Os melhores sítios para visitar em Lisboa são

O que fazer em Lisboa os melhor locais para visitar na capital de Portugal

Comer Pastéis de Belém

É um ex-libris da gastronomia portuguesa e tem uma receita muito bem guardada em segredo que os torna únicos. Um doce de pastelaria que os lisboetas gostam de acompanhar com um café. Sigam o vosso nariz até aos Pastéis de Belém, uma confeitaria (Confeitaria Belém, próxima ao Mosteiro dos Jerónimos) com 175 anos que se especializa nestes pastéis portugueses.

Subir ao Castelo de São Jorge

O Castelo de São Jorge domina a paisagem da cidade. A impressionante fortaleza que o rodeia foi construída no século XI durante a ocupação moura e o grande ponto alto de uma visita é a magnífica vista da cidade e do rio. Quem passar em Lisboa e não for ao Castelo de São Jorge terá perdido com certeza um momento inesquecível. É o ponto mais alto da cidade, no meio dos bairros mais típicos. Uma oportunidade única de sentir, e perceber, a ligação da cidade com o rio Tejo.

Visitar Oceanário de Lisboa

Sem dúvida uma das melhores opções de entretenimento em Lisboa. Vá sem pressa porque o Oceanário tem muito a oferecer para seu deslumbre e encanto dos olhos. Assim vai ter uma belíssima aula sobre flora e, em maior escala, fauna dos mares da terra. Espécies conhecidas e algumas de que sequer tínhamos ouvido falar. 
Também vale a pena a visita por que lhe permitirá ver como aqueles animais atraem e encantam a crianças, muitas delas escolares, acompanhadas de professores. Incrível como vibram e se acomodam, sentados no chão, para curtir aquele momento, Uma visita imperdível.


Visitar o Chiado

O coração do glamour urbano e cosmopolita ainda pode ser sentido no Chiado, um local onde o “novo” e o “antigo” convivem em harmonia. Caracterizado pelo ambiente casual-chique, com ruas cheias de lojas, restaurantes requintados, bonitas calçadas portuguesas, belíssimas igrejas e cafés intemporais, o Chiado faz com que qualquer visitante se sinta um verdadeiro lisboeta.

Subir no Elevador de Santa Justa

Inesperado e icónico, este elevador de ferro é a atracção mais surpreendente de Lisboa, uma espécie de mistura entre a Torre Eiffel e uma torre de controlo de tráfego aéreo. Tem uma vista invejável sobre esta parte antiga de Lisboa, para além de ser um privilégio viajar neste elevador com mais de cem anos que foi desenhado por Ponsard, um discípulo do grande mestre das obras em ferro, Gustave Eiffel.  Faz a ligação entre a Baixa e o Bairro Alto.

Visitar Mosteiro dos Jerónimos

Uma caixinha de doces arquitectural, o Mosteiro dos Jerónimos é um exemplo fantástico do estilo Manuelino e a principal atracção turística de Lisboa. Este monumento deslumbrante, classificado como Património Mundial pela UNESCO, não deixa ninguém indiferente. Retratando a riqueza da Coroa Portuguesa, bem como a capacidade criativa de D. Manuel I e do arquitecto Diogo de Boitaca, este monumento de 300 metros de comprimento é um dos exemplos mais impressionantes de arquitectura religiosa de todo o mundo.

Jardins da Torre de Belém

No local deste jardim funcionou até meados do séc. XX a “Fábrica do Gás de Belém”. O reordenamento desta zona com plantação de palmeiras, símbolo das novas terras descobertas pelos navegadores portugueses, verificou-se por altura da “Exposição do Mundo Português” (1940), ficando a Torre de Belém, um dos ex-líbris de Lisboa, valorizada por um amplo espaço fronteiro ajardinado, que permite total visibilidade sobre o monumento.

No jardim encontramos um monumento em homenagem a Gago Coutinho e Sacadura Cabral, pela 1ª travessia do Oceano Atlântico em hidroplano e monumento em homenagem aos Combatentes Mortos no Ultramar. Nas proximidades encontra-se a Doca do Bom Sucesso.

