O que fazer no inverno em Lisboa os 20 melhores locais

O que fazer no inverno em Lisboa os 20 melhores locais

Padrão dos Descobrimentos um Tributo à Era dos Descobrimentos





Dominar a orla de Belém é o Monumento aos Descobrimentos , um enorme monólito que se debruça sobre o rio Tejo para assemelhar-se à proa de uma caravela, o tipo de navio comandado pelos navegadores portugueses no século XV para mapear oceanos inexplorados e descobrir novas terras .

O design é deliberado. Esta estrutura histórica foi construída em 1960 para comemorar o 500º aniversário da morte de Henrique, o Navegador . Paga um tributo adequado a todos aqueles que estão envolvidos ativamente no desenvolvimento da Era de Ouro dos Descobrimentos, através de um surpreendente friso de estátuas situadas ao longo de ambos os lados do monumento das personalidades mais proeminentes, figuras como Vasco da Gama, Fernão de Magalhães e Pedro Álves Cabral. O próprio Henry está em primeiro plano, a caravela na mão.



Torre de Belém foi originalmente construida para defender a cidade de Lisboa





Património Mundial da UNESCO, a Torre de Belém foi construída na margem norte do rio Tejo entre 1514 e 1520 pelo arquiteto Francisco de Arruda. Também conhecida como a Torre de São Vicente, foi originalmente construída para defender a cidade. Mais tarde, a fortaleza adquiriu nova vida como farol e despacho aduaneiro. Não há necessidade de ser um fã de história para aproveitar o poder deste lugar. Cuidado com as escadas estreitas, porém - navegar pelos cinco andares do prédio e pelo terraço da cobertura requer resistência, mas a caminhada até o topo é recompensada com vistas impressionantes.



Casa dos Bicos Lisboa Alfama





A Casa dos Bicos ou Casa de Brás de Albuquerque localiza-se em Lisboa. É um dos núcleos do Museu de Lisboa. A casa foi construí­da em 1523, a mando de D. Brás de Albuquerque, filho natural legitimado do segundo governador da u00cdndia portuguesa

É situada a oriente do Terreiro do Paço, perto de onde ficavam a Alfândega, o Tribunal das Sete Casas e a Ribeira Velha (mercado de peixe e de produtos hortí­colas, com inúmeras lojas de comidas e vinhos).

Localizado na zona ribeirinha e inaugurado em 14 de julho de 2014, este núcleo arqueológico situa-se num edifício que é um dos exemplos mais representativos da arquitetura civil da Lisboa do séc. XVI, para além de conter memórias onde se cruzam vestígios de diversas épocas ao longo de 2000 anos.A Casa dos Bicos foi edificada entre 1521 e 1523, por ordem de Brás Albuquerque, filho do segundo Vice-Rei da Índia e segundo projeto atribuído a Francisco de Arruda. Na sequência do Terramoto de 1755, sofreu profunda destruição.Em 1981, foi alvo de reabilitação, sob o patrocínio da Comissão Organizadora da XVII Exposição Europeia de Arte, Ciência e Cultura, para aí albergar o núcleo expositivo “Os Descobrimentos Portugueses e a Europa do Renascimento”. O projeto, da autoria dos arquitetos Manuel Vicente e Daniel Santa-Rita, restituiu a volumetria original do edifício.Em 2008, a autarquia cedeu os pisos superiores para a instalação da Fundação José Saramago, reservando o piso térreo para a criação de um núcleo arqueológico, que integrou outros vestígios recuperados em nova campanha arqueológica desenvolvida em 2010 pelo município, sendo visíveis, nomeadamente, troços da muralha romana de Lisboa e cetárias, elementos de uma unidade fabril romana de preparados e condimentos de peixe, destinados maioritariamente à exportação.



Cordoaria Nacional Lisboa





A Fábrica Nacional de Cordoaria ou Cordoaria Nacional constituí­a um estabelecimento fabril da Marinha Portuguesa localizado em Lisboa, Portugal. O seu antigo edifí­cio, datado de 1779, é atualmente um monumento nacional. A Cordoaria foi inicialmente fundada em 1771, como Real Fábrica da Cordoaria da Junqueira, encerrando completamente a sua atividade fabril apenas em 1998.

O edifí­cio da Cordoaria está localizado na freguesia de Belém, entre a Avenida, a Travessa das Galeotas, a Rua de Mécia Mouzinho de Albuquerque e a Rua da Junqueira.

A Cordoaria fabricava cabos, cordas de sisal, velas e bandeiras que equipavam os navios portugueses.

