Situada na antiga corredoura medieval (zona ampla exterior às muralhas, para onde a então pequena vila de Mafra primeiro se desenvolveu), a Quinta da Raposa deve o seu nome a José Joaquim Raposo, homem que foi agraciado com privilégios por D. Maria I e que aqui construiu a sua residência. O solar foi residência do arqueólogo Estácio da Veiga entre 1867 e 1875, altura em que efetuou diversas investigações na região, que deram origem ao primeiro estudo arqueológico do concelho, intitulado Antiguidades de Mafra.

A quinta tem uma história complexa e multifacetada. Foi comprada pelo Barão do Resgate ainda no século XIX e depois transformou-se em Viveiro Nacional de Mafra, na época do combate à filoxera. Sucederam-se os arrendatários até 1954, ano em que o conjunto foi adquirido e transformado em Seminário de S. Vicente de Paulo. As construções efetuadas por aquela congregação religiosa dotaram o equipamento das estruturas que hoje conhecemos, incluindo uma capela edificada em 1965.




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