Praia do Castelo do Queijo





A sua paisagem é dominada por afloramentos rochosos que envolvem o areal e os seus visitantes.O curioso nome desta praia deve-se ao facto de estar localizada junto ao Forte de São FranciscoXavier do Queijo, uma antiga fortificação defensiva construída no século XV. O pequeno forte deforma maciça, com a entrada em arco e rematada pelo escudo de armas portuguesas, tem adenominação popular de Castelo do Queijo. Segundo a tradição, no sítio onde foi edificadohavia uma enorme pedra de forma arredondada, semelhante a um queijo

O nome da praia deve-se ao facto de estar localizada junto ao  Forte de São  Francisco Xavier do Queijo, uma antiga fortificação defensiva construída no século XV. O pequeno forte de forma maciça, com a entrada rasgada em arco e rematada pelo escudo de armas portuguesas, tem a denominação popular de Castelo do Queijo. Segundo a tradição, no sítio aonde foi edificado havia uma enorme pedra de forma arredondada, semelhante a um queijo. Por ter sido assente sobre tal rochedo adveio-lhe o nome que sempre teve. Desde tempos imemoriais que se diz que o enorme rochedo onde o castelo  foi  construído era um lugar sagrado para os Draganes, tribo Céltica que veio para a Península Ibérica seis séculos antes de  Cristo.  A paisagem  da  Praia do Castelo do Queijo é dominada por afloramentos rochosos que envolvem o areal e os seus visitantes. 



S do Porto visita obrigatria





A Sé / Catedral da cidade do Porto, situada no coração do centro histórico da cidade do Porto, é um dos principais e mais antigos monumentos de Portugal. 

Esta construção de estilo românico começou no século XII. Várias mudanças até o século XX não conseguiram diminuir sua austeridade um tanto primitiva. A sacristia, o claustro e os belos azulejos (azulejos) que cobrem as suas galerias, bem como a capela, datam do período gótico. Uma linda rosácea do século XIII se destaca na frente oeste. As pinturas de Nasoni, o retábulo de talha dourada entalhada e o altar de prata do Santíssimo Sacramento são dignos de nota. A missa ainda é celebrada lá, mas se é a tranquilidade que você procura, não perca o claustro.

 

Entrada gratuita. Pense em pagar 3 euros por pessoa para a visita do claustro. A Sé Catedral também é um ótimo lugar para se ter uma visão de 360 graus do Porto .



Igreja de Santa Clara (Porto)





A Igreja de Santa Claraé um templo católico localizado na freguesia da Sé, na cidade do Porto, em Portugal. No seu interior podemos encontrar um dos melhores exemplares da arte da talha dourada do Barroco Joanino. 

Edifício de origem gótica, cujo interior foi revestido a talha dourada, na primeira metade do século XVIII. A construção data da primeira metade do séc. XV. Sofreu alterações na época moderna, altura em que foi edificado o belo portal renascentista. Verdadeira jóia do Barroco, impressiona pela sua exuberância decorativa.

Construí­da ao lado do mais visí­vel lanço das Muralhas Fernandinas, a Igreja de Santa Clara ficou concluí­da em 1457, assim com o mosteiro com o qual fazia conjunto. Tal deveu-se a um pedido das freiras franciscanas clarissas que pretendiam substituir o mosteiro anterior, do século XIII muito grande

Com a supressão de vários mosteiros mais pequenos nas diversas localidades entre o século XV e o século XVI, as freiras foram-se agregando em Santa Clara levando para lá as suas rendas, sendo uma delas uma portagem por todas as mercadorias que passavam pelo Rio Douro.

No finais do século XIX, com a morte da última freira, o mosteiro foi extinto o que causou alguma degradação do edifí­cio. Posteriormente, património do estado, e feitas as obras necessárias foi adaptado para Centro de Saúde e outras instituições.

