Visita o Mercado Time Out no Cas do Sodr





A revista Time Out organizou este animado salão de comida no Cais do Sodré, que combina com sucesso os mundos de intelectual e intelectual. Situado no tradicional Mercado da Ribeira, onde os moradores compram carne e peixe, é um dos melhores lugares em Lisboa para passar o dia, comendo e bebendo de mais de 50 conceitos diferentes. Comece com a charcutaria da marca Manteigaria Silva com mais de um século e termine com o sorvete de estilo italiano embalado em um cone de biscoito wafer da Santini. Uma das melhores razões para visitar é provar a cozinha de alguns dos chefs mais famosos de Portugal, incluindo Miguel Castro e Silva, Marlene Vieira, Miguel Laffan, Alexandre Silva e Henrique Sá Pessoa.



Igreja de So Vicente de Fora Lisboa





A Igreja de São Vicente de Fora, também referida como Mosteiro de São Vicente de Fora, localiza-se no bairro histórico de Alfama, na cidade e Distrito de Lisboa, em Portugal.

O atual edifício maneirista, de carácter monumental, harmonioso e simétrico, substituiu o primitivo complexo arquitetónico românico do séc. XII (1147), um Mosteiro do mesmo nome, mandado construir por D. Afonso Henriques em agradecimento pela conquista de Lisboa aos Mouros nesse mesmo ano.

Mandado erguer por Filipe II em 1582, a construção termina em 1629, tendo sido dirigida por Fillipo Terzi em colaboração com outros engenheiros e mestres de obras, possivelmente segundo modelo inicial atribuído ao arquiteto de Filipe II, Juan de Herrera, autor do Mosteiro de El Escorial (Madrid).



Museu Nacional de Arte Contempornea do Chiado





O Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado é um museu de arte contemporânea situado no centro histórico de Lisboa fundado em 1911. Foi inteiramente reconstruí­do em 1994, sob projecto do arquitecto francês Jean-Michel Willmotte.

A divisão do antigo Museu Nacional de Belas-Artes em Museu Nacional de Arte Antiga, que herdou daquele as obras realizadas até 1850 e continuou instalado no Palácio das Janelas Verdes, e em Museu Nacional de Arte Contemporânea, constituí­do por todas as obras posteriores a esta data, tendo sido instalado no Convento de São Francisco da Cidade, num espaço vizinho da Academia de Belas Artes. A instalação neste espaço, ainda que provisoriamente, vinha simbólica e oportunamente situá-lo na zona frequentada pelas tertúlias das gerações representadas no museu.

Ocupava os antigos salões onde as exposições dos românticos e naturalistas haviam tido lugar, em espaços anexos ao convento.O Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado  foi fundado por decreto da República em 26 de maio de 1911.

Nasce assim da divisão do antigo Museu Nacional de Belas-Artes em Museu Nacional de Arte Antiga, que herdou daquele as obras realizadas até 1850 e continuou instalado no Palácio das Janelas Verdes, e em Museu Nacional de Arte Contemporânea, constituído por todas as obras posteriores a esta data, tendo sido instalado no Convento de S. Francisco, num espaço vizinho da Academia de Belas Artes.

Ao organizar-se uma rede museológica, articulada ao longo do país, cumpria-se um projeto de modernidade desenvolvido pelo ideário oitocentista de livre esclarecimento dos cidadãos, dotando o país com os instrumentos necessários à salvaguarda e revelação da arte nacional. Inédita e pioneira, no contexto internacional, terá sido a criação de um museu de arte contemporânea.



Palcio de So Bento ou Parlamento de Lisboa





O Palácio de São Bento é um palácio de estilo neoclássico situado em Lisboa, sendo a sede do Parlamento de Portugal desde 1834. Foi construí­do em finais do século XVI como mosteiro beneditino (Mosteiro de S. Bento da Saúde) por traça de Baltazar álvares. Com a extinção das ordens religiosas em Portugal passou a ser propriedade do Estado. No século XVII, foram construí­das as criptas dos marqueses de Castelo Rodrigo.