Visitar Torre de Belém

É um dos pontos altos de Lisboa e um dos monumentos mais pitorescos da Europa. Para além de as abóbadas trabalhadas em pedra constituírem uma obra de engenharia admirável, a riqueza dos elementos decorativos ligados a aspetos marítimos e às viagens dos navegadores é fascinante.  Além de tudo isto, uma das atracções da torre é um rinoceronte esculpido – o primeiro na Europa! É património Mundial.

Visitar Alfama

Alfama é um dos bairros mais genuínos de Lisboa, a sua arquitectura apresenta características peculiares de prédios antigos e coloridos que lhe conferem um carácter de alegria, tranquilidade e uma personalidade tipicamente lisboeta. Passear pelo bairro de Alfama é um convite para perder-se entre ruelas extremamente encantadoras. Fácil de se perder, mais fácil ainda de se encontrar!

Alfama é um dos bairros mais antigos de Lisboa e foi fundado pelos árabes que lhe deram o nome “Al-hama”, que significa ‘fonte de águas quentes, águas boas’. Não se vive uma experiência genuína em Lisboa sem se perder entre os becos, cantos e encantos do bairro que é considerado o coração da cidade. Ao andar pelas ruelas desordenadas e estreitas de Alfama, vai sentir-se numa pequena aldeia dentro da cidade e presenciar conversas entre vizinhos, ouvir o fado que ecoa pelas escadarias e ainda ver o Tejo numa outra dimensão.

Visitar Museu Nacional dos Azulejos e dos Coches

São dois museus que não têm igual no mundo. Um, conta a história do azulejo em Portugal, desde as primeiras utilizações na parede no séc. XVI até aos dias de hoje. Outro, tem uma coleção de coches inigualável, com bons exemplares do século XVIII exuberantemente decorados com pinturas e talha dourada.

Visitar Baixa Pombalina

No dia 1 de Novembro de 1755 um violento terramoto, seguido de incêndio destruiu o centro de Lisboa. Paço real, a Casa da Índia, palácios da aristocracia, a nova Casa da Ópera que se construía então, obras de arte e tesouros reais, perderam-se irremediavelmente.

Das ruínas da Lisboa medieval, renasceu esta zona redesenhada numa escala moderna e funcional, que ficou ligada à vontade e ao pragmatismo do poderoso Ministro de D. José I, Marquês de Pombal, que rapidamente mandou implementar um projecto de reconstrução desenhado por Carlos Mardel e Eugénio dos Santos. Após o cataclismo destruidor era primeira prioridade realojar as pessoas, reatar a vida mercantil e para isso era necessário reconstruir rapidamente.

Visitar Praça do Comércio

Também conhecida como Terreiro do Paço, a Praça do Comércio é uma das mais majestosas praças de Lisboa e do Mundo. Situada frente ao Rio Tejo, a Praça do Comércio parece querer fazer inveja à beleza do rio, à sua dimensão e cor hipnotizante.

O seu nome “Terreiro do Paço” vem de outros tempos, quando albergava na ala ocidental, desde o século XVI, o Palácio dos Reis de Portugal, e a sua magnífica Biblioteca de mais de 70.000 volumes. Destruídos irremediavelmente no Terramoto de 1755, esta Praça tornou-se no elemento fundamental do plano do Marquês de Pombal, Ministro do Rei D. José I, que escolheu privilegiar e valorizar a classe comercial, financeira e burguesa que muito contribuiu para a reconstrução da Lisboa pós-terramoto, daí o nome de “Praça do Comércio“.

