Castelo de Sesimbra





O Castelo de Sesimbra, também referido como Castelo dos Mouros, localiza-se na vila de mesmo nome, freguesia do Castelo, concelho de Sesimbra, distrito de Setúbal, em Portugal.

O castelo medieval ergue-se em posição dominante numa falésia, sobre uma enseada que se constitui em porto natural na pení­nsula de Setúbal, entre os estuários do rio Tejo e o do rio Sado, a poucos quilômetros do cabo Espichel.

Classificado como Monumento Nacional em 16 de junho de 1910, o Castelo de Sesimbra é o último dos Castelos sobre o mar, que chegaram, bem preservados, até aos nossos dias.

No seu interior existem duas exposições permanentes sobre a sua história, centro de interpretação do património, igreja e um cemitério desativado. Disponibiliza também um circuito museológico que permite ao visitante, de forma autónoma, usufruir dos diversos pontos de interesse do imóvel. Os visitantes podem percorrer as muralhas e desfrutar de uma vista privilegiada da vila de Sesimbra e da região. A cafetaria com esplanada disponibiliza alguns produtos locais. Destaca-se na paisagem pela sua imponência.



Abul stio arqueolgico de Abul fica em Alccer do Sal





O sí­tio arqueológico de Abul fica situado na margem direita do rio Sado, na Herdade do Monte Novo de Palma, no municí­pio de Alcácer do Sal, distrito de Setúbal, a cerca de 40 quilómetros a sul de Setúbal.

Em Abul encontra-se uma feitoria fení­cia fundada em meados do século VII AC abandonada no iní­cio do século VI AC, e uma olaria romana que funcionou desde o século I DC a meados do século III DC.

No coração da Reserva Natural do Estuário do Sado ergue-se a feitoria fenícia de Abul. Escondida há mais de 2500 anos, foi descoberta por trabalhos arqueológicos em 1990.

 

Os vestígios da feitoria datam dos séculos VII e VI a. C. Além de ser o primeiro assentamento fenício conhecido em Portugal, é também um sítio único em toda a fachada atlântica europeia. Revela o clássico modelo de organização do espaço, numa planta quadrada que indica que a área teria funções comerciais e habitacionais. As estruturas de alguns armazéns, de pequenas casas e de um pátio interno podem ser facilmente observadas.



Igreja de So Joo Batista (Alcochete)





A Igreja Matriz de Alcochete ou Igreja de São João Batista é um templo cristão, localizado na freguesia e concelho de Alcochete, em Portugal.

A Igreja de São João Baptista, Matriz de Alcochete foi declarada Monumento Nacional por decreto de 16 de Junho de 1910.

O Monumento mais importante do Concelho está situada no Largo de São João em pleno centro da vila de Alcochete.

A fachada principal de empena triangular é marcada pelo volume prismático da torre sineira e pelo portal, com três arquivoltas, inserido num gablete e encimado por uma enorme rosácea.

Uma construção quatrocentista, claramente associada ao Infante D. Fernando (1433-70), pai de D. Manuel I e Mestre das ordens de Santiago, Avis e Cristo, como se pode comprovar pela presença das cruzes das ordens de Santiago e Cristo inserida e a rematar o gablete do portal principal, respetivamente.

Contudo o imóvel sofreu algumas alterações ao longo do tempo. A construção das antigas capelas de Pêro Lourenço e de Maria Lopes, dos Mascarenhas são exemplo disso e em que já foi adotado o estilo manuelino. O altar-mor sofreu obras de fundo em 1678. As intervenções de conservação e restauro efetuadas pela Direção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, na década de 40 do século XX, provocaram alterações significativas no monumento.

A sua construção data do século XV, quando a vila de Alcochete era um dos mais importantes centros da Ordem de Santiago.

Está classificado como Monumento Nacional desde 1910



Igreja de So Julio de Setbal





A Igreja de São Julião fica situada em Setúbal, na Praça de Bocage, na freguesia de Setúbal (São Julião, Nossa Senhora da Anunciada e Santa Maria da Graça).

A sua fundação remonta ao século XIII, mas foi fortemente modificada durante os séculos XVI e XVIII. Sobreviveram 2 portais do período de reconstrução Manuelino. Além da capela-mor, no interior sobressai o silhar de azulejo que narra a história de S. Julião.



Igreja de Santiago de Palmela





Localizada dentro da cerca primitiva do Castelo de Palmela, na freguesia de Palmela, a Igreja de Santiago de Palmela foi promovida em 1443 ficando terminada a 1482 com o pretexto da transferencia da ordem de Santiago para a vila de Palmela no século XV. Edifí­cio de grande monumentalidade geometrizante, insere-se, pelo seu despojamento formal, na última fase do tardo-gótico. O seu interior apresenta três naves bem como vestí­gios de decoração azulejar dos sécs. XVII e XVIII. O seu interior é de tal forma simples que a igreja de 3 naves com todas as abobadas a mesma altura não tem marcação de qualquer género nem nos arcos torais nem nos arcos divisorios que são limpos desde o apice até à base. Mesmo o perfil dos arcos é de uma simplicidade não do seu tempo, ultrapassando mesmo a da arquitectura cha, sendo feito de um modelado de chanfraduras obliquas.

Sob um arcossólio manuelino encontra-se a arca tumular de Jorge de Lancastre, último mestre da Ordem de Santiago e filho natural de D. João II.

A simplicidade desta igreja não encontra qualquer paralelo no século XV fazendo portanto parte de um conjunto de edificeos unicos que se vão fazendo desde o século XIV, que se poderiam adjectivar como experiencias de um tardogótico que vai culminar num tardogótico regionalizado que é o Manuelino.

