Castelo de Castro Marim





As populações que habitavam o espaço português conheceram, desde tempos muito remotos, a necessidade de se munirem de estruturas defensivas.

Está a vila de Castro Marim edificada sobre um monte do Castelo, umas das mais significativas invocações que a Idade Média introduziu na paisagem portuguesa, na margem direita do rio Guadiana.A primeira fortaleza de Castro Marim deveria ter consistido num castro familiar ou de povoamento do período neolítico, levantado na coroa desse monte.

Devido à configuração topográfica e localização estratégica de Castro Marim, foi esta vila povoada por vários povos, entre eles, Fenícios, Cartagineses, Vândalos e Mouros, estes derrotados, aquando da conquista da vila por D. Paio Peres Correia em 1242.

O Castelo de Castro Marim localiza-se na vila e Freguesia e Concelho de mesmo nome, no Distrito de Faro, em Portugal.

Fortificação raiana, em posição dominante sobre o chamado monte do Castelo, defendia aquele ponto de travessia sobre a margem direita da foz do rio Guadiana, fronteiro ao Castelo de Ayamonte na margem oposta, hoje na Espanha. Ex-libris da vila, é considerado pelos estudiosos como um dos mais significativos monumentos da Idade Média portuguesa na paisagem da região. Encontra-se integrado na Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António, sendo bastante apreciada a vista panorâmica sobre o rio, a zona do Sapal, a serra algarvia, a Espanha, as salinas e as praias daquele litoral.



Praia da Barreta na Ilha Deserta Faro Algarve





A Praia da Barreta situa-se na Ilha Deserta, à entrada da Barra Nova (Barra Faro-Olhão) e faz jus ao nome pelo facto de não ter construções e de ser pouco frequentada.O acesso faz-se por mar, a partir do Cais da Porta Nova (Portas do Mar), sendo que na travessia pode observar na maré vasa pequenos labirintos de areia, canais e bancos de sapal. Pelo caminho há que prestar também atenção às diversas aves que por aqui se alimentam.

A Praia da Barreta é uma das mais bem conservadas e menos frequentadas praias do Algarve. Cerca de 11 km de silêncio e sossego caracterizam a Ilha Deserta, onde tudo parece encaixar-se perfeitamente entre mundos tão distintos como a terra, o mar e o ar. A areia respira de vida, alimentando várias espécies de moluscos: amêijoas, búzios e muitas outras conchas. O cordão dunar mantém preservada a sua vegetação original e a flora encontra o seu máximo esplendor escondendo, na encosta interior as espécies mais frágeis. Aqui a fauna também se encontra protegida, podendo-se observar Borrelhos, Garajaus, Andorinhas do Mar, Gaivinas ou Chiretas.

A partir do pontão de embarque pode optar por realizar um interessante percurso ambiental. Este percurso é circular, inicia-se num passadiço de madeira (no lado da Ria) e termina no areal da praia (do lado da Costa). Aqui pode contemplar a flora e a fauna existentes.No areal, a poente do local onde desemboca este passadiço, foi aprovado pela Assembleia Municipal de Faro a criação de uma zona destinada à prática do Naturismo.

O ponto mais a sul de Portugal, a Ilha da Barreta ou Deserta é uma das ilhas-barreira do Parque Natural da Ria Formosa que fazem a separação entre a zona de sapal e o mar. Sendo só acessível por barco a partir de Faro (durante os meses de junho a setembro), a viagem demora cerca de 20 minutos que poderá aproveitar para admirar algumas espécies de aves protegidas.Com um vasto areal e um mar de águas límpidas, a Ilha da Barreta é um verdadeiro paraíso onde não existem outras construções além das que servem de apoio à praia e que oferecem a possibilidade de praticar atividades como a vela, windsurf  e passeios de barco.