O edifício da Cordoaria Nacional, criado pelo Marquês de Pombal por decreto de 1771, foi construído, provavelmente, com projeto do arquiteto Reinaldo Manuel dos Santos na segunda metade do século XVIII. Este conjunto de oficinas distribuído por 3 corpos estendidos paralelamente ao Rio Tejo, no sítio do antigo forte de S. João, destinava-se à produção de cordas, cabos, velas e outros equipamentos para os navios.

Da sua traça arquitetónica praticamente despojada de decoração, destacam-se apenas os portais centrais das fachadas norte e sul, respetivamente, com emolduramento de cantaria animada por janela de avental e verga curva e com emolduramento e verga em arco abatido.

Apesar de este edifício ter sido objeto de várias intervenções ao longo dos tempos impostas pelos incêndios dos séculos XIX e XX e pela necessidade de instalar serviços diversos da sua vocação original, assim como pelas transformações do tecido viário circundante (abertura da Av. da India), é considerado um dos mais notáveis exemplares de arquitetura industrial setecentista, estando classificado como Monumento Nacional.

As suas instalações estendem-se sobre quase 400 metros, para uma largura de apenas cerca de 50 metros, acompanhando paralelamente o rio Tejo. Estas dimensões caracterí­sticas deviam-se í s necessidades do processo produtivo. A sua situação, sobre o rio, procurava facilitar o fornecimento dos produtos aos armadores de embarcações.

Hoje em dia, o edifí­cio, aberto ao público, alberga várias exposições ao longo do ano como por exemplo a exposição Bienal de Antiguidades que inclui tapeçaria, mobiliário, pintura, porcelanas etc.

O edifí­cio está classificado como Monumento Nacional, desde 1996.



Miradouro de São Pedro de Alcântara Melhor ponto de vista no Bairro Alto, Chiado e Cais do Sodré





Apanha o Ascensor da Glória da Praça dos Restauradores, ou vá subindo a Calçada da Glória até este mirante maravilhoso. Fontes e bustos gregos adicionam um ar majestoso aos arredores, e o quiosque ao ar livre distribui vinho, cerveja e lanches, que você pode apreciar enquanto admira a vista do castelo e a música ao vivo.

 

Vai a caça ao tesouro na Feira da Ladra





Para uma experiência muito local, vá à caça do tesouro na Feira da Ladra , o mercado de pulgas mais famoso de Lisboa. Toda terça e sábado, das 9h às 18h, aqui você encontra centenas de barracas que vendem literalmente qualquer coisa.

Os amantes do vintage e não vão adorar a procurar lembranças estranhas, mas preste atenção aos seus objetos de valor enquanto caminhava ... deve haver alguma razão se o nome do lugar significa "mercado de ladrões"!

Como chegar à Feira da Ladra : a melhor maneira de chegar ao mercado é combinando-o com o passeio no eléctrico 28 e descendo no Arco de São Vicente.





Faça um cruzeiro no rio Tejo





O rio Tejo, ou Rio Tejo, é o maior rio da Península Ibérica, e um cruzeiro é a melhor maneira de ver Lisboa a partir de uma perspectiva diferente.  

Pode ir em um passeio de barco e apreciar a vista dos monumentos mais emblemáticos de Belém e passar por baixo da ponte 25 de Abril, ou pode ir um pouco mais chique e optar por uma Veleiro Tour com champanhe ou mesmo um iate 

Para a melhor experiência romântica, pode optar por um cruzeiro ao pôr-do-sol, e observar o sol mergulhando atrás do horizonte do Oceano Atlântico.



Museu da Água - Reservatório da Patriarcal





Escondido no subsolo do Jardim do Príncipe Real, encontra-se o Reservatório da Patriarcal, cuja construção foi concluída em 1864. Foi um dos primeiros reservatórios da rede de distribuição, projetada em 1856 pelo engenheiro francês Louis-Charles Mary, que possibilitou o fornecimento de água aos habitantes de Lisboa.



Museu Nacional do Teatro e da Dança Lisboa





O Museu Nacional do Teatro, designado Museu Nacional do Teatro e da Dança desde janeiro de 2015, foi inaugurado em 1985 e ocupa o Palácio do Monteiro-Mor, situado na freguesia do Lumiar em Lisboa.

Do acervo do museu, fazem parte cerca de 260.000 peças, trajos e adereços de cena, maquetes de cenários, figurinos, desenhos, caricaturas, programas, cartazes, postais, álbuns de recortes de jornal, manuscritos, folhetos, coplas, discos, partituras, teatros de papel do século XVIII ao século XX, assim como um espólio com cerca de 25.000 fotografias.