Visitar a Estufa Fria

Zona da cidade que abriga diversas especies de plantas de diversas zonas do mundo, interessante para visitar, existem mais jardins botanicos em lisboa, se é apreciador não deixe de visitar também o da rua da escola politecnica (faculdade de ciencias) Um espaço lindíssimo dentro da cidade, calmo, sereno um passeio a fazer se procura tranquilidade. Deixe-se embalar pelo sonho depois de percorrer o espaço, entre lagos e cascatas feche os olhos; e ouça com atenção o seu coração e quando voltar veja todo o espaço envolvente virado para o Lago. Pode apreciar os magníficos animais que por ali andam e não, não está num resort em Bali ou em qualquer outro espaço similar é mesmo a Estufa Fria Lisboa

Visitar a Sé de Lisboa

Datada de 1147, a Sé da Lisboa é um dos seus ex-libris e também um dos símbolos da Reconquista cristã do território. A Sé foi construída quando o primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, conquistou a cidade aos mouros, em 1147. No local existia uma mesquita muçulmana.

Em termos de arquitectura, nasceu segundo o estilo românico da época, também presente na Sé de Coimbra, mas nos séculos seguintes sofreu transformações importantes em estilo gótico, em que se destaca o deambulatório, mandado construir por D. Afonso IV (1291-1357) para seu panteão familiar. No interior, merece referência a capela de Bartolomeu Joanes, capela privada de um importante burguês da Lisboa medieval, e o claustro de planta irregular, uma obra inovadora no estilo gótico português mandado construir pelo rei D. Dinis (1261-1325).

Visitar o Bairro Alto

O Bairro Alto fica situado bem no centro da cidade de Lisboa. Um dos bairros mais típicos e pitorescos de Lisboa, com ruas estreitas e íngremes, ladeadas por edifícios antigos e muitos recuperados, dada a crescente procura para casas de habitação. O Bairro, como também é conhecido, é uma das zonas mais procuradas na noite lisboeta por várias gerações que aqui encontram os bares e tasquinhas, tal como as típicas casas de fado.

A combinação de moradores mais antigos e uma população mais rejuvenescida, reflecte-se pela oferta do comércio existente nestas ruas. Desde a pequena mercearia, a ateliers de estilistas, casas de tatuagens e piercings, o Bairro Alto oferece uma forma de vida muito própria.

Visitar o Cais do Sodré

Para continuar a noite e dançar, o Cais do Sodré é uma das opções mais concorridas do momento. Esta zona de bares com nomes de capitais do norte da europa e de países longínquos que há décadas divertia os marinheiros que chegavam ao porto de Lisboa é agora uma das mais descontraídas da noite lisboeta, com espaços culturais, restaurantes, bares, clubes e discotecas. A música é muito variada, ouve-se reggae, música africana, new wave, indie e rock gótico, a programação dos clubes é apelativa e o ambiente é eclético.

visitar o Chiado

O Chiado é, hoje em dia, um dos locais mais prestigiados de Lisboa. Situado entre o Bairro Alto e a Baixa de Lisboa, aqui se podem encontrar as mais diversas lojas de designers, ateliers, galerias de arte, museus, restaurantes, cafés típicos e modernos, livrarias, teatros e muitas manifestações artísticas e culturais.

O Chiado é um bairro histórico, frequentado por intelectuais modernistas e desde sempre tem estado ligado a uma Lisboa cosmopolita, com uma forte componente intelectual, liberal, modernista e também romântica.

TAPADA DAS NECESSIDADES

Provavelmente, este parque não é o mais bonito de Lisboa, mas é com certeza um dos mais especiais. O parque conta com edifícios abandonados e caminhos por reabilitar, mas este é o seu charme, pois de outra forma seria mais um parque igual aos outros. Para compensar, existe um ambiente de enorme tranquilidade e calma – e apesar do barulho do trânsito que se ouve à distância, os gatos e os pássaros parecem imperturbáveis e passeiam e voam facilmente pelos amplos jardins que são, obviamente, a sua casa. Não existe aqui nenhum apoio ao turista, mas é um bom lugar para fazer um piquenique debaixo das árvores, quando o calor aperta, ou no prado, quando está mais fresco. A meu ver este lugar é ideal para ler, meditar, passear, fazer um piquenique, descontrair com os amigos e descobrir os diferentes cantos e curiosidades que o parque alberga.




