Torre de Centocelas em Belmonte





A Torre de Centocelas  A Torre de Centum Cellas, situada em Colmeal da Torre, é talvez o monumento mais enigmático do Concelho, cuja funcionalidade tem dado lugar a diversas interpretações, ao longo dos anos, por diversos investigadores; templo, prisão, praetorium de um acampamento romano, mansio ou mutatio (albergaria para descanso dos viajantes), villa romana. De acordo com os estudos feitos após as escavações efetuadas na década de 90, seria uma vila romana do Século I d.C., propriedade de Lucius Caecilius e dos seus descendentes que se dedicariam à exploração agrícola e de estanho que abundava nesta Região.

A Torre compunha-se de dois andares. No local, são visíveis vestígios de outras estruturas.

Construção romana, de granito, cuja função até há cerca de uma década permanecia incógnita; eram diversas as hipóteses então formuladas: vigia, torre central de um acampamento militar, prisão, templo, estalagem.Atualmente sabe-se que se trata de um conjunto relativo a uma antiga villa romana, em cujas escavações foram dadas a conhecer estruturas de antigas construções e um número muito significativo de peças. Os elementos construtivos organizavam-se em redor da torre que constituiria o edifício central da villa.



Castelo de Monsanto concelho de Idanha-a-Nova





O Castelo de Monsanto, na Beira Baixa, localiza-se na freguesia e povoação de Monsanto, concelho de Idanha-a-Nova, distrito de Castelo Branco, em Portugal.

No topo graní­tico do monte de Monsanto, à margem direita do rio Pônsul este castelo raiano medieval domina a Aldeia Histórica, conjunto arquitectónico no qual se destacam algumas casas senhoriais brasonadas e templos, como as ruí­nas da Capela de São Miguel em estilo românico.

D. Afonso Henriques conquista Monsanto aos Mouros e em 1165 faz a sua doação à Ordem dos Templários, que sob as ordens de D. Gualdim Pais, mandou edificar o Castelo de Monsanto. O primeiro Foral foi concedido por este rei em 1174, sucessivamente confirmado por D. Sancho I (1190) e D. Afonso II (1217).A D. Sancho I se deve também a repovoação e reedificação da fortaleza, desmantelada nas lutas contra Leão, novamente reparadas um século depois, pelos Templários. 

Este monumento obedecia originalmente às mesmas linhas arquitectónicas características dos templários, nos castelos de Almourol, Idanha, Pombal, Tomar e Zêzere, seus contemporâneos. Erguido na cota de 758 metros acima do nível do mar, apresentava planta poligonal orgânica (adaptada ao terreno), com muralhas reforçadas por diversas torres quadrangulares, percorridas na sua extensão por adarves protegidos por parapeitos ameados. 

Descentrada na praça de armas, ergue-se a torre de menagem, denominada localmente como Torre da Atalaia ou Torre do Pião. 

Sabe-se muito pouco acerca das origens do castelo de Monsanto. Apesar de, durante muito tempo, se ter considerado a existência de um castro proto-histórico, posteriormente romanizado, a verdade é que, à excepção da villa de São Lourenço, no sopé do monte, nada mais apareceu que relacione esta fortaleza com um passado pré-medieval.

De resto, as informações concretas só aparecem no reinado de D. Afonso Henriques, altura em que Monsanto desfrutou de uma posição privilegiada de fronteira. Face a Leão mas, principalmente, frente aos Almóadas (MARQUES, 1995, p.33), o nosso primeiro monarca passou-lhe foral em 1174, numa altura em que o retrocesso cristão se fazia já sentir.



Castelo de Penamacor





O Castelo de Penamacor, também referido como Fortaleza de Penamacor, localiza-se na vila, freguesia e concelho de Penamacor, no distrito de Castelo Branco, proví­ncia da Beira Baixa, região do Centro (Região das Beiras) e sub-região da Beira Interior Sul, em Portugal.

Castelo templário, na linde beirã, ergue-se num cabeço rochoso entre a ribeira de Ceife e a ribeira das Taliscas, afluentes do rio Ponsul, que, por sua vez, deságua no rio Tejo.

O Castelo de Penamacor, entendido como toda área amuralhada do antigo burgo medieval, continua a exercer sobre o visitante a atracção e o fascínio que os lugares históricos proporcionam, seja por simples curiosidade, seja pela sensação aventurosa e romântica de um imaginado regresso ao passado que inspiram.

Com este guia desejamos evidenciar aqueles sinais que o tempo teima em apagar, de molde a contribuir para uma melhor percepção do que foi este espaço em tempos recuados.



Castelo de Belmonte Visita Obrigatria





O Castelo de Belmonte, na Beira Baixa, localiza-se na freguesia, vila e concelho de Belmonte, distrito de Castelo Branco, em Portugal.