Depois da implantação do regime liberal em 1834, após a Guerra civil portuguesa, tornou-se sede das Cortes Gerais da Nação, passando a ser conhecido por Palácio das Cortes. Acompanhando as mudanças da denominação oficial do Parlamento, o Palácio foi, também, tendo várias denominações oficiais: Palácio das Cortes (1834-1911), Palácio do Congresso (1911-1933) e Palácio da Assembleia Nacional (1933-1974). Em meados do século XX passou a utilizar-se, geralmente, a designação de Palácio de S. Bento em memória do antigo Convento. Essa denominação manteve-se, depois de 1976, quando passou a ser a sede da Assembleia da República.

Ao longo dos séculos XIX e XX o Palácio foi sofrendo uma série de grandes obras de remodelação, interiores e exteriores, que o tornaram quase completamente distinto do antigo Mosteiro. O interior é igualmente grandioso, repleto de alas e de obras de arte de diferentes épocas da história de Portugal. O palácio foi classificado como Monumento Nacional em 2002.

Em 1999 foi inaugurado o edifí­cio novo que serve de apoio à Assembleia da República. Localizado na praça de S. Bento o novo edifí­cio, um projeto de 1996 do arquiteto Fernando Távora, embora ligado ao palácio por acesso interior direto foi propositadamente construí­do de forma a ser uma estrutura autónoma a fim de não comprometer nem descaracterizar o traçado palaciano.



Baslica da Estrela a mais bonita da cidade





A cúpula branca e brilhante da Basílica da Estrela atrai olhares de admiração de toda a cidade de Lisboa, tal como a sua onipresença no horizonte da cidade. A igreja é uma das maiores da capital e está situada em uma colina a oeste do centro da cidade. Encomendado por Maria I , filha do rei José I, a construção da basílica começou em 1779 e foi concluída em 1790. A fachada de calcário, embelezada com uma mistura de estátuas e figuras alegóricas, é equilibrada por duas torres de sino e é semelhante em design para o Mosteiro Pálacio Nacional de Mafra, embora em menor escala.



Museu Arqueolgico do Carmo em Lisboa visita obrigaria





O Museu Arqueológico do Carmo localiza-se nas ruí­nas do Convento do Carmo na cidade e Distrito de Lisboa, em Portugal A construção da igreja do Carmo remonta ao ano de 1389, impulsionada pelo desejo e devoção religiosa do seu fundador, o Condestável do Reino, D. Nuno Álvares Pereira.

Construída sobre a colina fronteira ao castelo de S. Jorge, pela sua grandeza e monumentalidade, rivalizava com a Sé de Lisboa e com o Convento de S. Francisco da mesma cidade.

Desde cedo este espaço religioso foi considerado emblemático da urbe lisboeta e da própria identidade nacional, pelo facto de lhe estar associado o nome de um dos mais famosos heróis portugueses da Idade Média. Ao ter escolhido a igreja do Carmo para sua sepultura, Nuno Álvares Pereira marcou, de forma decisiva, toda a história do monumento gótico.A igreja e o convento receberam vários acrescentos e alterações ao longo dos tempos, adaptando-se a novos gostos e estilos arquitectónicos e decorativos, transformando-se numa das construções mais ricas e poderosas de Lisboa.

Em 1755, o terramoto, que abalou com violência a cidade, provocou graves danos no edifício, agravados pelo subsequente incêndio que destruiu quase totalmente o seu recheio. No ano de 1756 iniciou-se a sua reconstrução, já em estilo neogótico, interrompida definitivamente em 1834, devido à extinção das Ordens Religiosas em Portugal.

Desse período de reconstrução datam os pilares e os arcos das naves, que são um verdadeiro testemunho de arquitectura neogótica experimental, de cariz cenográfico.

Em meados do século XIX, imperando o gosto romântico pelas ruínas e pelos antigos monumentos medievais, optou-se por não continuar a reconstrução do edifício, deixando o corpo das naves da igreja a céu aberto. É assim criado um mágico cenário de ruína, que tanto agradava aos estetas oitocentistas e que ainda hoje encanta os nossos contemporâneos. As ruínas do Carmo transformaram-se, assim, num memorial do terramoto de 1755. 



Museu das Crianas no Jardim Zoolgico de Lisboa





O Museu das Crianças foi inaugurado em 1994, inicialmente instalado numa dependência do Museu de Marinha, ocupa agora um espaço no Jardim Zoológico de Lisboa.

