Museu Regional do Vinho do Alentejo





O Museu do Vinho de Redondo, aberto ao público em Setembro de 2001, foi concebido como ponto de partida para a descoberta do Alentejo e da sua tradição vitivinícola.

Do espólio permanente do museu, fazem parte instrumentos agrícolas, objectos, imagens e textos associados à arte do fabrico do vinho, privilegiando o material cerâmico, característico deste centro produtor de cerâmica em que está incluído.

Todo este espólio se encontra disposto de forma a reproduzir a várias etapas da actividade vinhateira, desde o amanho da terra até ao copo. Para além do espólio permanente, neste museu podem ser visitadas exposições temáticas e conferências alusivas ao tema.

No local, o visitante pode consultar o quiosque multimédia que lhe permite obter informações acerca do museu, das adegas produtoras da região e de várias actividades relacionadas com a vinicultura.

Este espaço funciona em simultâneo com o posto de turismo da região e conta ainda com uma loja onde pode ser adquirida uma selecção dos melhores vinhos tintos e brancos, das melhores safras da Região Alentejo. 



Museu do Neo-Realismo Vila Franca de Xira





O Museu do Neo-Realismo é um museu português situado em Vila Franca de Xira e foi fundado em 1990, a partir da actividade do seu Centro de Documentação.

Possui um vasto conjunto de colecções, com destaque para os mais de trinta espólios doados, entre literários (de Alves Redol a Orlando da Costa), artí­sticos (de José Dias Coelho a Rui Filipe) e editoriais (da revista Vértice à Cosmos), arquivos documentais, acervos iconográficos e espólios (como folhetos e programas da Associação Feminista Portuguesa para a Paz).

Procura diversificar a sua riqueza patrimonial e museológica, obras de arte, bibliotecas particulares e uma biblioteca especializada.

No dia 20 de outubro de 2007, o Municí­pio de Vila Franca de Xira inaugurou o novo edifí­cio do Museu do Neo-Realismo, projectado pelo arquiteto Alcino Soutinho, apresentando um conjunto bastante significativo de novas valências, nomeadamente amplos espaços para exposições temporárias de longa e curta duração (mais 1000m2), uma biblioteca temática e sala de audio-visuais, um auditório para cerca de 100 pessoas, uma cafetaria e uma livraria.

Novas exposições e uma série de actividades de divulgação e debate sobre a memória crí­tica do movimento neo-realista fazem parte dos objectivos programáticos desta nova fase do Museu do Neo-Realismo.

Criado em 1990, a partir da atividade de um Centro de Documentação sobre o movimento neorrealista português, o projeto do Museu do Neo-Realismo evoluiu inicialmente em torno da área arquivística e bibliográfica. Porém, cedo enriqueceu e diversificou o seu património, desenvolvendo um vasto conjunto de coleções museológicas, com destaque para espólios literários e editoriais, arquivos documentais (impressos e audiovisuais), acervos iconográficos, obras de arte, bibliotecas particulares e uma biblioteca especializada na temática neorrealista.



Museu de Carros de Cavalos Viana do Castelo





O Museu de Carros de Cavalos localiza-se na Quinta da Bouça, na freguesia de Santa Leocádia de Geraz do Lima, concelho e distrito de Viana do Castelo, em Portugal. Constitui-se em um museu temático dedicado ao transporte de tração animal, em particular por carruagens.

Museu particular instalado num edifício junto a um belo solar do século XVIII, que alberga a colecção reunida pelo Dr Lopo de Carvalho, com mais de 50 carros de cavalos, especialmente do século XIX. Aqui pode ver desde carros de passeio a charretes familiares, passando por veículos de caça e de transporte público. Também tem uma vasta coleção de selas, selins e outros artefactos relacionados com os cavalos. Na sua coleção está incluída a carroça de Afonso de Bragança, Duque do Porto, conhecida por arreda. 



Museu Rafael Bordalo Pinheiro Lisboa





O Museu Rafael Bordalo Pinheiro, situado no Campo Grande, 382 - Lisboa, conta com uma exposição permanente dedicada inteiramente a este grande artista do século XIX, com secções de pintura, cerâmica e desenho, além de documentação e publicações. .

