Aqurio Vasco da Gama





O Aquário Vasco da Gama é um dos mais antigos do mundo. Localiza-se no Dafundo, freguesia de Cruz Quebrada - Dafundo, municí­pio de Oeiras, distrito de Lisboa, em Portugal. Trata-se de um aquário público.

Em 1898, na altura da inauguração do Aquário Vasco da Gama, o Rei Dom Carlos I realizou numa das salas uma exposição temporária com os espécimes zoológicos por ele recolhidos nas campanhas oceanográficas de 1896-1897.

Curiosamente esses mesmos espécimes regressariam anos mais tarde ao Aquário Vasco da Gama, integrando a Coleção Oceanográfica do Rei Dom Carlos I, enriquecendo de tal forma o Museu, que ainda hoje este é essencialmente conhecido pelos espécimes raros associados ao monarca oceanógrafo.

Com o passar dos anos o Museu foi reunindo outros espécimes biológicos, num conjunto que hoje se designa genericamente Colecção Aquário Vasco da Gama e que inclui sobretudo moluscos, peixes marinhos, peixes de água doce, aves aquáticas, tartarugas e mamíferos marinhos.



Museu Monogrfico de Conmbriga Condeixa-a-Velha Coimbra





O Museu Monográfico de Conimbriga é um museu arqueológico português dedicado à preservação das relí­quias da antiga cidade romana de Coní­mbriga, localizada a 16km de Coimbra, na freguesia de Condeixa-a-Velha.

O museu foi fundado em 1962, e administra também as ruí­nas da cidade, que foi habitada entre os séculos IX a.C. e VII-VIII d.C. Os romanos chegaram ali no século I a.C., encontrando um povoado florescente, mas logo introduziram sua civilização na região e a cidade entrou em uma nova fase de crescimento, que continuou até as invasões bárbaras do século V, entrando daí­ em declí­nio. O sí­tio arqueológico das ruí­nas é Monumento Nacional desde 1910. O museu preserva um acervo diversificado, distribuí­do por 31 núcleos temáticos, incluindo estatuária, fragmentos de decoração e objetos de uso quotidiano.

Sendo um museu nacional, este entra na lista de museus com entrada livre nas manhãs domingo de cada mês.

A evidência arqueológica revela-nos queConimbriga foi habitada, pelo menos, entre o séc. IX a.C. e Sécs. VII-VIII, da nossa era. Quando os Romanos chegaram, nasegunda metade do séc. I a.C., Conimbriga era um povoado florescente.Graças à paz estabelecida na Lusitaniaoperou-se uma rápida romanizaçãoda população indígena e Conimbriga tornou--se uma próspera cidade. Seguindo a profundacrise poíítica e administrativado Império, Conimbriga sofreu asconsequências das invasões bárbaras.Em 465 e em 468 os Suevos capturaram esaquearam parcialmente a cidade, levando a que, paulatinamente, esta fosse abandonada.Conimbriga corresponde actualmente auma área consagrada como monumentonacional, definida por decreto em 1910.



Museu do Brinquedo Portugus Ponte de Lima





O Museu do Brinquedo Português, está instalado na Casa do Arnado, no Largo da Alegria em Ponte de Lima, Portugal.

O Museu do Brinquedo Português está instalado na Casa do Arnado e seus anexos, junto à ponte romana, na margem direita do Rio Lima. A exposição permanente leva-nos numa viagem pelos fabricantes portugueses, desde os finais do século XIX até 1986. No primeiro andar a disposição por décadas permite uma noção de fabricantes, técnicas de fabrico, matérias-primas e distribuição geográfica das indústrias portuguesas.  Visite os guizos de folha de flandres, os baldinhos de praia em madeira, as bonecas de pasta de papel, as camionetas, os barcos, os comboios, os triciclos e os carros a pedais. O percurso continua, passando pelo jardim e acedendo à Sala das Brincadeiras, à Oficina do Brinquedo e à sala de exposições temporárias. A saída "obrigatória" é pela loja, onde os visitantes poderão encontrar verdadeiras raridades e levar para casa brinquedos únicos!

Museu do Moinho Vitorino Nemsio





Localizado no Lugar da Portela de Oliveira, em pleno perímetro florestal da Serra do Buçaco, o Museu do Moinho Vitorino Nemésio, encontra-se instalado na casa de férias do Eng.º Arantes de Oliveira, Ministro das Obras Públicas no anterior regime, espaço adquirido na década de oitenta pela autarquia.