Museu Municipal de Faro





O Museu tem por missão a investigação, conservação, documentação, valorização, divulgação, aquisição e difusão dos testemunhos materiais e imateriais do Homem na área do concelho de Faro, numa perspetiva regional.Vale a penaFaro é uma cidade de vários encantos patrimoniais e de longos séculos de história que facilmente se testemunham na vila adentro. Onde outrora civilizações de eras longínquas viveram e edificaram os seus lares, templos e equipamentos públicos, hoje turistas de vários idiomas exploram, pelo seu próprio pé ou por sugestão de itinerários de visita, as referências históricas e artísticas farenses. O passeio pelo centro histórico obriga a paragens junto do arco da vila, ao arco do repouso, a uma vista pelas muralhas, à Sé e, naturalmente, ao museu municipal.Cem anos depois desde a sua fundação, marco que lhe confere o estatuto de um dos museus mais antigos da região algarvia, e depois de ter conhecido várias moradas, o antigo convento de Nossa Senhora da Assunção, o seu atual espaço, é de longe o que melhor lhe assenta e o que mais o valoriza. O claustro, herança arquitetónica da vida conventual, qual cartaz do museu, além de exteriorizar grande sensualidade e magia, ainda distribui pelos seus dois pisos as salas de exposição. Ao circular pelo quadrado do claustro pode ter acesso a uma síntese das épocas romana e islâmica, apreciar belos exemplares de pintura antiga ou as obras de Carlos Porfírio, tudo graças a uma equipa qualificada e experiente a trabalhar todos os dias para melhorar o serviço do Museu Municipal e convencê-lo a entrar aqui. Se nos confiar a sua visita sairá seguramente satisfeito e mais enriquecido. Venha ao Museu Municipal de Faro, vai ver que vale a pena.



Casa - Museu Pintor Jos Cercas





O pintor José Cercas (1914-1992) natural de Aljezur deixou em testamento a sua casa e todo o seu espólio à Câmara Municipal de Aljezur, com a condição de ali instalar uma Casa-Museu para perpetuar a sua memória e a sua obra. De facto assim sucedeu, tendo sido inaugurada em 1995.

Coleccionador de diversas peças antigas, conseguiu ao longo da vida reunir um valioso espólio, agora exposto no museu. Composto por peças de loiça, arte sacra, esculturas e mobiliário, destacam-se ainda vários quadros e desenhos da sua autoria e de artistas internacionais.

A pedido do pintor, a disposição que concebeu da sua casa enquanto lá viveu foi respeitada, inclusive a recriação do seu atelier. 

 

A Casa Museu Pintor José Cercas é um espaço museológico situado na localidade de Aljezur, no Distrito de Faro, em Portugal. Antes de se ser exclusivamente um espaço de exposição e visitação, era o local onde Cercas morava. Em algum momento antes de falecer, o pintor deixou em testamento sua casa



Praia do Farol Ilha de Faro Algarve





A Praia do Farol está situada na Ilha da Culatra, concelho de Faro e deve-se o seu nome ao facto de nela estar localizado o farol do Cabo de St.ª. Maria.O acesso à Ilha do Farol faz-se apenas por barco. Existem ligações desde Olhão, durante todo o ano e desde Faro, a partir do Cais da Porta Nova (Portas do Mar).Durante este transporte, de aproximadamente 40min, pode-se apreciar a beleza da Ria Formosa bem como a fauna diversificada que habita nesta área protegida.

Apesar da sua ocupação urbana e turística, esta praia conta com um extenso areal que, para nascente, se vai tornando gradualmente mais tranquilo.Esta praia conta com um posto de primeiros socorros, um apoio balnear e dois apoios de praia. O serviço de nadadores salvadores encontra-se assegurado em dois postos de praia.

O concelho de Faro integra no seu território um conjunto de ilhas: a Ilha da Culatra, Farol, a Ilha Deserta (ou Barreta) e a Ilha de Faro (mais conhecida como Praia de Faro). Com exceção desta última, as ilhas só são acessíveis por barco.Durante todo o ano (com saída do Cais Comercial ou do Cais das Portas do Mar, dependendo da altura do ano) poderá recorrer às carreiras marítimas de caráter regular ou os serviços de passeios de barco pela ria, para conhecer a beleza destas ilhas.

Acessível por carreiras regulares de barco a partir de Faro, a Ilha do Farol é uma das que formam a barreira arenosa entre o mar e a Ria Formosa, fazendo parte integrante do Parque Natural.Possuindo uma pequena povoação designada por Farol, em que os habitantes se dedicam na sua maioria à pesca ou à produção de bivalves na Ria, esta ilha é um verdadeiro paraíso, com um areal vasto quase deserto, banhado pelo mar calmo e límpido.



Praia da Ilha Deserta





Tal como o nome sugere (Ilha Deserta), apenas se pode visitar por barco. Um servio providenciado para os turistas e alguns hotis da rea tal como o hotel Faro.

Praia de Quarteira





A praia de Quarteira é uma longa praia situada em Quarteira, Algarve, Portugal.

