LARGO DA OLIVEIRA um dos lugares mais emblemticos de Guimares





O Largo da Oliveira é um dos lugares mais emblemáticos de Guimarães, com a impressionante Igreja da Colegiada de Guimarães, em honra de Nossa Senhora da Oliveira, o lindíssimo claustro inserido no Museu Alberto Sampaio e o Padrão do Salado (em frente da igreja). Guimarães cresceu em torno do Largo da Oliveira.

Foi da igreja da Colegiada de Guimarães que Pedro Hispano partiu para Roma, para se tornar no único papa português da história da Igreja católica, com o nome de João XXI.

A Colegiada de Guimarães, primaz das colegiadas portuguesas, foi um centro nacional de peregrinação e tinha um vasto património urbano, na vila de Guimarães, e rural. O seu padroeiro era o rei de Portugal. Bares e restaurantes também fazem parte do panorama do Largo da Oliveira, proporcionando o prazer do encontro e da comunicação humana em uma praça pública repleta de memórias.



Centro Histrico de Guimares





A cidade histórica de Guimarães encontra-se associada à emergência da identidade nacional portuguesa no século XII. Constitui um exemplo excepcionalmente bem conservado da evolução de uma localidade medieval para uma cidade moderna, com a rica tipologia edificativa a mostrar o desenvolvimento da arquitectura portuguesa entre os séculos XV e XIX com o uso continuado de técnicas e materiais de construção tradicionais.

 

A reabilitação do Centro Histórico de Guimarães, classificado Património Mundial pela UNESCO em 2001, teve também o condão de despertar e animar sectores de actividade como o turismo, o lazer e a restauração, que lhe conferem hoje características ímpares na oferta de diversão nocturna, atraindo para o Largo da Oliveira e para a Praça Santiago – os dois mais nobres espaços do Centro Histórico  centenas de jovens que se misturam com o número crescente de visitantes que a cidade recebe. 



LARGO DO TOURAL GUIMARES





O Largo do Toural é uma das praças mais centrais e importantes da cidade, que respira a atmosfera única que se vive na cidade. É um dos espaços públicos mais nobres de Guimarães, onde a cidade exibe a beleza de sua arquitetura. Foi lá que a galera comemorou a vitória da seleção portuguesa de futebol na Eurocopa 2016.



CASTELO DE GUIMARES





Na Idade Média, os castelos tinham uma torre no seu ponto mais alto e estratégico. Era chamada de torre de menagem, o setor da fortaleza mais sólido e mais difícil de acessar. Caso o castelo fosse invadido, os combatentes em dificuldades na defesa das muralhas se recolhiam nessa torre.

À medida que as muralhas do castelo fossem assaltadas, os invasores apertavam o cerco em torno de partes mais interiores do castelo. O último cerco era feito à torre de menagem, onde, em andares superiores, se escondiam e se defendiam com flechas todos aqueles que tinham resistido. Na torre de menagem se refugiavam os últimos resistentes da batalha.

Foi a partir do castelo de Guimarães que Dom Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal, no século XII, começou a combater para conquistar o território que esteve na base da fundação de Portugal, o país mais antigo da Europa.



Museu da Cultura Castreja





O Museu da Cultura Castreja está instalado no Solar da Ponte, propriedade da Sociedade Martins Sarmento, construção do séc. XVIII/XIX com um belo Parque, foi residência da família de Francisco Martins Sarmento. Este colocou a sua inteligência ao serviço da sua curiosidade ilimitada e tornou-se um respeitado investigador de nível europeu. 

O Museu da Cultura Castreja é o primeiro espaço dedicado à cultura castreja, cultura autóctone que apenas existe no noroeste peninsular e é a matriz cultural desta faixa atlântica da Península Ibérica. O Museu evidencia a importância daquela cultura, constituindo, também, o justo preito de homenagem ao Sábio que a libertou do manto de encantamento com que as mouras a esconderam durante séculos.



Igreja Matriz de So Martinho de Candoso





Igreja Matriz de São Martinho de Candoso localiza-se em São Martinho de Candoso, concelho de Guimarães, Portugal. Constitui-se em um dos 203 edifí­cios românicos que existem por todo o paí­s.

Nos arredores de Guimarães, desfrutando de uma ampla panorâmica sobre a cidade e sobre a Penha, a pequena capela de São Martinho de Candoso evoca, ainda, a antiguidade da população que serve, por entre as múltiplas transformações por que passou.Na origem, este era o templo da freguesia medieval e rural de Candoso, uma das muitas que povoavam o Entre-Douro-e-Minho nos primeiros tempos da nacionalidade.