Em 1980, o moinho Vitorino Nemésio foi doado pelos herdeiros do escritor à autarquia, que o recuperou proporcionando-lhe a funcionalidade de outrora. Vitorino Nemésio, que foi Presidente da Associação Portuguesa dos Amigos dos Moinhos e " incansável moleiro das palavras", no dizer de David Mourão Ferreira, foi proprietário de três moinhos no concelho de Penacova, cujo património natural lhe serviu muitas vezes de inspiração, tornando-se uma incontornável referência cultural do Concelho.



Fluvirio de Mora aqurio Alentejo





O Fluviário de Mora é um aquário público dedicado aos ecossistemas de água doce, privilegiando o conhecimento e importância da sua biodiversidade, e sua relação com a humanidade. Situa-se no Parque Ecológico do Gameiro, freguesia de Cabeção, concelho de Mora.

Constituí­do por um conjunto de aquários e espaços envolventes, o Fluviário de Mora permite observar diferentes espécies de fauna e flora que ocorrem em rios e lagos. As galerias expositivas do Fluviário de Mora encontram-se organizadas por biótopos.

Através da exposição de habitats do percurso de um rio - paradigma de um rio Ibérico - desde a nascente até à foz, e mar, é possí­vel conhecer diversas espécies dos rios de Portugal, entre elas, alguns endemismos Ibéricos. Já na galeria de habitats exóticos, é possí­vel conhecer espécies da bacia hidrográfica do rio Amazonas, dos Grandes Lagos Africanos do Vale do Rift, entre outras.

O Fluviário de Mora é um aquário público dedicado aos ecossistemas de água doce, privilegiando o conhecimento da sua diversidade, importância e relação com a humanidade.

Foi inaugurado a 21 de Março de 2007 e ao longo da visita ficará a conhecer algumas das espécies dulciaquícolas de Portugal da nascente até à foz, outras que ocorrem na Península Ibérica, e também da bacia hidrográfica do rio Amazonas e dos grandes lagos africanos do vale do Rift.

Com a água doce como tema transversal a diversas áreas de conhecimento e culturas, a visita a este aquário é um local de sensibilização para cuidarmos desses ecossistemas que albergam uma enorme diversidade, apesar da água doce disponível em estado líquido à superfície constituir somente 0,01% de toda a água do planeta Terra.



Museu do Brinquedo em Seia Guarda





Em Seia, há um museu que faz as delícias dos mais novos: o Museu do Brinquedo, que apresenta uma colecção verdadeiramente notável de cerca de 4500 brinquedos de Portugal e do mundo, antigos e modernos.

Em Seia, há um museu que faz as delícias dos mais novos: o Museu do Brinquedo, que apresenta uma colecção verdadeiramente notável de cerca de 4500 brinquedos de Portugal e do mundo, antigos e modernos.



Runas Arqueolgicas da Praa da Repblica





As Ruínas Arqueológicas da Praça da República são um original núcleo museológico localizado no centro da Vila. Encontrando-se debaixo de terra, para aceder deve descer umas pequenas escadas, que o conduzem a um interessante fosso medieval.

Aqui dentro é possível observar um conjunto de ruínas arqueológicas bem preservadas e alguns vestígios relacionados com a antiga fortaleza. Passando pelo fosso, saltam à vista alguns restos de uma couraça em pedra e várias calçadas datadas de diferentes épocas. Para ajudar a compreender melhor aquilo que se observa, existem alguns painéis informativos que nos remetem para o sistema defensivo da Vila desde o século XIII ao século XVII.

Não deixe também de reparar noutras peças expostas, que foram descobertas aquando da escavação do local, como é o caso de um projétil de catapulta e de diversas pedras de arremesso.

Venha conhecer parte da história medieval de Melgaço, aproveitando para passear por esta bela praça, onde não faltam edifícios de grande interesse arquitetónico e histórico.



Museu Municipal de Pinhel Guarda





O Museu Municipal de Pinhel foi fundado na década de 40 do século XX pelos pinhelenses Dr. Artur Farinha Beirão e Sr. Ilí­dio da Silva Marta.

O novo Museu Municipal apresenta o concelho de Pinhel numa linguagem museográfica moderna e atrativa, onde são enfatizados os patrimónios que caracterizam o nosso território desde a época pré-histórica à atualidade.