Quarteira é uma antiga aldeia de pescadores, hoje um centro turí­stico cosmopolita mas de nulo interesse urbaní­stico. Tornou-se destino de férias populares para os portugueses a partir da década de 1960, principalmente devido ao seu extenso areal e clima único. A praia é extensa, com mais de 2 km de comprimento, e cortada por vários molhes separados cerca de 300 metros entre si.

Tem uma frequência sempre muito grande, especialmente de turistas portugueses. Na época balnear dispõe de um Centro Azul que dinamiza atividades na praia e presta apoio aos banhistas.

Sendo uma praia situada em plena zona urbana, dispõe de todos os equipamentos e serviços de apoio.

 

Junto à Quarteira, uma das localidades mais concorridas do Algarve durante o verão, a Praia do mesmo nome possui um areal muito extenso dividido por pontões de cimento. Separada da localidade pela Avenida Marginal, um passeio marítimo muito agradável, a Praia da Quarteira é banhada por um mar tranquilo e possui excelentes infraestruturas de apoio que proporcionam agradáveis momentos de lazer aos veraneantes.

 

Antiga povoação de homens do mar, desenvolveu-se de modo a dar apoio à crescente procura das suas praias, constituindo atualmente um importante centro turístico.

O núcleo piscatório, com as suas embarcações e casas de aprestos, subsiste, limitado porém ao extremo poente da praia. O peixe fresco grelhado é uma presença incontornável à mesa em Quarteira e o mar recheia receitas tradicionais como a sopa de pão com conquilhas ou as lulas com ferrado. O areal com quase 2 km de extensão encontra-se compartimentado por vários molhes, junto dos quais se vai acumulando areia, e que proporcionam banhos tranquilos aos veraneantes.



Casa rural de Milreu poente da aldeia histrica de Estoi, a 8km de Faro





Edifí­cio de planta retangular e técnica construtiva mista de alvenaria de pedra e taipa, resultante de um lento processo evolutivo e de alterações efetuadas em diferentes épocas. A possibilidade da observação da sobreposição de estruturas construtivas torna especialmente compreensí­vel o lento processo de transformação dos edifí­cios.

Localizada a poente da aldeia histórica de Estoi, a 8km de Faro, a Villa Romana de Milreu revela uma ocupação continuada desde o século I e até ao século XI. O conhecimento da sua história revela-nos que terá sido habitada por famílias de elevado estatuto social e político, às quais eram proporcionadas as necessidades não só de um quotidiano rural, como também de grande vivência lúdica.

No século IV, foi erguido um edifício religioso ricamente decorado e ainda hoje conservado até ao arranque das abóbadas, destinado ao culto privado da família. Cristianizado no século VI, o templo serviria também o culto no período islâmico e até ao século XI. Entre os séculos XVI e XIX, e sobre as divisões privadas da antiga casa romana, foi erguida uma casa rural com contrafortes cilíndricos.

Site oficial para a visita 



Runas romanas de Milreu





As Ruí­nas romanas de Milreu ou Ruí­nas de Estói, são um importante vestí­gio da época romana situados em Estói, no concelho de Faro, perto da estrada que segue para S. Brás de Alportel. Localizada a poente da aldeia histórica de Estoi, a 8km de Faro, a Villa Romana de Milreurevela uma ocupação continuada desde o século I e até ao século XI. O conhecimento da sua história revela-nos que terá sido habitada por famílias de elevado estatuto social e político, às quais eram proporcionadas as necessidades não só de um quotidiano rural, como também de grande vivência lúdica.

Foram postos a descoberto em 1877 pelo arqueólogo Estácio da Veiga.

Milreu é o testemunho de uma importante villa áulica romana, habitada desde o século I da Era Cristã, com vestí­gios de ocupação contí­nua até ao século X.

Em finais do século III, a casa foi reorganizada em torno de um grande peristilo central com colunas, rodeando um pátio aberto com jardim e tanque de água.

No século IV, a entrada da villa foi monumentalizada e o peristilo e as termas foram embelezadas com mosaicos representando fauna marinha, enquanto a sul da via se ergueu um imponente edifí­cio de culto a uma divindade aquática, que no século seguinte viria a ser transformado num templo paleocristão.

Sobre parte das ruí­nas merece ainda destaque uma singular habitação quinhentista com contrafortes cilí­ndricos nos cantos exteriores.

Foram classificadas como Monumento Nacional em 1910.



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