A sua organização e volumetria gerais resultam dessa primitiva construção, com uma nave única relativamente pequena e uma capela-mor quadrangular, paredes espessas com poucas e discretas janelas-frestas a filtrar luz para o interior, e um aspecto compacto e rude da construção, onde se destaca a utilização de modilhões vincadamente românicos a suportar a cornija que antecede o telhado. Paralelamente, a existência de frestas de duplo arco de volta perfeita e do arco-triunfal, escassamente decorado com motivos geométricos, atestam a cronologia românica do edifício, erguido já numa fase tardia, muito possivelmente no decorrer do século XIII.



Pao dos Duques de Bragana (Guimares)





O Paço dos Duques de Bragança (tipicamente designado de apenas Paço dos Duques) foi construí­do no século XV, em Guimarães, por D. Afonso, 1.º duque de Bragança para a sua amante. Quando estivesse o rei com esta, já tinha uma residência luxuosa para os dois. O estilo borgonhês deste palácio reflecte os seus gostos, adquiridos nas viagens pela Europa, ainda que o aspecto actual tenha sido recriado, de forma polémica, durante o Estado Novo.

Majestosa casa senhorial do século XV, mandada edificar por D. Afonso - futuro Duque de Bragança, filho bastardo do Rei D. João I - a qual lhe serviu de residência e à sua segunda mulher, D.Constança de Noronha. Palácio de vastas dimensões, com características arquitectónicas de casa fortificada, coberturas de fortes vertentes e inúmeras chaminés cilíndricas que denotam a influência da arquitectura senhorial da Europa Setentrional, trata-se de um exemplar único na Península Ibérica.



Padro do Salado no Centro Histrico de Guimares





O padrão do Salado localiza-se na freguesia de Oliveira do Castelo, no Centro Histórico de Guimarães, no distrito de Braga, em Portugal. Situa-se em frente à Igreja de Nossa Senhora da Oliveira.

Passear por Guimarães é respirar cultura e aprender história. Um exemplo: você sabia que Guimarães tem um dos mais importantes centros marianos do norte de Portugal? É o Padrão Comemorativo da Batalha do Salado, também designado Padrão de Nossa Senhora da Vitória, localizado no centro histórico da cidade e procurado por verdadeiras multidões em dias de romaria e de festas. O Padrão do Salado, monumento nacional desde 1956, é um dos mais emblemáticos monumentos de Guimarães e uma das obras de maior simbolismo do Portugal medieval. Podemos afirmar que é um monumento histórico único no país, por sua forma e sua arquitetura.Localizado no Largo da Oliveira, em frente da Igreja de Nossa Senhora da Oliveira, o Padrão do Salado é um alpendre gótico, de planta quadrada e abóbada, que alberga um cruzeiro gravado dos dois lados, uma doação de Pedro Esteves, um mercador de Guimarães, residente em Lisboa, que terá adquirido esta peça na Normandia. Na cruz podemos ver, de um lado, a imagem da Virgem Maria e, do outro, Jesus Cristo. O fuste apresenta imagens de outros santos, além de inscrições que estarão conotadas com o canteiro



Citnia de Briteiros na freguesia de Salvador de Briteiros Guimares





A citânia de Briteiros é um sí­tio arqueológico da Idade do Ferro, situado no alto do monte de São Romão, na freguesia de Salvador de Briteiros, concelho de Guimarães (a cerca de 15km de distância a Noroeste desta cidade). Fica também perto dos santuários do Sameiro e do Bom Jesus de Braga. É uma citânia com as caracterí­sticas gerais da cultura dos castros do noroeste da Pení­nsula Ibérica.

As ruínas arqueológicas de Briteiros são uma prova extraordinária da existência de um importante povoado primitivo, de origem pré-romana, pertencente ao tipo geral dos chamados "castros" do noroeste de Portugal. Evidenciam nitidamente caracteres da cultura castreja, ainda que fortemente romanizados no começo da era cristã.

Martins Sarmento, etnólogo e arqueólogo célebre, nascido em Guimarães em 1833, ocupou-se do estudo científico destas ruínas, tendo dado um contributo decisivo para a sua divulgação, estudo e estado de conservação.



TELEFRICO DA PENHA GUIMARES





O teleférico, ou bondinho, como dizemos no Brasil, faz a ligação de 1.700 metros entre a cidade de Guimarães e o alto da montanha da Penha, com seus belíssimos espaços verdes, seu espaço de acampamento e sua poderosa igreja em granito, em honra de Nossa Senhora do Carmo da Penha. A viagem é rápida e proporciona a visão de lindas paisagens ao redor da cidade de Guimarães.



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