A entrada da igreja é feita através de uma porta barroca, datada de 1697 e reformulada no século XVIII, com elementos renascentistas como colunas salomónicas e capitéis corí­ntios. No interior podemos vislumbrar toda a magnificiência desta igreja, toda coberta por talha dourada da primeira metade do século XVIII



Capela dos Alfaiates ou da Nossa Senhora de Agosto Porto





A Capela dos Alfaiates ou Capela de Nossa Senhora de Agosto é uma capela localizada na freguesia da Sé, na cidade do Porto, em Portugal.

Considerada monumento nacional, tem como principal interesse o facto de constituir a marcação, no Norte de Portugal, da transição do estilo arquitectónico tardo-gótico para as novas formulações maneiristas de inspiração flamenga

 

Construída em 1554, a capela abriga uma imagem de barro de Nª Srª de Agosto na fachada exterior. Projectada e executada por Manuel Luís, marca a transição do tardo-gótico para o maneirismo de inspiração flamenga. Ao centro do retábulo da capela-mor a imagem calcária de Nª Srª de Agosto. À direita do Altar-Mor, imagem em madeira de S. Bom Homen (séc. XVII), padroeiro dos Alfaiates. Em 1935, devido às obras de demolição programadas para a abertura do Terreiro da Sé, foi expropriada pela Câmara, e reedificada em 1953 na sua actual implantação. Monumento Nacional desde 1927.



Praia do Homem do Leme Porto





Situada na cidade do Porto, perto da Avenida de Montevideo, a Praia do Homem do Leme deve o seu nome a uma estátua existente junto ao areal. Este pequeno areal, com muitas rochas, oferece bonitas perspetivas e é extremamente agradável para umas horas de lazer junto ao mar.

  Na praia do Homem do Leme 11,1 dois parques infantis com construções de madeira que lembram um barco ou um castelo. Sá por isso, jápoderia ser consideradaam iga das famílias, mas esse é apenas um dos seusatrativos. «Esta praia tem todos os apoios e é muito familiar; é uma boa praia», diz José Armando, por trás do balcão do bar Homem do Leme, onde está há 41 anos. Ali, serve-se sobretudo café e cerveja. Para uma refeição ou um cocktail, ruma-se ao bar-restaurante do lado, também com o nome da praia. Barracas, posto de socorro e parque de bi cicletas são outros equipamentos desta praia do tipo rochoso, que foi a primeira do Porto a conquistar os galardões bandeira azul e praia acessível, praia para todos - tem rampa de acesso para pessoas com mobilidade reduzida e cadeira de rodas anfíbia, para que ninguém fique de fora, inclusive, na hora de ira banhos.

Praia de Santo Andr Pvoa de Varzim





A Praia de Santo André é uma praia marí­tima da Póvoa de Varzim entre o cabo de Santo André e a Praia da Pedra Negra nas freguesias de Aver-o-Mar e Aguçadoura.

A praia de Santo André encontra-se junto ao Lugar de Santo André, uma localidade com caracterí­sticas piscatórias próprias influenciada pelo Bairro Sul, dividida entre Aver-o-Mar e Aguçadoura.

Apesar de bastante extensa, a praia é calma dado situar-se afastada do centro da cidade, próxima à povoação rural de Aguçadoura.



Praia da Salgueira na Pvoa de Varzim





A Praia da Salgueira é uma extensa praia marí­tima na área urbana da Póvoa de Varzim. A Praia da Salgueira é uma praia bastante frequentada de areia branca com poucos penedos na parte central, apta para a prática de surf. A Salgueira é bastante procurada no verão, com menores enchentes durante a semana ou fora da época estival.

A Praia da Salgueira é percorrida pela Avenida dos Banhos, a principal avenida balnear da Póvoa. A praia tomou o nome de um antigo lugar ali existente. A praia é ladeada, a sul, pela Esplanada do Carvalhido - uma praça-praia, enquanto que o flanco norte, rochoso, junto ao Buddha Club, é denominado

Praia dos desportistas, garante condições para a prática de surf e de bodyboard. Realizam-se aulas de aeróbica no verão.