O Museu das Crianças, constitui um espaço privilegiado de aprendizagem, onde se incentiva a curiosidade e a confiança das crianças.

Criar um espaço didático e pedagógico, onde as crianças possam aprender a brincar foi sempre a missão  deste Museu.  Queremos ser um local nacional de referência Infantil, que possa ensinar temas importantes para a vida das crianças  de forma divertida e inovadora.  Tocar, ouvir, explorar e brincar são as palavras-chave que tornam esta experiência mágica para qualquer criança.

Por aqui passam cerca de 20 mil crianças por ano, e por cada sorriso que aqui deixam torna-se mais importante a existência e o significado deste Museu.

 

A Exposição é a principal atividade do Museu, e muda a cada três anos, tentando sempre explorar  temas adaptados à curiosidade das crianças e aos planos escolares.  O Museu está aberto para visitas de segunda a domingo, das 10h as 18h. A nova exposição sobre a História de Portugal foi inaugurada em Outubro de 2018, e cada visita guiada tem a duração de 2 horas.



Visita o Bairro Histrico de Belm





Belém é um dos bairros mais famosos de Lisboa. Embora não seja particularmente central, é facilmente acessível através do eléctrico 15 na estação do Cais do Sodré. 

Nos bairros mais históricos de Lisboa, há algumas coisas que você não pode perder. O Mosteiro dos Jerónimos e a Torre de Belém são verdadeiramente imperdíveis em Lisboa.

  O  Mosteiro dos Jerónimos  [Praça do Império 1400-206] é um Patrimônio Mundial da UNESCO e é uma bela obra de arquitetura (os claustros são impressionantes). Vasco da Gama passou aqui a sua última noite antes de iniciar a sua viagem à Ásia!

Você pode visitar a capela principal de graça, mas se você quiser visitar o mosteiro há uma taxa de entrada de 10 euros, a menos que você tenha o cartão de Lisboa , caso em que é grátis.



Capela de So Jernimo em Lisboa





A Capela de São Jerónimo, também conhecida por Ermida de São Jerónimo ou Ermida do Restelo é uma capela localizada na freguesia de Belém, no concelho de Lisboa, distrito homónimo. Monumento Nacional, esta capela do séc. XVI, foi concebida por Boitaca, arq. dos Jerónimos, e concluida por Rodrigo Afonso.

De planta quadrangular, surge rematada por grosso cordão e pináculos torsos, com gárgulas nos cantos. A sua cobertura de abóbada polinervada é sustentada através do recurso estrutural de cunhais reforçados por 4 gigantes. A porta principal apresenta decoração ligada à simbólica manuelina. No interior,de nave única, destaca-se o arco triunfal, que antecede a capela-mor. 

Possui a classificação de Monumento Nacional desde o ano de 1943.

Trata-se de uma capela simples que está rodeada por um jardim da pena do Arquiteto Gonçalo Ribeiro Telles e que goza de vistas espectaculares tanto sobre Belém como sobre a linha de Cascais. Tem ainda por vizinha a moradia modernista da rua de Alcolena n.º 28.



Elevador de Santa Justa - fica no centro da Cidade





Elevando-se um tanto estranhamente entre o movimentado bairro da Baixa, o Elevador de Santa Justa é um elevador neo-gótico que tem mais de um século de existência e que costumava ser movido a vapor. 

O objetivo é mais do que apenas absorver um panorama, mas sim servir de transporte público para os que chegam ao Bairro Alto sem subir o morro. Quando vier a Lisboa, não perca esta experiência exclusiva de elevador e desfrute da maravilhosa vista sobre o horizonte da cidade!



Palcio Vale Flor em Lisboa Hotel Pestana Palace





O Palácio Vale Flor, onde se localiza desde 2001 o Hotel Pestana Palace, é um Monumento Nacional localizado na cidade de Lisboa. Situa-se na Rua do Jau, n.º 54, no Alto de Santo Amaro.

 

Erguido no alto de Santo Amaro no início do século XX, o Palácio Vale Flor é um dos mais bonitos edifícios palacianos da Lisboa romântica. Foi mandado edificar por José Constantino Dias, emigrante português que enriqueceu como fazendeiro em São Tomé e Príncipe e que, regressado a Portugal, recebeu do rei D. Carlos o título de Marquês de Valle Flôr. 