No museu está especialmente a sua caricatura e algumas das suas famosas peças de cerâmica (Zé Povinho), apesar da grande parte da sua colecção se encontrar na Caldas da Rainha. Peças elaboradas, naturalistas, estilizadas ao estilo decorativo, inspiradas numa tradição local e nacional sobre a qual o artista trabalhou.

O Museu Bordalo Pinheiro tem como missão preservar, estudar, documentar e divulgar a obra de Rafael Bordalo Pinheiro. Nascido em 1916, fruto da visão e do empenho do colecionador Ernesto Cruz Magalhães, o Museu assegura o acesso à obra do artista, oferecendo uma programação regular de exposições e atividades diversificadas.



Museu Ferrovirio de Macinhata do Vouga gueda





O Espaço Museológico de Macinhata do Vouga encontra-se situado na estação com o mesmo nome, no Ramal de Aveiro (da Linha do Vouga) em águeda. Ocupa antigas instalações adaptadas para o efeito.

Fundado em 1981.O Museu Nacional Ferroviário - Núcleo de Macinhata do Vouga, situado na segunda estação do Ramal de Sernada a Aveiro (do Vale do Vouga), ocupa antigas instalações adaptadas para o efeito, sendo gerido no quadro de um protocolo de gestão partilhada entre a Câmara Municipal de Águeda e a Fundação do Museu Nacional Ferroviário.



Museu de Arqueologia e Numismtica de Vila Real





Quando neva em Trás-os-Montes, os rapazes entretêm-se a fazer boloiros. Sobem a uma encosta declivosa. Formam uma bola de neve. E empurram-na, sem grande esforço, ladeira abaixo. E a bola vai apanhando a neve que encontra no caminho. Pouco a pouco, transforma-se em boloiro. E ali fica, no largo da aldeia, para admiração de quem passa.

Assim se realizou o acervo do Museu de Vila Real. A pequena bola fez-se com nove moedas romanas compradas a três crianças e com um machado neolítico oferecido por um colega.

Vieram moedas de toda a província, aos milhares: vários quilos de folles do Castro das Curvas, de Cadaval, de São Caetano e de Paredes de Alvão; 750 antoninianos do Reguengo, 120 denários de Mosteirô, 18 quilos de folles de Vila Marim, 3840 antoninianos de Santulhão, 30 quilos de folles de Émeres; e muitas outras moedas, cujo âmbito cronológico balizámos entre o século V a.C. e o século VIII d.C. Formou-se a colecção de Numismática.

Deram-nos as aras de Três Minas, entregaram-nos o espólio das antas do Alvão e do Castelo do Pontido, adquirimos a arqueologia de Vila Marim e do Padre Plácido, confiaram-nos as colecções da Família Borges e da Família Taveira, bem como as colunas romanas de Vale de Telhas e de Sabroso. Outras peças fomos juntando. E conseguiu-se a colecção de Arqueologia.

Estas colecções foram a causa. A Câmara Municipal foi o agente. O Museu é o efeito



Museu Nacional de Histria Natural e da Cincia Lisboa





Museu Nacional de História Natural e da Ciência/Museus da Universidade de Lisboa (MUHNAC/MULisboa)

é um organismo da Universidade de Lisboa que tem como missão promover a curiosidade e a compreensão pública sobre a natureza e a ciência, através da valorização das suas colecções e do património universitário, da investigação, da realização de exposições, conferências e outras acções de carácter cientí­fico, educativo, cultural e de lazer. O Museu inclui as secções de história e cultura material da ciência, zoologia, antropologia, mineralogia e paleontologia. O seu espólio, do foro cientí­fico-cultural, é o resultado em grande parte da investigação do próprio museu, e de diversas expedições cientí­ficas para alem das doações. É um local privilegiado para investigadores de todas as nacionalidades, que com o estudo do património cientí­fico preservado, permite o desenvolvimento de teses de licenciatura, mestrado e doutoramento.

O Museu Nacional de História Natural e da Ciência também produz ou acolhe exposições permanentes e temporárias, é ainda sede de conferências, debates, promove cursos de formação bem como um variado tipo de eventos tendo sempre como objetivo a divulgação cientí­fica, cultural e artí­stica.

