficas histórias de reis audazes, cavaleiros templários, gentes bravas e damas de beleza singela.

Suspensa no tempo, a histórica povoação alentejana, uma das mais antigas de Portugal, é um destino obrigatório na sua lista de lugares a visitar no Alentejo. Especialmente depois de, em 2017, ter vencido na categoria “Aldeias Monumento” do concurso 7 Maravilhas de Portugal – Aldeias.

Curiosidade: Por volta de 1830 as antigas edificações da praça de armas do castelo de Monsaraz encontravam-se em adiantado estado de ruína mercê do abandono humano do edifício militar. Os habitantes de Monsaraz começaram então a erguer a "sua" praça de touros, aproveitando os materiais dessas antigas construções e tirando pedras de que precisavam de alguns troços da muralha que também se encontrava em ruína. Desde então, é tradição realizar-se nessa praça a habitual corrida de touros das Festas em honra do Senhor Jesus dos Passos.



Igreja da Graça Évora





A Igreja da Graça ou Convento de Nossa Senhora da Graça (popularmente chamado Convento da Graça ou Meninos da Graça), é um importante monumento religioso renascentista da cidade de Évora, situando-se no Largo da Graça, na freguesia da Sé e São Pedro. Este mosteiro, dos frades eremitas calçados de Santo Agostinho, foi fundado em 1511, tendo sido projectado pelo arquitecto da Casa Real Miguel de Arruda.

A Igreja da Graça foi construída no séc. XVI, durante o reinado de D. João III, segundo o traço de Miguel de ArrudaMonumento singular, de influência palladiana, evidencia um carácter robusto na sua fachada maneirista, onde um pesado pórtico termina num duplo frontão sobreposto por anjos. Aos cantos, sentam-se quatro robustos atlantes, sombolizando quatro rios (a que o povo chama, com alguma ironia, os "Meninos da Graça"). No interior, destacam-se na zona do altar-mor janelas lavradas em mármore de Estremoz, um trabalho do escultor renascentista Nicolau de Chanterenne.

O edifí­cio é um belo exemplar do mais puro estilo renascentista, tendo nos acrotérios da fachada as famosas figuras atlantes a quem o povo de Évora chama desde há séculos, os



Convento dos Lóios Évora





O Convento dos Lóios, também conhecido como Convento de São João Evangelista, foi construí­do no século XV sobre o que restava de um castelo medieval, tendo ficado bastante danificado aquando do terramoto de 1755.

É um conjunto de planta rectangular que se desenvolve em torno de um claustro de dois pisos, sendo o piso inferior de estilo gótico-manuelino e o superior já com caracterí­sticas renascença.

A igreja, de estilo manuelino, tem uma nave de cinco tramos rectangulares e é coberta por uma abóbada nervurada. As paredes estão revestidas com painéis azulejares do século XVIII.

A capela-mor, de planta poligonal, é coberta por uma abóbada de complicado desenho, com ogivas entrecruzadas, e as suas paredes estão revestidas de azulejos dos séculos XVII e XVIII.

A Casa do Capí­tulo, atribuí­da a Diogo de Arruda, é precedida por um portal mourisco do iní­cio do século XVI.

Construído sobre o que restava de um castelo medieval, o convento constitui um excelente testemunho arquitetónico do Tardo-Gótico alentejano.  Destaca-se, no piso térreo, a entrada da antiga Sala do Capítulo, já quinhentista, rasgada por um exuberante portal mainelado com arcos em ferradura, perfeito exemplar da arquitetura regional manuelino-mudéjar. Nesta mesma porta está um medalhão evocando a participação de D. Rodrigo na Batalha de Azamor, em 1508, pelo que as obras desta sala terão datação aproximada. SML  



Castelo de Valongo no Alentejo





O Castelo de Valongo, também referido como Castelo Real de Montoito, no Alentejo, localiza-se na freguesia de Nossa Senhora de Machede, no concelho e distrito de Évora, em Portugal.

Ergue-se posição dominante sobre uma elevação na Herdade da Grã, próximo ao ribeiro da vila.

O Castelo de Valongo, igualmente conhecido como Castelo Real de Montoito, situa-se em pleno concelho de Évora, na região sul de Portugal.

Ergue-se junto de um ribeiro na chamada Herdade da Grã, pertencente à freguesia de Nossa Senhora de Machede. Esta pequena localidade pode ser encontrada a cerca de 35 quilómetros da cidade de Évora, no caminho entre Montoito e Valongo.



Castelo de Terena Alentejo





O Castelo de Terena, no Alentejo, localiza-se em na povoação e freguesia de mesmo nome, Concelho de Alandroal, Distrito de Évora, em Portugal.

Em posição dominante no alto de um monte, integrou a linha de defesa do rio Guadiana, juntamente com os castelos de Juromenha, Alandroal, Monsaraz e Mourão.

castelo de Terena deverá ter sido construído no reinado de D. Diniz mas a sua importância foi diminuindo, em detrimento de outras fortificações. Na guerra da restauração da independência, Elvas assumiu maior protagonismo e Terena acabou por ser abandonada, sobretudo depois dos danos provocados pelo terramoto de 1755.

 

Hoje em dia, o castelo, que é monumento nacional, está em razoável estado de conservação, embora o interior da torre de menagem pareça ter sido vandalizado não há muito tempo



Castelo de Redondo no Alentejo





O Castelo de Redondo, também referido como Castelo do Redondo, no Alentejo, localiza-se na vila e freguesia de Redondo, distrito de Évora, em Portugal.

Situa-se na vertente sul da Serra d´Ossa, a 24 km a sudoeste da margem direita do Rio Guadiana. Faz parte da rede de castelos norte-alentejanos reestruturados por Dinis I de Portugal (1279-1325) e doados à nobreza durante a época tardo-medieval - Estremoz, Monsaraz e Portel -, e apresenta alterações significativas do perí­odo manuelino. Do topo da Torre de Menagem é possí­vel ver o Castelo de Evoramonte e a Serra d´Ossa, na orientação noroeste.

A planta tem a configuração de uma elipse irregular murada, de grossa alvenaria, sem cortina ameiada, conservando ainda o adarve, embora parcialmente interrompido.

Possui quatro torreões de forma arredondada que protegem o amuramento e duas torres, uma virada a Noroeste, Torre de Menagem, e outra a Sudeste, a da Alcaidaria.

Apresenta duas portas torreadas, com arcos góticos: a nordeste fica a Porta da Ravessa ou do Sol (na imagem acima), onde existe a marca oficial da vara e do côvado, a que os industriais do pano se tinham de submeter nos mercados e feiras; a sudoeste está a Porta do Postigo, que foi aumentada no período Manuelino, por novo arco de alvenaria de volta plena decorada com o brasão de armas do donatário da vila, D. Vasco Coutinho. 









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