O terreno escolhido pelo novo marquês para edificar o seu sumptuoso palacete havia sido comprado em 1890, numa época em que o bairro residencial de Santo Amaro crescia à sombra da actividade fabril de Alcântara, a compasso da malha urbana da cidade, que conheceu uma franca expansão em núcleos exteriores ao centro histórico situado na Baixa. 

O projecto foi entregue ao arquitecto Nicola Bigaglia, e em 1904 iniciou-se a construção do edifício. No entanto, o arquitecto italiano faleceu em 1908, sendo então contratado para dirigir os trabalhos o português José Ferreira da Costa, que lhe fez alterações substanciais, às quais se juntaram detalhes decorativos executados por Ventura Terra. Neste ano edificava-se já o espaço das cocheiras, independente e fronteiro ao palácio, iniciando-se também a estrutura de dois grandes pavilhões, em ferro e vidro, nos jardins da propriedade. Entre 1910 e 1915 executava-se a campanha de decoração do espaço interior do palácio, a cargo de Constantino Fernandes, Carlos Reis e Eugénio Cotrim. 

 



Visita o Elevador de santa justa e o seu miradouro





Isso pode ser apenas o elevador mais bonito do mundo. Desenhado pelo português Raoul Mesnier du Ponsard, o elevador vertical - também conhecido como Elevador do Carmo - fez sua estréia em 1902. Mesnier du Ponsard foi aluno de Gustave Eiffel, então não é de surpreender que o elevador público, trabalhado a partir de ferro fundido e embelezada com filigrana, ostenta um estilo francês distinto da virada do século. Uma fila aparentemente interminável se traduz em uma multidão frustrada; ainda assim, os visitantes se sobressaem - a magnífica tira de transporte e história da arquitetura vale a pena.



Museu da Presidncia da Repblica Lisboa Belm





O Museu da Presidência da República é um museu presidencial localizado no Palácio de Belém, em Lisboa, Portugal.

O Palácio Nacional de Belém alberga, desde outubro de 2004, o Museu da Presidência da República, instalado nas antigas cocheiras do palácio. Este museu pretende ser um testemunho da vida e da obra dos vários presidentes da República Portuguesa e resulta de uma pesquisa e recolha exaustiva, ordenada pelo Dr. Jorge Sampaio. Pretende assim ilustrar o percurso de mais de 90 anos de regime republicano em Portugal, num esforço de aproximação e de esclarecimento do público.

O espaço museológico está organizado segundo uma lógica temática e cronológica, com recurso frequente às novas tecnologias da informação para criar um local em que a interatividade seja meio especial de diálogo entre o espólio e o utilizador. A exposição permanente, por exemplo, articula-se à volta de sete núcleos principais: República e Símbolos Nacionais (relacionado com a implantação deste regime em Portugal), República e seus Presidentes, Presentes de Estado, Os Presidentes da República (que inclui para além dos quadros a óleo de cada um dos 17 Chefes de Estado, objetos pessoais e vário acervo documental, político e biográfico de cada um deles), Palácio de Belém (visita virtual ao interior e jardins do palácio), Ordens Honoríficas e Poderes do Presidente, uma sala com pontos informáticos, onde o visitante pode aceder a informação relacionada com a presidência da república, em vários registos de linguagem e níveis de informação (do básico ao especializado).

O museu prima também pela oferta de uma extensa e importante programação cultural, em que se apresenta um misto de iniciativas culturais e atividades lúdicas, dirigidas a públicos com características diferentes, que vão dos ciclos de conferências aos cursos e até a uma aula virtual, a que é possível aceder através do website do museu. O museu da presidência da República possui um espaço para exposições temporárias, loja, auditório, cafetaria e esplanada.