O Museu conta também com uma forte vertente ligada í s Artes Plásticas, tendo durante 25 anos exposições na Sala do Veado. Actualmente, conta com exposições de arte contemporanea em outros locais das suas instalações, como por exemplo a antiga loja, atrio ou laboratórios. Já contou com artistas como, Sofia Areal, Jorge Molder, Miguel Branco, Ana Vidigal, Joana Vasconcelos, Alexandre Estrela, entre outros.



S de Braga





A Sé de Braga localiza-se na freguesia da Sé, cidade e concelho de Braga, distrito de mesmo nome, em Portugal.

Constitui-se na sede do bispado fundado, segundo a tradição, por São Tiago Maior que aqui terá deixado como primeiro bispo o seu discí­pulo, São Pedro de Rates. Devido a essa origem apostólica é considerada como Sacrossanta Basí­lica Primacial da Pení­nsula Ibérica, e o seu Arcebispo, Primaz das Espanhas. Possui liturgia própria, a liturgia bracarense.

Considerada como um centro de irradiação episcopal e um dos mais importantes templos do românico no paí­s, aqui encontram-se os túmulos de Henrique de Borgonha, conde de Portugal e sua esposa, Teresa de Leão, pais de D. Afonso Henriques.

As colecções do Tesouro-Museu da Sé de Braga testemunham, no seu conjunto, mais de XV séculos da história da Arte e da vida da Igreja em Braga.

Detém um valioso acervo constituído pelas colecções de Ourivesaria, Escultura, Pintura, Têxtil, Mobiliário, Cerâmica, assim como, todo um conjunto de objectos ligados ao culto católico.

A Exposição Permanente, Raízes de Eternidade. Jesus Cristo – Uma Igreja, consagrada à arte sacra, permite, através dos diferentes núcleos, revisitar a vida de Jesus Cristo e a história da Igreja em Braga. Esta é contada tomando como referência alguns arcebispos, desde o século V até ao século XX. A narração é complementada com os núcleos dedicados à paramentaria e ourivesaria.



Museu de Histria Natural do Funchal





Criado pela Câmara Municipal do Funchal em 1929, o Museu de História Natural do Funchal constitui o mais antigo museu em funcionamento no Arquipélago da Madeira e alberga mais de 41 000 exemplares de espécies animais.

O Museu de História Natural é o mais antigo museu em funcionamento no Arquipélago da Madeira, inaugurado oficialmente a 5 de Outubro de 1933. Está instalado no Palácio de São Pedro, no Funchal, uma das mais significativas obras da arquitetura civil portuguesa, dos meados do século XVIII, mandado construir pela família Carvalhal.Após a sua aquisição pela Câmara Municipal do Funchal, em 19 de setembro de 1929, ali foram instaladas a Biblioteca Municipal do Funchal, o Museu Regional da Madeira e o Arquivo Regional da Madeira.Atualmente, apenas funciona no edifício o Museu de História Natural do Funchal, a sua Biblioteca Científica e o Aquário Municipal. Museu de História Natural do Funchal é o mais antigo museu do arquipélago da Madeira. Localiza-se no Palácio de São Pedro, uma das mais significantivas obras da arquitetura civil portuguesa, de finais do século XVII, na Rua da Mouraria, no Funchal. Já existia como Museu Regional da Madeira desde 1929, mas foi inaugurado com a designação de Museu Municipal do Funchal (mais recentemente Museu Municipal do Funchal (História Natural)) oficialmente em 5 de outubro de 1933.



Museu do Brinquedo Portugus Ponte de Lima





O Museu do Brinquedo Português, está instalado na Casa do Arnado, no Largo da Alegria em Ponte de Lima, Portugal.

