Roteiro cultural o que fazer em Lisboa

 

Largo do Carmo

No centro, o chafariz, cuja construção teve início em 1769, com as obras do Largo a derivarem da urbanização pombalina. Em seu redor, uma série de motivos de interesse que percorrem diferentes eras. No Carmo resistem as ruínas do Convento do Carmo, construído no século XIV, onde se encontra actualmente instalado o Museu Arqueológico do Carmo. Destaque ainda para o Quartel onde Marcello Caetano se refugiou da Revolução dos Cravos.

Rua da Bica

Descer e subir a Rua da Bica de Duarte Belo é muito mais do que um proveitoso momento de fitness urbano. Daqui avista-se uma daquelas muitas imagens da cidade que mais parecem postais, elogiadas por esse mundo fora. Não se esqueça por isso da foto da praxe junto ao ascensor amarelo, de passar junto à porta do fadista Alfredo Farinha, ou de serpentear pelas ruazinhas do bairro, a receita que se aplica ao mítico Bairro Alto, onde se recomenda um belísismo rally de teor etílico.

 

 

Solar do Vinho do Porto

Na sala de provas existem azulejos do edifício original do Palácio Ludovice, ricos exemplares do século XVIII, em tons de azul. Estamos no Solar do Vinho do Porto, um recanto que tenta importar o espírito do néctar do Douro para a Rua de São Pedro de Alcântara. Há mais de 300 referências para provar neste reduto aberto desde 1946.

 

 

Museu do Fado

Um património da humanidade que ganhou casa própria no ano de 1998, quando o Museu do Fado abriu portas no coração de Alfama. E porque nem só de turistas deve viver este endereço, conheça as colecções cedidas por centenas de intérpretes, autores, músicos, compositores, construtores de instrumentos, investigadores e simples amadores que para aqui convergem com um pouco da sua história.

 

 

Reservatório da Mãe dÁgua

É, provavelmente, dos melhores lugares de Lisboa no que à acústica diz respeito. Apesar de não ser uma sala de concertos é regularmente utilizado para telediscos de bandas nacionais. É o depósito das águas em estado puro que vêm do Aqueduto.

 

 

Jardim da Estrela

Plantado no coração de Lisboa, foi desenhado há 163 anos naquela assimetria cuidada dos jardins tropicais (nestes cinco hectares há figueiras-da-Austrália e araucárias-de-Cook, castanheiros-da-Índia e cedros-do-Líbano). Tem um bom parque infantil, clareiras relvadas a pedir piqueniques e tardes de sorna com um livro (pode requisitá-los na biblioteca-quiosque, das 13.00 às 17.00, fecha domingos e segundas); para além de ser um dos melhores circuitos de corrida da cidade. A servir de apoio, duas esplanadas.

 

 

Teatro Nacional de São Carlos

Em 1755, a Coroa inaugurava a sumptuosa "Ópera do Tejo", teatro anexo ao antigo Paço da Ribeira, de acesso restrito. Acontece que o terramoto convidou praticamente a cidade inteira para a tragédia e este espaço teve vida curtíssima. Em pouco tempo, erguia-se e abria portas o Real Teatro de S. Carlos, que hoje funciona como a principal sala da cidade reservada à apresentação de ópera.

 

Mosteiro dos Jerónimos

Mandado erigir pelo rei D. Manuel I em memória do Infante D. Henrique é Monumento Nacional desde 1907 e Património Cultural da Humanidade desde 1983. Edificado no século XVI, foi na altura doado aos monges da Ordem de S. Jerónimo, em 2016 ganhou o estatuto de panteão nacional. Na igreja do mosteiro (Igreja de Santa Maria de Belém) encontram-se, entre outros, os túmulos de Luís de Camões, Vasco da Gama e do rei D. Sebastião, cujos restos mortais foram trazidos por D. Filipe I numa tentativa de aniquilar o mito sebastianista. Mas são poucos os que acreditam que se trata efectivamente do corpo do rei desejado. Não se esqueça que a 500 metros de distância tem os famosos Pastéis de Belém.

 

 

Elevador de Santa Justa

As intermináveis filas de turistas passeio fora quase que nos fazem esquecer que este é um transporte público compatível com os cartões VIVA. Monumento Nacional, foi inaugurado em 1902 , esta obra do engenheiro portuense Raoul Mesnier de Ponsard é bonito por fora, onde se destacam os trabalhos de filigrana em ferro fundido (e cada andar é diferente), e por dentro, com uma cabine feita em madeira e latão.

 
 
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