Arco da Rua Augusta Arco do Triunfo Lisboeta





A imensa praça ribeirinha de Lisboa, a Praça do Comércio , é bastante impressionante vista do chão, mas é apenas quando vista do Arco da Rua Augusta que suas vastas dimensões podem realmente ser apreciadas. O marco do arco do século XIX fica no extremo norte do terminal próximo ao extremo sul da Rua Augusta, a principal via pedestre da cidade. Projetado pelo arquiteto português Santos de Carvalhoe construído para marcar a reconstrução da capital após o terramoto de 1755, o monumento foi inaugurado em 1873. Só recentemente foi permitido ao público visitar o topo do arco, onde um terraço é encimado por uma estátua alegórica de Glória, ele mesmo coroando figuras representando Bravura e Gênio e decorado com coroas de flores. Abaixo, um entablamento suporta estátuas adicionais de heróis nacionais, incluindo o Vasco da Gama e o Marquês de Pombal



Memmo Alfama Melhor escolha de bares em Alfama, Castelo e Graa





Uau, que vista! Alfama desdobra-se como origami a partir do terraço elegante do Hotel Memmo Alfama . É um lugar perfeito para o pôr-do-sol, com vistas sonhadoras sobre os telhados, pináculos e até o Rio Tejo (e, infelizmente, o novo terminal de navios de cruzeiro). Cocktails custam € 7,50 a € 10.



Museu Nacional da Msica Alto dos Moinhos, em Lisboa





O Museu Nacional da Música é o museu nacional de Portugal dedicado a música, possui uma das mais importantes coleções de instrumentos da Europa. Alguns destes instrumentos estão classificados como Tesouros Nacionais. como é o caso do Violoncelo Stradivarius Chevillard - Rei de Portugal, do Cravo Antunes, ou do Cravo de Pascal Taskin.

Além de instrumentos musicais, os visitantes podem encontrar no Museu documentos, fonogramas e iconografia. O Museu Nacional da Música possui também um Centro de Documentação e acolhe uma vasta programação de extensão cultural, com destaque para os concertos, as visitas temáticas e os ateliers.

O museu esta instalado, desde 1994, na estação do metropolitano Alto dos Moinhos, em Lisboa

 



Museu do Teatro Romano Lisboa Castelo





Como o próprio nome indica, a principal exposição no Roman Theater Museum é um teatro, situado em frente ao edifício principal. Datado de 57 dC, os vestígios da estrutura podem ser admirados a partir de uma plataforma de observação com vista para o que teria sido o palco em torno do qual os assentos em terraços ainda podem ser reconhecidos. 

Este foi um dos locais culturais mais importantes da antiga Olisipo, ou Lisboa romana, e foi construído durante o reinado do imperador Augusto. Ocupando a encosta sul do Castelo de São Jorge, o edifício foi abandonado no século IV e entrou em ruína apenas sendo redescoberto em 1798.

Os achados escavados do local, que é livre para entrar, podem ser admirados no museu adjacente e incluem colunas de mármore, estatuetas e cerâmica. Animar o moderno espaço de exposição são explicações multimídia da história e arquitetura do teatro.



Jardim Botnico de Lisboa visita obrigatria





O Jardim Botânico da Universidade de Lisboa (JBUL) localiza-se na freguesia de Santo António, em Lisboa. Surgiu da necessidade de criar um complemento prático no ensino e investigação da botânica, da então Escola Politécnica de Lisboa.

Em 2010 foi classificado como Monumento Nacional. Devido à forte necessidade de preservação, em 2012 o Jardim entrou para a lista bienal do World Monuments Watch.

O Jardim Botânico de Lisboa é um jardim científico que foi projetado em meados do século XIX para complemento moderno e útil do ensino e investigação da botânica na Escola Politécnica.O local escolhido, no Monte Olivete, tinha já mais de dois séculos de tradição no estudo da Botânica, iniciado com o colégio jesuíta da Cotovia, aqui sedeado entre 1609 e 1759.Para a sua instalação foi elaborado um projeto de regulamento em 1843. No entanto, é só a partir de 1873, por iniciativa do Conde de Ficalho e de Andrade Corvo, professores na Escola Politécnica, que se inicia a plantação.

A enorme diversidade de plantas recolhidas pelos seus primeiros jardineiros, o alemão E. Goeze e o francês J. Daveau, provenientes dos quatro cantos do mundo em que havia territórios sob soberania portuguesa, patenteava a importância da potência colonial que Portugal então representava, mas que na Europa não passava de uma nação pequena e marginal. Edmund Goeze, o primeiro jardineiro-chefe, delineou a ”Classe” e Jules Daveau foi o responsável pelo ”Arboreto”.



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