Num percurso “evolutivo”, o visitante fica a conhecer os testemunhos que nos foram legados pelos primeiros homens que por aqui andaram, através da reprodução das pinturas e gravuras rupestres do Vale do Côa, em Cidadelhe, classificadas Património da Humanidade pela UNESCO.

Os materiais arqueológicos do Prado Galego e a referência ao marco de Argomil, dedicado ao imperador César Augusto, são evidências que ajudam a compreender a ocupação romana deste território.

A época Medieval é apresentada através de elementos interativos onde é possível conhecer factos e instrumentos que justificam a importância de Pinhel no contexto da formação do território nacional. As guerras com Leão e Castela, o castelo de Pinhel nos finais do século XV e, em especial, as peças de cariz militar, bacinete e bombarda, transportam-nos para outros tempos.

As muitas esculturas do período moderno, em madeira policromada, provenientes de igrejas e capelas desaparecidas, a par do retábulo em pedra de Ançã da autoria do escultor francês João de Ruão, datado de 1537 e que pertenceu à Igreja da Misericórdia, constituem o núcleo de Arte Sacra que antecede a exposição das Bandeiras dos Ofícios, que eram tradicionalmente apresentadas na procissão do Corpo de Deus (estandartes corporativos em damasco com um medalhão ao centro representativo da profissão).

A visita ao Museu Municipal termina na atualidade, tempo presente vivenciado por testemunhos de pinhelenses, residentes no concelho, no país ou espalhados pelo mundo, fruto de um vasto legado que nos caracteriza e identifica.



Museu Nacional de Etnologia Lisboa





O Museu Nacional de Etnologia criado em 1965 situa-se em Lisboa, na zona do Restelo.

Como o seu próprio nome indica, neste museu mostram-se artefactos de povos, ditos primitivos, de variadí­ssimas origens.

Inicialmente o museu só tinha exposições temporárias, mas posteriormente essa situação foi alterada, passando a ter também exposições permanentes.

Do acervo deste museu fazem parte colecções de peças de povos de diversas origens como de Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Mali, Costa do Marfim, Gana, Nigéria, Camarões, Indonésia, Timor, Macau, da Amazónia (í­ndios Wauja) e Portugal. De destacar objectos da vida rural portuguesa e uma razoável colecção de instrumentos musicais tradicionais.

O acervo do Museu Nacional de Etnologia reúne objetos oriundos de diversas partes do Mundo. Na exposição permanente,

O museu, muitas coisas, destacam-se: o teatro de sombras de Bali; as bonecas do sudoeste de Angola; as tampas de panelas com provérbios de Cabinda; máscaras e marionetas do Mali; instrumentos musicais populares Portugueses; as talas de Rio de Onor e a escultura de Franklim que resultam, na sua maioria, de coleções estudadas através de um programa intensivo de estágios que o museu tem vindo a promover. É de destacar também a possibilidade de visitar dois espaços de reserva: as Galerias da Vida Rural e as Galerias da Amazónia.



Museu de Lisboa





O núcleo-sede do Museu de Lisboa localiza-se no Campo Grande, na cidade e Distrito de Lisboa, em Portugal. Encontra-se instalado nas dependências e jardins do Palácio Pimenta.

O Museu de Lisboa, antigo Museu da Cidade, é composto por cinco núcleos: o Palácio Pimenta (núcleo-sede), o núcleo dedicado a Santo António, o Teatro Romano, o núcleo arqueológico da Casa dos Bicos e o Torreão Poente da Praça do Comércio.

O Museu de Lisboa, antigo Museu da Cidade, é um museu polinucleado no qual Lisboa e as suas histórias se revelam sob diferentes perspetivas. São cinco os núcleos do Museu de Lisboa: Palácio Pimenta, Teatro Romano, Santo António, Torreão Poente e Casa dos Bicos. Cinco espaços distintos, com valências e objetivos complementares, que partilham uma missão, uma identidade e uma nova imagem. O propósito é o de revelar Lisboa de diferentes formas, para dar a conhecer a riqueza de uma das cidades mais antigas da Europa.

Para além do Teatro, um outro monumento romano é gerido pelo Museu de Lisboa: as Galerias Romanas da Rua da Prata, descobertas no subsolo da Baixa de Lisboa, em 1771, na sequência do Terramoto de 1755. Abrem ao público duas vezes por ano.



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