Em posição dominante sobre uma elevação à margem esquerda do rio Zêzere, na região da serra da Estrela, este castelo medieval tem a sua história ligada à dos descobrimentos portugueses e à do Brasil, uma vez que os seus Alcaides pertenciam à famí­lia do navegador Pedro álvares Cabral.

A construção do Castelo data do século XIII . Em 1258 D. Afonso III autoriza D. Egas Fafe a construir uma Torre no Castelo de Belmonte, no entanto, no local onde se ergue o Castelo, haveria já um sistema defensivo, posto a descoberto com as escavações arqueológicas realizadas no monumento, cuja construção estaria relacionada com as necessidades de repovoamento e de afirmação do poder real de D. Sancho I na região.



Castelo de Idanha-a-Velha





O chamado Castelo de Idanha, também designado como Torre dos Templários, localiza-se na freguesia de Idanha-a-Velha, concelho de Idanha-a-Nova, distrito de Castelo Branco, em Portugal.

Na realidade o conjunto de defesas da antiga vila, constituí­a-se, à época medieval, por uma torre e pela antiga cerca da povoação. O conjunto encontra-se compreendido nos testemunhos da estação arqueológica de Idanha-a-Velha, uma das importantes do paí­s.

Pequena aldeia situada nas margens do rio Pônsul, Idanha-a-Velha impõe-se pela beleza e antiguidade.Fundada no século I a. C., ao tempo do Imperador Augusto, Civitas Igaedinorum tinha um papel fundamental nas vias de comunicação entre Coimbra e Mérida.

Tomada pelos Visigodos no século VI, e chamada Egitânia pelos seus novos ocupantes, o núcleo populacional tornou-se uma importante sede episcopal. Desta época data a imponente basílica, conhecida como Catedral Velha, que se elevou sobre os vestígios da igreja paleocristã erguida nos primeiros tempos do Cristianismo, bem como o Paço Episcopal.



Catedral de Idanha-a-Velha





A Catedral de Idanha-a-Velha é a antiga catedral do bispado da Egitânia, hoje na União das freguesias de Monsanto e Idanha-a-Velha, no concelho de Idanha-a-Nova.

Os vários povos que passaram por Idanha-a-Velha (a antiga Egitânia romana) deixaram diversos vestígios monumentais. Com efeito, Idanha-a-Velha foi a capital da civitas Igaeditanorum, que parece ter sido fundada por Augusto. Não tendo existido oppidae anteriores, este facto teve, provavelmente, como consequência imediata um maior investimento na área construtiva do que nas povoações onde aquelas estruturas já existiam. Estas edificações eram dirigidas pelos magistri eleitos, que governavam a sua respectiva civitas por não possuírem o ius Latii. 

Pequena aldeia situada nas margens do rio Pônsul, Idanha-a-Velha impõe-se pela beleza e antiguidade.Fundada no século I a. C., ao tempo do Imperador Augusto, Civitas Igaedinorum tinha um papel fundamental nas vias de comunicação entre Coimbra e Mérida. Tomada pelos Visigodos no século VI, e chamada Egitânia pelos seus novos ocupantes, o núcleo populacional tornou-se uma importante sede episcopal. Desta época data a imponente basílica, conhecida como Catedral Velha, que se elevou sobre os vestígios da igreja paleocristã erguida nos primeiros tempos do Cristianismo, bem como o Paço Episcopal.



Museu Francisco Tavares Proena Jnior Castelo Branco





O Museu Francisco Tavares Proença Júnior, localiza-se-se na freguesia de Castelo Branco, concelho de mesmo nome, distrito de Castelo Branco, em Portugal.

Museu Francisco Tavares Proença Júnior foi criado em 1910 pelo arqueólogo de quem recebeu o nome e assume como missão  “o estudo e a investigação, a recolha, a documentação, a conservação, a interpretação, a exposição e a divulgação do património cultural que integra o seu acervo, com especial relevo para as coleções de Arqueologia e de Têxteis, entendidas enquanto referentes identitários, fontes de investigação científica e de fruição estética".

A sua missão é também a divulgação do património local e regional não representado no acervo do Museu e considerado expressivo da identidade das comunidades da região de influência do Museu.

 Museu Francisco Tavares Proença Júnior é, sem dúvida, um excelente ponto de partida para conhecer a cidade e a região de Castelo Branco. Fundado em 1910, o museu tem por base a colecção arqueológica de Francisco Tavares Proença Júnior, à qual se somaram peças de arte antiga provenientes do recheio do Paço Episcopal e incorporações sucessivas de espólios arqueológicos, paramentaria e colchas bordadas, estas últimas procedentes da colecção Vilhena. Este é, por excelência, o local onde pode reviver as origens e a história desta cidade beirã.



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