O Museu Nacional do Teatro apresenta para além da sua exposição permanente, exposições temporárias dedicadas a artistas e ou companhias de teatro, prestando desta forma a sua homenagem, aos diversos e conceituados artistas de palco portugueses.

O Museu Nacional do Teatro e da Dança encontra-se instalado no Palácio do Monteiro-Mor, um edifício do século XVIII, que após um incêndio de que apenas restaram as paredes exteriores, foi restaurado e concebido para responder ao programa museológico.

História do Teatro e das Artes do Palco em Portugal e que correspondem a uma pequeníssima percentagem do total das coleções do Museu, hoje com mais de 250.000 peças.

Em janeiro de 2015, foi anunciado que o Museu Nacional do Teatro vai passar a designar-se Museu Nacional do Teatro e da Dança pelo seu papel histórico nas duas áreas, numa nota do gabinete do secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier.



Aqueduto do Caneiro liga ao Aqueduto das Águas Livres Lisboa





O Aqueduto do Caneiro ou Aqueduto do Olival do Santí­ssimo é um aqueduto situado nas freguesias de Almargem do Bispo e de Caneças subsidiário do Aqueduto das águas Livres, que abastecia a cidade de Lisboa.

O Aqueduto do Caneiro passava pela Mãe de água Nova e entroncava no Aqueduto das águas Livres 425 metros abaixo da Mãe de água Velha. Principiava no Aqueduto do Olival do Santí­ssimo e ao longo de uma extensão de 4294 metros recolhia ainda a água dos seguintes aquedutos subsidiários:

Aqueduto do Poço da Bomba Aqueduto do Vale da Moura Aqueduto das Carvalheiras Aqueduto do Salgueiro ou de Dona Maria Aqueduto dos Frades Marianos ou da Zibreira Aqueduto da Câmara (construí­do em 1817) Aqueduto da Quintã O Aqueduto de Lisboa foi construído ao longo de dois séculos (XVIII e XIX), resultando de projectos de figuras relevantes para a arquitectura e engenharia militar portuguesas. É uma estrutura que se estende ao longo de 14 km, mas que, considerando os seus subsidiários e condutas de distribuição, perfaz um total de cerca de 58 km de extensão.

O troço principal que se desenvolve da Mãe de Água Velha, junto à povoação de D. Maria, até à Mãe de Água das Amoreiras, possui vários pequenos aquedutos subsidiários, que permitiram aumentar o caudal de água que chegava a Lisboa. Desses destacam-se:



Aqueduto das Águas Livres





Uma das imagens mais icónicas de Lisboa, o aqueduto das águas livres permitiu, a partir de 1744, abastecer de água fresca e potável toda a cidade de Lisboa. Mandado construir durante o reinado de D. João V, responsável por tantas obras marcantes, o ambicioso projeto em estilo barroco e neoclássico tem mais de 14 km de comprimento. A face mais visível deste monumento magnífico é o aqueduto de Alcântara que atravessa todo o vale 



Museu do Cinema





Criação da Cinemateca Nacional, pela Lei nº 2027, integrada nos serviços do SNI. 1954 Construção dos depósitos de filmes da Cinemateca Nacional com sistema de condicionamento de ar.

1956 Entrada da Cinemateca na Federação Internacional de Arquivos de Filmes (a candidatura tinha sido apresentada dois anos antes).

1958 29 de Setembro: Início da actividade de programação da Cinemateca no Palácio Foz. 30 de Setembro: Abertura da Biblioteca ao público. 1971 Lei 7/71 de 7 de Janeiro, que estabelece a criação do Instituto Português de Cinema e a integração da Cinemateca Nacional no mesmo; transferência dos serviços para a Rua de S. Pedro de Alcântara; os cofres e a sala de cinema mantêm-se no Palácio Foz.

1980 Pelo Decreto-Lei nº 59/80, de 3 de Abril, a Cinemateca Portuguesa (designação que substituía a de Cinemateca Nacional) é dotada de autonomia administrativa e financeira, personalidade jurídica e património próprio. Aquisição do imóvel na Rua Barata Salgueiro para edifício-sede da Cinemateca Portuguesa.

14 de Julho: Início das sessões diárias da Cinemateca, acompanhadas de um texto analítico original. 1 de Agosto: Publicação do decreto regulamentar nº 33/80, dotando a Cinemateca "dos meios e estruturas consentâneos com a missão que lhe está reservada".