Localização e acessos: Rua Serpa Pinto (Póvoa do Varzim)Serviços de apoio disponíveis: Acesso a deficientes, Pesca desportiva, Aluguer de toldos, espreguiçadeiras, Bar, Duches, Instalações sanitárias, Posto de Turismo, Praia vigiada, Restaurante, Bodyboard, SurfTipo de praia: Marítima

A Praia da Salgueira é uma extensa praia marítima na área urbana da Póvoa de Varzim. A Praia da Salgueira é uma praia bastante frequentada de areia branca com poucos penedos na parte central, apta para a prática de surf. A Salgueira é bastante procurada no verão, com menores enchentes durante a semana ou fora da época estival. A Praia da Salgueira é percorrida pela Avenida dos Banhos, a principal avenida balnear da Póvoa. A praia tomou o nome de um antigo lugar ali existente.



Ponte de D. Maria Pia Porto e Gaia





A Ponte de D. Maria Pia é uma infraestrutura ferroviária, que transportava a Linha do Norte sobre o Rio Douro, entre as cidades do Porto e Vila Nova de Gaia, no Norte de Portugal. Foi inaugurada em 4 de Novembro de 1877 e foi encerrada em 24 de Junho de 1991, tendo sido substituí­da pela Ponte de São João. É considerada, junto com o Viaduto de Garabit, como as maiores obras-primas executadas pelo engenheiro Gustave Eiffel.

Esta foi a primeira ligação ferroviária entre as duas margens. Foi também das primeiras obras em ferro, com projeto do famoso Engenheiro Gustave Eiffel. A sua inauguração, em 4 de Novembro de 1877, contou com a presença da Rainha D. Maria Pia e seu marido o Rei D. Luiz I. Na sua época foi uma audaciosa e criativa obra de engenharia que deslumbrou e continua a deslumbrar portugueses e estrangeiros. 



Igreja de So Francisco (Porto)





A Igreja de São Francisco é uma igreja gótica da cidade do Porto, situada na freguesia de São Nicolau em pleno Centro histórico do Porto. A construção iniciou-se no século XIV como parte de um convento Franciscano. É notável pelo seu conjunto de talha dourada barroca do século XVIII. Anexa à sua entrada frontal, situa-se a Igreja da Venerável Ordem Terceira de São Francisco.

Os frades franciscanos começaram a construir a Igreja de São Francisco em 1245. Mais tarde, teve que ser reformada depois do incêndio que destruiu o antigo claustro e parte da igreja.

O Interior tem três naves revestidas com talhas douradas, nas quaisse acredita que foram usados mais de 300 quilos de pó de ouro. Tanto é o ouro que reveste a igreja que, anos atrás, foi fechada ao culto por ser muito ostentosa para a pobreza que a rodeava.

Na nave lateral esquerda está uma das maiores atrações da igreja, a Árvore de Jessé, uma escultura de madeira policromada considerada uma das melhores do mundo em seu gênero. 

É Monumento Nacional desde 1910 e Património Cultural da Humanidade - UNESCO desde 1996.



Museu Arqueolgico da Citnia de Sanfins





O Museu Arqueológico da Citânia está instalado em Sanfins de Ferreira, na proximidade da Citânia, num edifício barroco, conhecido por Casa da Igreja ou Solar dos Brandões, que, com a antiga igreja e residência paroquial, constituem um conjunto arquitectónico de interesse histórico local.

O solar tem uma organização muito original e muito marcada pelo sítio. A casa foi feita, conforme garante inscrição, em 1722, sendo mais tarde nobilitada com pedra de armas, concedida em 1775. Desta época, é o portal nobre que fecha o pátio da casa, ameado e em estilo Rococó, onde se ostenta a grande pedra de armas.

A igreja velha de Sanfins convive e marcou o edifício anterior.Em bom aparelho granítico, foi remodelada em 1865, mas conserva espaços e restos de construção do século XVI, onde se destacam frescos quinhentistas de importância. Na sua capela-mor mantêm-se ainda cachorros que pertenceram a uma fase de construção anterior, medieval.

O museu foi fundado em 18 de Outubro de 1947, ocupando uma sala de disponibilizada pelos proprietários do solar, foi solenemente inaugurado em 14 de Janeiro de 1984, após aquisição da Câmara Municipal de Paços de Ferreira.