Construída para Igreja Conventual da Ordem de Santiago, na segunda metade do século XV, este templo tem 3 naves e sofreu ao longo dos séculos diversas campanhas de obras, das quais ainda há vestígios de revestimento azulejar e de pintura mural. Ostenta uma interessante cachorrada sob o côro-alto.

No interior, encontra-se sob arcossólio de decoração manuelina a arca-ossário, em brecha da Arrábida, na qual repousam as ossadas de D. Jorge, filho ilegítimo do Rei D. João II, último Mestre da Ordem de Santiago. É também de revelar a importante colecção de tumulária existente no interior da Igreja.



Castelo de Alccer do Sal





O Castelo de Alcácer do Sal, no Alentejo, localiza-se na cidade e concelho de Alcácer do Sal, distrito de Setúbal, em Portugal.

Desde os primeiros tempos da ocupação a pesca e a exploração do sal trouxeram riqueza à região, apenas superada, em meados do século XIX, pela cultura do arroz. O castelo ergue-se em posição dominante sobre a margem esquerda (Sul) do rio Sado, integrando, atualmente, a Região de Turismo da Costa Azul portuguesa.

Erguido na mais alta colina da cidade de Alcácer do Sal, a imponente fortificação do Castelo e suas muralhas albergam hoje no seu interior diversos edifícios de interesse, nomeadamente: a Pousada D. Afonso II, a Cripta Arqueológica, a Igreja de Santa Maria do Castelo e a estação arqueológica do Fórum Romano e da área residencial. 

Com um papel determinante na vida da cidade, o seu nome deriva da palavra "Al-Kassr" que, em árabe, significa castelo. 

O espaço foi durante largos anos palco de lutas entre cristãos e muçulmanos e assistiu a momentos decisivos na história de Portugal. De construção muçulmana, é um dos poucos exemplares arquitetónicos em taipa que resistiram ao tempo e chegaram aos nossos dias. 



Castelo de Sesimbra





O Castelo de Sesimbra, também referido como Castelo dos Mouros, localiza-se na vila de mesmo nome, freguesia do Castelo, concelho de Sesimbra, distrito de Setúbal, em Portugal.

O castelo medieval ergue-se em posição dominante numa falésia, sobre uma enseada que se constitui em porto natural na pení­nsula de Setúbal, entre os estuários do rio Tejo e o do rio Sado, a poucos quilômetros do cabo Espichel.

Classificado como Monumento Nacional em 16 de junho de 1910, o Castelo de Sesimbra é o último dos Castelos sobre o mar, que chegaram, bem preservados, até aos nossos dias.

As origens do Castelo de Sesimbra remontam ao século IX, período da ocupação muçulmana do território. Em 1165 é conquistado por D. Afonso Henriques, e em 1191 é perdido para os Almóadas. A sua reconquista definitiva dá-se por iniciativa de D. Sancho I, em 1199, monarca que atribui o primeiro foral à vila de Sesimbra, então sediada no interior do monumento.

Ao longo de toda a Idade Média, e dada a sua importância estratégica na defesa das fronteiras marítimas e terrestres do reino, o Castelo é alvo de inúmeras ampliações.



Forte de So Sebastio da Caparica





O Forte de São Sebastião de Caparica também denominado como Torre de São Sebastião de Caparica, Torre Velha e Fortaleza da Torre Velha, localiza-se na vila do Monte de Caparica, freguesia da Caparica, concelho de Almada, distrito de Setúbal, em Portugal.

A Torre Velha de Caparica é um dos mais importantes exemplares da arquitectura militar renascentista no paí­s, uma vez que foi dos primeiros sistemas de artilharia integrando a defesa da barra do rio Tejo, juntamente com a Torre de Santo António de Cascais e a Torre de São Vicente de Belém.

A Torre Velha, situada na margem sul do rio Tejo, foi mandada erigir por D. João II, no lugar do antigo Forte da Caparica, construído no reinado de D. João I. A sua estrutura original, segundo as gravuras de Garcia de Resende, era composta por uma torre e um baluarte, no mesmo modelo desenvolvido alguns anos depois na Roqueta de Viana do Castelo e na Torre de Belém.   Em 1571, à semelhança do que aconteceu com diversos fortes ao longo da costa portuguesa, D. Sebastião mandou reformar a torre, ficando responsável pela obra Afonso Álvares, cujo projecto a transformou numa fortaleza de maiores dimensões.

Castelo de Santiago do Cacm





O Castelo de Santiago do Cacém, no Alentejo, localiza-se na cidade, freguesia e concelho de mesmo nome, no distrito de Setúbal, em Portugal.

Em posição dominante sobre uma modesta colina, vizinha à orla atlântica e ao porto de Sines, controlava a planí­cie vizinha. Atualmente integra a Região de Turismo da Costa Azul.



Runas romanas de Troia





As ruí­nas romanas de Troia são um monumento arqueológico situado na margem esquerda do rio Sado, na face noroeste da pení­nsula de Troia, em frente a Setúbal, no concelho de Grândola, freguesia do Carvalhal, em Portugal. As ruí­nas, que abrangem várias construções do perí­odo entre os séculos I ao VI, estão classificadas como Monumento Nacional desde 1910.

Descubra a Ilha de Ácala, como era conhecida na Roma antiga. A poucos minutos da zona central de Troia, viaje no tempo até às ruínas do maior centro industrial de salgas de peixe do Império Romano, ocupado até ao séc. VI. Perca-se pelas habitações, túmulos e pelos banhos quentes e frios.

Todos os anos são descobertos vestígios, que pode conhecer nas exposições arqueológicas, visitas guiadas e eventos temáticos. No intervalo da praia, do Troia Golf e da Troia Marina, sinta o passado de Troia e as histórias que por aqui passaram.



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