Neste decreto é estabelecido que as receitas da Cinemateca correspondem a 20% das receitas orçamentais do IPC, provenientes do imposto adicional sobre espectáculos de cinema. Constituição de um grupo de trabalho proposto pelo IPC e RTP, que integra elementos da Cinemateca, para a criação do Arquivo Nacional das Imagens em Movimento.

27 de Outubro: A UNESCO aprova e publica a "Recomendação de Belgrado", que chama a atenção de todos os governos do mundo para a importância da conservação das imagens em movimento.

1981 Janeiro: Instalação dos serviços e pessoal da Cinemateca no novo edifício. 23 de Abril: Destruição total da sala de cinema, provocada por um incêndio devido à combustão de um rolo de uma cópia com suporte de nitrato de celulose. Setembro: Projecto ANIM é transferido para a esfera de orientação da Cinemateca.

1991 Julho: Reunidos em Lisboa, representantes das principais cinematecas europeias lançam o Projecto LUMIÈRE, integrado no Programa Media da Comunidade Europeia. O projecto, que constitui a primeira iniciativa comunitária de apoio ao património cinematográfico, tem sede em Portugal e decorre até 1995, altura em que é activada a ACCE (Associação das Cinematecas da Comunidade Europeia), hoje ACE (Associação das Cinematecas Europeias).



Museu do Centro Cientifico e Cultural de Macau (Museu de Macau)





A partir de 1995, data da criação do Centro Científico e Cultural de Macau, foi constituído o acervo do Museu, em parte baseado na aquisição a um macaense de uma colecção de arte chinesa. O coleccionador António Sapage era possuidor de uma das mais completas colecções de terracotas e porcelanas chinesas, conhecidas

 

O CCCM é também uma instituição de divulgação cultural. O Museu através da organização de Exposições Temporárias e de múltiplas actividades de animação, a cargo do Serviço Educativo, é a face mais pública do CCCM.O Museu procura atrair o grande público, das mais diferentes idades e formações, despertando interesse e atenção para as questões de Macau e do relacionamento Portugal-China.O Museu do CCCM é um laboratório de investigação histórica e cultural que apresenta alguns resultados e investigação do Centro Científico e Cultural sobre a história das relações luso-chinesas e a história de Macau.O Museu com recurso a modernas e dinâmicas linguagens, didácticas e interactivas, apoia-se nas mais modernas tecnologias para captar a atenção dos mais jovens e do público em geral. Visa divulgar a condição essencial de Macau enquanto ponto de encontro por excelência de Portugal e da Europa com a China. Procura, ao mesmo tempo, acentuar a importância da milenar herança da civilização chinesa.Compete ainda ao Museu a gestão, conservação e preservação das colecções museológicas, o fomento das aquisições, doações e depósitos com vista ao enriquecimento do acervo e o contributo para a dinamização científica e cultural luso-chinesa.



Museu Geológico de Lisboa





O Museu Geológico de Lisboa foi constituí­do em 1857, quando foi criada a Comissão Geológica, a partir de exemplares colhidos pelos pioneiros da Geologia portuguesa como: Carlos Ribeiro, Nery Delgado, Pereira da Costa, Paul Choffat, entre outros. A Comissão ficou instalada no edifí­cio do antigo convento de Jesus, na Rua da Academia das Ciências,19 - 2º, em Lisboa.

Além do seu significativo valor cientí­fico, o Museu Geológico de Lisboa tem grande interesse histórico e museológico, uma vez que nas suas instalações que nasceram a Geologia e a Arqueologia portuguesas. Nas sua grandes salas, o mobiliário a elas adaptado e o modelo expositivo do século XIX, conferem-lhe um carácter único e raro na Europa, de importância patrimonial reconhecida.

Das colecções (Paleontologia, Estratigrafia, Arqueologia e Mineralogia) é porventura o mais representativo de Portugal e de grande interesse cientí­fico, estando disponí­veis a investigadores, nacionais e estrangeiros.

Possui vasta colecção de fósseis recolhido em Portugal: Dinossauros, Trilobites, Amonites, Plantas, etc. Reúne uma excelente colecção de arqueologia pré-histórica, representando todos os perí­odos, desde o Paleolí­tico ao Romano em território nacional. Estão expostos, minerais, [[rochas e instrumentos cientí­ficos históricos. É um dos mais antigos museus portugueses (1859), com uma já rara u201catmosferau201d do século XIX. Está no local onde nasceram a Geologia e a Arqueologia portuguesas.