Projectado como centro de estudo, conservação, exposição e valorização da Citânia de Sanfins e do património arqueológico do conselho, este Museu é hoje reconhecido como uma dinâmica instituição com actividades de investigação especializada, apoio pedagógico, divulgação cientifica e intervenção cultural, que se vêm afirmando de primordial importância para o conhecimento do nosso passado comum.

Com a reformulação do Museu em 1995, apoiada financeiramente por programas comunitários, a área de exposição ocupa o edifício principal do Solar dos Brandões. A reserva e a unidade de investigação e administração estão instaladas na antiga residência paroquial, e a Igreja Velha serve de auditório e espaço para exposições temporárias. Nos anexos está instalada a casa do guarda, alojamento e outros serviços de apoio.

A exposição permanente mostra o espólio das escavações da Citânia de Sanfins e os materiais arqueológicos recolhidos na área do concelho de Paços de Ferreira, documentando inúmeros vestígios das comunidades implantadas na região desde o Neolítico.



Pao Episcopal do Porto





Parece ter sido construído no séc. XIII, embora possa assentar numa construção anterior.Em 1737 foi remodelado sendo as transformações atribuídas a Nicolau Nasoni. A fachada principal é aberta por um arco pleno ladeado por pilastras e rematada por um frontão guarnecido.

A janela central tem uma balaustrada de pedra e no frontão, que excede o entablamento, vê-se as armas do Bispo D. Rafael de Mendonça.

As fachadas laterais apresentam igualmente janelas emolduradas com aparatosos frontões. O Paço Episcopal do Porto é a antiga residência dos bispos do Porto. Situa-se adjacente à Sé do Porto e, pela sua posição elevada, domina a paisagem do centro histórico do Porto.



Parque de Serralves no Porto





O Parque de Serralves é um espaço verde, que se estende por 18 hectares e que envolve o Museu de Arte Contemporânea (Fundação de Serralves), edifí­cio projectado pelo arquitecto Siza Vieira, na cidade do Porto, em Portugal.

Ao longo do parque obras de arte de vários artistas contemporâneos estão expostas, ao lado da flora tí­pica da Região Norte de Portugal, como carvalhos, bétulas e o teixo.

O projecto para o jardim da Casa de Serralves foi encomendado pelo Conde de Vizela ao arquitecto Jacques Gréber em 1932. O parque resulta de processos de desenho de uma paisagem ao longo de mais de um século, constituindo uma unidade temporal e espacialmente complexa, incluindo vestí­gios de um jardim do século XIX, a Quinta do Mata-Sete, o jardim da Casa de Serralves, assim como a paisagem do Museu de Arte Contemporânea.

A origem do Parque de Serralves remonta a 1923 quando Carlos Alberto Cabral, 2º Conde de Vizela, herda a Quinta do Lordelo, propriedade de veraneio da família à Rua de Serralves (então nos arredores do Porto), e a sua história divide-se em três momentos: os traços do jardim de finais do século XIX da Quinta do Lordelo e a Quinta do Mata-Sete, o jardim de Jacques Gréber para a Casa de Serralves, e a paisagem do Museu de Arte Contemporânea. Provavelmente desenhado por um dos viveiristas da cidade, e inspirado nos modelos vitorianos de final de oitocentos, o jardim da Quinta do Lordelo desenvolvia-se nas traseiras da casa com canteiros de formas orgânicas enriquecidos por espécies ornamentais.  Com uma área menor do que a presente, a propriedade seria sucessivamente ampliada pelo Conde de Vizela com a aquisição de terrenos adjacentes, num processo de compras que se prolongaria até aos anos 40, atingindo os atuais 18 hectares. A Quinta do Mata-Sete, também propriedade da família e herdada pelo irmão do Conde de Vizela, é integrada nesta ampliação por permuta com propriedades urbanas. Na altura da sua inclusão era já caracterizada por estruturas edificadas – pavilhão de caça, celeiro, lagar e casa dos caseiros. 

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