Visitar Miradouro de Santa Catarina

O miradouro de Santa Catarina, também conhecido como o Adamastor, situa-se no alto de Santa Catarina (numa rua paralela acima do elevador da Bica). A designação de Adamastor advém de aqui se encontrar uma estátua de um gigante de disforme e grandíssima estatura, rosto carregado, barba esquálida e olhos encovados, segundo a descrição d’Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões.

Este miradouro foi construído em 1883, tendo sofrido alterações em 2013 e apresenta-se agora num ambiente renovado, com vários bancos em mármore, que convidam à contemplação da paisagem ribeirinha do Tejo.

Museu da Electricidade 

Marco arquitectónico da cidade de Lisboa e detentor de uma fachada de inegável beleza, o edifício da Central Tejo foi um verdadeiro pioneiro no seu tempo no domínio da produção de electricidade. Hoje, e passado quase um século desde a sua construção, a Central assume, de novo, aspectos inovadores e de grande protagonismo enquanto Museu da Electricidade.

O núcleo principal da exposição permanente é a própria Central, ou seja, todo o conjunto de equipamentos que faziam parte da instalação da antiga unidade de produção e que, felizmente, se encontram ainda hoje com uma integridade assinalável. A exposição procura transmitir aos visitantes uma noção clara do funcionamento desta antiga central termoeléctrica de Lisboa, desde a identificação dos seus diversos componentes até à explicação do seu funcionamento.

Visitar a Praça do Comércio Terreiro do Paço

A tour da cidade começa na Praça do Comércio, a grande praça neoclássica que ancora a cidade ao rio Tejo. Andem pela margem do rio para sentirem a cidade. Também é muito bonita vista do rio, num passeio de barco. A maior praça de Lisboa e também uma das mais emblemáticas, símbolo da cidade e da sua reconstrução após o grande terramoto de 1755. 

Andar no Eléctrico 28

É um meio de transporte comum para os lisboetas, mas também uma das melhores maneiras de viajar pelos bairros históricos. Fica bem em qualquer fotografia e o som do elétrico a correr nos carris é um dos mais característicos da cidade. As carruagens do Eléctrico 28 passeiam pelas Colinas do Bairro Alto, Baixa e até Alfama e são uma das aventuras mais entretidas da cidade. Gozem as vistas da Sé e Castelo de São Jorge, agarrem-se aos bens valiosos e estejam preparados para as travagens. O 28 é o mais conhecido, mas há mais…

NASCER DO SOL EM ALFAMA MIRADOURO DAS PORTAS DO SOL

Existem poucos nasceres do sol como o que se pode ver em Alfama a partir do terraço da suite Bartolomeu de Gusmão, no Palácio Belmonte. Esta torre já foi uma mesquita e o local onde as orações matinais eram anunciadas durante a ocupação dos mouros em Lisboa, estando a sua fachada virada para Meca. Daqui pode-se vislumbrar aquela bola gigante cor de laranja que surge do rio, mesmo ao lado da linha do horizonte formada pelas igrejas, campanários e chaminés de barro castanho-avermelhadas, e que expande a sua luz âmbar nas telhas que cobrem os edifícios lisboetas (a fotografia em destaque neste artigo). Alguns consideram esta visão um sonho fotográfico, mas eu considero-a uma memória única daquela viagem a Lisboa que compensa o madrugar, especialmente se combinado com um pequeno almoço numa manhã quente de verão.

Visitar lojas com Historia em Lisboa

BACALHAU NA MANTEIGARIA SILVA

Apelidado de "fiel amigo" pela cultura popular, o bacalhau tem sido o prato principal das mesas portuguesas desde a Idade Média. Apesar da vastidão das águas piscatórias exclusivas e de todo o peixe disponível, o bacalhau, que se mantém como o prato preferido dos portugueses, é importado das águas gélidas do Atlântico Norte norueguês. 




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