O Museu do Brinquedo Português está instalado na Casa do Arnado e seus anexos, junto à ponte romana, na margem direita do Rio Lima. A exposição permanente leva-nos numa viagem pelos fabricantes portugueses, desde os finais do século XIX até 1986. No primeiro andar a disposição por décadas permite uma noção de fabricantes, técnicas de fabrico, matérias-primas e distribuição geográfica das indústrias portuguesas.  Visite os guizos de folha de flandres, os baldinhos de praia em madeira, as bonecas de pasta de papel, as camionetas, os barcos, os comboios, os triciclos e os carros a pedais. O percurso continua, passando pelo jardim e acedendo à Sala das Brincadeiras, à Oficina do Brinquedo e à sala de exposições temporárias. A saída "obrigatória" é pela loja, onde os visitantes poderão encontrar verdadeiras raridades e levar para casa brinquedos únicos!

Museu de Arte Contempornea de Serralves Porto





O Museu de Arte Contemporânea da Fundação de Serralves fica na cidade portuguesa do Porto.

O edifí­cio, projectado pelo arquitecto Siza Vieira, é envolvido pelo Parque de Serralves (com cerca de 3,5 hectares), onde obras de arte de vários artistas contemporâneos são, também, expostas, ao lado da flora tí­pica da região norte de Portugal, como carvalhos, bétulas e o teixo.

O Museu é já considerado um espaço de referência, a ní­vel internacional, no que diz respeito a mostras de arte contemporânea. Na colecção permanente do museu, onde encontramos referenciados muitos artistas de destaque, é essencialmente constituí­da por obras realizadas desde os finais da década de 60 até aos dias de hoje.

O projeto do Museu de Serralves, trabalho do arquiteto Álvaro Siza teve início em 1991. Em 1999 foi inaugurado este novo edifício, harmoniosamente integrado com a envolvente urbana e os espaços pré-existentes dos jardins do Parque e da Casa.



Museu de Vila do Conde





Em 1979, na Casa de S. Sebastião, atual Centro de Memória, é criada uma exposição, com peças cedidas temporariamente, potenciadora da coleção do Museu de Vila do Conde, nomeadamente no que se refere à musealização da Construção Naval de Madeira. Era dado o primeiro passo para a criação de uma estrutura museológica concelhia. Passados 29 anos, e resultante de um projeto de regeneração do edifício existente e da criação de dois novos corpos, duplicando, desta forma, a área inicial, a Casa de S. Sebastião abre as suas portas ao público, reunindo no mesmo espaço as valências do Arquivo Municipal, do Gabinete Municipal de Arqueologia e do tão desejado núcleo central do Museu de Vila do Conde.O referido imóvel que, desde há um século, significa uma centralidade na cultura do nosso concelho, primeiro pela mão do teatrólogo Jorge Faria, depois pela intervenção municipal, que ali instalou a antiga Biblioteca e parte do Arquivo Municipal, continua a assumir, de forma inquestionável, lugar de destaque no panorama cultural local, regional e nacional.



Museu Etnogrfico de Serpa





O museu, inaugurado em 1987, encontra-se instalado no edifício do antigo mercado municipal, construção de finais do século XIX, que, não obstante manter a sua traça original, foi objeto de recuperação e remodelação pelo atelier do arquiteto A. Saldanha.

O museu apresenta uma exposição permanente, denominada "Ofícios da Terra", que evoca a diversidade de ocupações e ofícios inerentes à produção de bens indispensáveis no quadro da vida local e o saber técnico e tecnológico tradicional ligado à sua fabricação.

A coleção, composta por artefactos e utensílios diversos relacionados com os ofícios de albardeiro, abegão, alfaiate, barbeiro, cadeireiro, carpinteiro, cesteiro, ferrador, ferreiro, latoeiro, oleiro, pescador, roupeiro e sapateiro, constitui uma parte importante da memória do mundo do trabalho no concelho.

As acentuadas transformações das técnicas agrícolas ocorridas em meados do século XX, a debanda que varreu os campos nos anos 60, a substituição do gado de trabalho pela tração mecânica e o desuso das alfaias agrícolas tradicionais, ditaram o declínio de muitos ofícios cuja existência ancestral se fundamentava na agricultura e, globalmente, nos modos de vida de uma sociedade rural. Este museu procura restituir-lhes a sua dignidade e atribuir uma nova dimensão à memória gestual e tecnológica do artesão. 