Constituído em 1859, reúne coleções de Paleontologia, Estratigrafia, Arqueologia e Mineralogia. Destaque particular para os fósseis de vertebrados terciários e dinossáurios.

Venda de publicações editadas pelo Instituto Geológico e Mineiro e cartas geológicas. Possibilidade de fornecimento às escolas de amostras de rochas, minerais e fósseis portugueses.



VISITE O MAAT Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, junto ao rio Tejo





Não perca o MAAT, Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, junto ao rio Tejo. Não é apenas um edifício arquitetônico excepcional, mas também um lugar incrível para ver exposições nacionais e internacionais de artistas e arquitetos contemporâneos. Os dois edifícios, a central eléctrica icónica e o novo salão moderno, podem ambos ser visitados com um bilhete combinado de 9 € ou separadamente a 5 € cada. O programa cultural oferecido é bastante diversificado: desde instalações de arte e projetos arquitetônicos até plataformas vivas e exibições de vídeo e filmes, há algo para todos. Não perca o telhado do MAAT, uma área de jardim completa que oferece belas vistas do rio e da ponte.



Vai até á baixa beber um copo de Ginjinha





A ginjinha é um licor tipicamente português feito de uma fruta parecida com uma cereja. Um tiro geralmente custa 1 euro e também pode usá-lo com uma bolacha de cereja ou chocolate, o que torna a experiência ainda mais doce.

O bar mais popular para experimentá-lo é o A Ginjinha  [no Rossio, Largo de São Domingos 8] , mas também é muito popular nos muitos cafés da Praça da Figueira.



Perder-se em Alfama o melhor da cidade de Lisboa





O bairro mais antigo de Lisboa, Alfama , é um para se perder! Passeie pelos impressionantes edifícios altos e ruas estreitas, parando para um café ou porto para recarregar as baterias.

Estas estradas levam-no desde o Castelo de São Jorge até ao Rio Tejo, olhando os bonitos edifícios de azulejos ao longo do caminho.

Só posso comparar Alfama ao labirinto que é  a Cidade Velha de Edimburgo, mas numa escala muito maior (ou mais estreita?). Esta área é uma das mais populares atracções turísticas de Lisboa e apresenta muitas rotas de visitas guiadas.



Sé a imponente catedral de Lisboa





No distrito de Castelo, perto do antigo bairro de Alfama, a catedral românica fortificada de Lisboa - a Sé - sofreu várias remodelações de design desde que a estrutura original foi consagrada em 1150 . Uma série de terremotos que culminaram no tremor devastador de 1755 destruiu completamente o que existia no século XII. O que você vê hoje é uma mistura de estilos arquitetônicos, sendo as características de destaque as torres de sino geminadas que embelezam o horizonte do centro da cidade - particularmente no fim da tarde, quando um sol poente assenta a alvenaria com um laminado dourado.



Castelo de São Jorge - o castelo antigo dentro da Cidade de Lisboa





O Castelo de São Jorge fica no topo da colina mais alta do bairro de Alfama e dificilmente pode ser esquecido quando você passeia pela cidade. Este antigo castelo mouro do século XI não só proporciona uma história e histórias abundantes, mas também oferece vistas deslumbrantes sobre o centro histórico de Lisboa e o Rio Tejo, tornando-o imperdível para todos os visitantes que visitam pela primeira vez.



Museu João de Deus Lisboa





O Museu João de Deus é uma casa-museu de cariz Bibliográfico, Pedagógico e Artí­stico. Foi solenemente inaugurado em 12 de Janeiro de 1917. Após a Implantação da República, um grupo de Republicanos abordou o filho do poeta João de Deus - João de Deus Ramos - para concretizar um projecto para a expansão de ideais. Contaram com a ajuda de Afonso Lopes Vieira, que levou à imprensa a ideia de construção do Museu João de Deus, com dois objectivos: o de ser um monumento ao poeta e também uma biblioteca de apoio à cultura portuguesa. Da autoria do arquitecto Raul Lino, conta com pinturas de Leal da Câmara.

Os edifí­cios do Jardim-Escola e Museu João de Deus estão classificados desde 2012 como Monumentos de Interesse Público.

No Museu João de Deus podemos encontrar, além de correspondência e objectos pessoais de João de Deus e de João de Deus Ramos, bustos, pinturas, desenhos, e ainda uma biblioteca histórica. Do seu acervo bibliográfico, faz parte um número significativo de Métodos de Iniciação à Leitura e ao Cálculo.









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