Tesouro-Museu da S de Braga





O Tesouro-Museu da Sé de Braga localiza-se numa das dependências da catedral da cidade de Braga, em Portugal.

O Tesouro-Museu da Sé de Braga situa-se no centro histórico da cidade de Braga. Está inserido no conjunto monumental da Catedral de Braga, mais concretamente, na antiga casa do Cabido, uma construção do século XVIII. O seu acervo é constituído por peças de arte sacra de inestimável valor, recolhidas ao longo de mil anos de vida cristã dinamizada a partir da Catedral. O Tesouro-Museu da Sé de Braga, fundado em 1930, é um lugar cheio de história onde se guardam notáveis tesouros. Tem algumas das peças mais relevantes para contar a História do país, mesmo quando ainda não éramos nação.Por entre as peças mais emblemáticas contam-se: o túmulo Paleo-Cristão (séc. V-VI), o Cofre de Marfim (1004-1008), ou Cálice e a Patena de S. Geraldo (séc. XI).   Mas, também outras, como a Mitra e as Luvas do Arcebispo D. Gonçalo Pereira (1326-1348), a escultura da Virgem do Leite (1515), e o Órgão Portátil (1685), atraem a atenção dos visitantes.   Algumas serão autênticas descobertas, como os sapatos litúrgicos do Arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles (1704-1728), ou o asterisco, peça muito original, mas com uma função muito prática: não permitir que a hóstia consagrada esvoaçasse.

Museu da gua em Lisboa





O Museu da água localiza-se na freguesia de São Vicente, na cidade, concelho e distrito de Lisboa, em Portugal.

É um museu histórico-cultural mantido pela empresa EPAL, cujo acervo versa sobre a história do abastecimento de água a Lisboa, e está instalado nas dependências da Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos, primeira estação de bombagem a vapor da cidade.

A instituição homenageia Manuel da Maia, engenheiro do século XVIII que projetou o Aqueduto das águas Livres. A excelente disposição do museu fê-lo ganhar o prémio do Conselho da Europa em 1990.

O lugar de honra vai para os bem preservados motores a vapor, um dos quais funciona a electricidade e pode ser ligado para os visitantes. O desenvolvimento da tecnologia é documentado por fotografias.

São particularmente interessantes aquelas dedicadas ao Aqueduto das águas Livres e ao Chafariz de El-Rei do século XVII, em Alfama, onde a população fazia fila em frente de uma de seis bicas, conforme o estatuto social.

A primeira tentativa de musealização do espólio da Companhia das Águas de Lisboa deu-se em 1919, através de uma deliberação da Assembleia-Geral. Foi então criada uma divisão responsável pelos trabalhos de desenho, arquivo, biblioteca e museu, onde esteve implícita a obrigação de organizar e conservar uma variedade de peças com características próprias capazes de construir um espaço expositivo.No final dos anos 30, do século XX, iniciou-se o primeiro processo de inventário com o objectivo de organizar todo um espólio recolhido ao longo de duas décadas.Mais tarde, em 1950, na sequência da demolição das caldeiras da antiga Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos, deu-se um processo de remodelação do edifício onde foi construído um primeiro andar nos corpos sul e central, projectado para acolher o arquivo corrente da empresa e instalações do laboratório da empresa. Em simultâneo, foram dados os primeiros passos para a elaboração de um espaço museológico.



Museu do Mrmore





O magnífico mármore Português chega a todo o Mundo, oriundo das pedreiras de Vila Viçosa, Borba e Estremoz. A sua qualidade superior permite a exploração desde o período romano.   Mármore, do latim marmor, ou seja, pedra de qualidade ou pedra branca, é das mais fortes marcas portuguesas. Tendo como grande desígnio a promoção do Mármore Português e a percepção sobre os processos de extracção e transformação desta rocha ornamental de Qualidade, o Museu do Mármore de Vila Viçosa abriu as suas portas em Outubro de 2000 na antiga estação de comboios desta Vila.   Recentemente, o Museu foi instalado na Pedreira da Gradinha, junto à saída para Borba.   Horário de Verão: de terça a domingo, das 09:30 às 13:00 horas e das 14:30 às 18:00 horas.   Horário de Inverno: de terça a domingo, das 09:00 às 12:30 horas e das 14:00 às 17:30 horas.

Museu do Moinho Vitorino Nemsio





Localizado no Lugar da Portela de Oliveira, em pleno perímetro florestal da Serra do Buçaco, o Museu do Moinho Vitorino Nemésio, encontra-se instalado na casa de férias do Eng.º Arantes de Oliveira, Ministro das Obras Públicas no anterior regime, espaço adquirido na década de oitenta pela autarquia.

Em 1980, o moinho Vitorino Nemésio foi doado pelos herdeiros do escritor à autarquia, que o recuperou proporcionando-lhe a funcionalidade de outrora. Vitorino Nemésio, que foi Presidente da Associação Portuguesa dos Amigos dos Moinhos e " incansável moleiro das palavras", no dizer de David Mourão Ferreira, foi proprietário de três moinhos no concelho de Penacova, cujo património natural lhe serviu muitas vezes de inspiração, tornando-se uma incontornável referência cultural do Concelho.



Museu da Atlantis





O Centro de Visitas Atlantis foi criado com o objetivo de dar a conhecer a história da empresa, proporcionando aos seus visitantes um contacto direto com o processo de fabrico do cristal.

Beneficiando da herança histórica da Atlantis e da forte tradição vidreira da Marinha Grande, o Centro de Visitas desenvolveu um conjunto de ofertas a nível do turismo cultural e industrial, entre as quais se destacam as visitas à Fábrica e ao Museu.

O Centro de Visitas da Atlantis proporciona-lhe um dia diferente, mostrando-lhe a história centenária da arte do Cristal e a herança de um dos fabricantes de cristal de maior prestígio do mundo e ensinando-lhe in loco o processo de fabrico do cristal e vidro. Neste local ainda pode usufruir de momentos de lazer, arte e cultura e entreter toda a família. Para terminar em beleza, claro, pode efetuar compras no local, encontrando uma grande variedade de produtos do Grupo Vista Alegre Atlantis.



Casa Museu Vieira Natividade





Implantada em pleno Rossio de Alcobaça encontra-se a Casa Museu Vieira Natividade, local de onde fazem parte as coleções de arqueologia, etnografia, artes plásticas, fotografia, têxteis e cerâmica pertencente ao espólio doado pela família ao Estado português.

De referir que do valiosíssimo arquivo bibliográfico fazem parte obras pertencentes à antiga Biblioteca do Mosteiro que estiveram na posse da família desde o período das guerras liberais.

Manuel Vieira Natividade (1860-1918) representa porventura a mais notável figura de Alcobaça. Descendente de uma família de camponeses, nasceu em 1860 no Casal do Rei, freguesia de São Vicente de Aljubarrota. As suas origens, não sendo pobres, não eram abastadas. No entanto, e porque os dotes de inteligência de Manuel Natividade não escaparam à observação da sua mãe, esta procurou afastá-lo da vida agrícola e orientá-lo para os estudos: em 1886, diplomou-se em Farmácia pela Universidade de Coimbra. Era um homem do interior, formado em Coimbra mas sempre ligado à Estremadura, de modos cultos e educados. Escritor, etnólogo, e arqueólogo, realizou uma obra notável de índole regionalista, nomeadamente com trabalhos sobre a Pré-História e a História de Alcobaça e com a interpretação iconográfica dos túmulos de D. Pedro I e D. Inês de Castro.

A Casa-Museu Vieira Natividade foi criada por decreto-lei publicado em 1992 após a doação do imóvel por parte da família e desde então é tutela da Secretaria de Estado da Cultura. Infelizmente, mais de vinte anos volvidos da sua doação, continua fechada ao público por motivos que se relacionam ainda com a inexistência das condições necessárias para a sua fruição turística e cultural.



Quinta do Conventinho em Loures





A Quinta do Conventinho, também conhecida por Quinta do Conventinho do Espí­rito Santo, Casa do Conventinho do Espí­rito Santo ou Museu da Quinta do Conventinho, situa-se em Santo António dos Cavaleiros, Loures. Nela encontra-se presentemente o Museu Municipal de Loures.



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