Ncleo Arqueolgico: Uma Incrvel Viagem Pela Lisboa Oculta





Uma das atrações turísticas mais incomuns de Lisboa é o extraordinário museu arqueológico situado na Rua Augusta, no bairro da Baixa da cidade. O museu foi construído em torno de escavações que revelaram os restos mortais de habitações da Idade do Ferro e tanques romanos de preservação de peixes descobertos por uma equipe de construção durante a construção de um novo banco. Arqueólogos foram chamados e à medida que o trabalho progrediu, mais artefatos foram descobertos, incluindo mosaicos romanos, uma câmara funerária cristã do século 5 e as fundações da tribo mourisca.paredes e pavimentos. Os desenvolvedores escolheram construir um site que foi ocupado por diferentes civilizações ao longo de muitos milhares de anos. De fato, cerâmica e moedas do período medieval também foram encontradas e fundações do século XVIII identificadas. Em vez de intimidar este fascinante tesouro de várias camadas , decidiu-se preservar todo o local construindo sobre e em torno dele.



Museu Nacional de Histria Natural e da Cincia Lisboa





Museu Nacional de História Natural e da Ciência/Museus da Universidade de Lisboa (MUHNAC/MULisboa)

é um organismo da Universidade de Lisboa que tem como missão promover a curiosidade e a compreensão pública sobre a natureza e a ciência, através da valorização das suas colecções e do património universitário, da investigação, da realização de exposições, conferências e outras acções de carácter cientí­fico, educativo, cultural e de lazer. O Museu inclui as secções de história e cultura material da ciência, zoologia, antropologia, mineralogia e paleontologia. O seu espólio, do foro cientí­fico-cultural, é o resultado em grande parte da investigação do próprio museu, e de diversas expedições cientí­ficas para alem das doações. É um local privilegiado para investigadores de todas as nacionalidades, que com o estudo do património cientí­fico preservado, permite o desenvolvimento de teses de licenciatura, mestrado e doutoramento.

O Museu Nacional de História Natural e da Ciência também produz ou acolhe exposições permanentes e temporárias, é ainda sede de conferências, debates, promove cursos de formação bem como um variado tipo de eventos tendo sempre como objetivo a divulgação cientí­fica, cultural e artí­stica.

O Museu conta também com uma forte vertente ligada í s Artes Plásticas, tendo durante 25 anos exposições na Sala do Veado. Actualmente, conta com exposições de arte contemporanea em outros locais das suas instalações, como por exemplo a antiga loja, atrio ou laboratórios. Já contou com artistas como, Sofia Areal, Jorge Molder, Miguel Branco, Ana Vidigal, Joana Vasconcelos, Alexandre Estrela, entre outros.



Museu do Centro Cientfico e Cultural de Macau (Museu de Macau)





A partir de 1995, data da criação do Centro Científico e Cultural de Macau, foi constituído o acervo do Museu, em parte baseado na aquisição a um macaense de uma colecção de arte chinesa. O coleccionador António Sapage era possuidor de uma das mais completas colecções de terracotas e porcelanas chinesas, conhecidas

 

O CCCM é também uma instituição de divulgação cultural. O Museu através da organização de Exposições Temporárias e de múltiplas actividades de animação, a cargo do Serviço Educativo, é a face mais pública do CCCM.O Museu procura atrair o grande público, das mais diferentes idades e formações, despertando interesse e atenção para as questões de Macau e do relacionamento Portugal-China.O Museu do CCCM é um laboratório de investigação histórica e cultural que apresenta alguns resultados e investigação do Centro Científico e Cultural sobre a história das relações luso-chinesas e a história de Macau.O Museu com recurso a modernas e dinâmicas linguagens, didácticas e interactivas, apoia-se nas mais modernas tecnologias para captar a atenção dos mais jovens e do público em geral. Visa divulgar a condição essencial de Macau enquanto ponto de encontro por excelência de Portugal e da Europa com a China. Procura, ao mesmo tempo, acentuar a importância da milenar herança da civilização chinesa.Compete ainda ao Museu a gestão, conservação e preservação das colecções museológicas, o fomento das aquisições, doações e depósitos com vista ao enriquecimento do acervo e o contributo para a dinamização científica e cultural luso-chinesa.



Museu Nacional de Arte Antiga Museu de primeira escolha em Lapa e Alcntara





Situado em um palácio do século XVII com fachada de limão, o Museu Nacional de Arte Antiga é a maior atração da Lapa. Ele apresenta uma coleção repleta de estrelas de pinturas européias e asiáticas e artes decorativas.

Fique de olho nos destaques de painéis naturais de São Vicente de Nuno Gonçalves , São Jerônimo de Dürer e Salomé assombra de Lucas Cranach , além de móveis de época como a poltrona cerimonial 1470 de King Afonso V e uma elaborada madeira laqueada, prata-dourada e bronze caixão do final do século XVI.

Outras preciosidades incluem a maravilha dourada da ostentação de Belém , uma lembrança da segunda viagem de Vasco da Gama, e telas japonesas do século XVI retratando a chegada dos namban (bárbaros do sul) - ou seja, grandes exploradores portugueses.



Museu do Azulejo





É impossível sair de Lisboa sem ser fascinado pelas exibições magistrais de azulejos da cidade ( azulejos) iluminando edifícios e ruas. Uma das tradições mais importantes de Portugal, essas belezas pintadas à mão, mais comuns em adoráveis iterações azuis e brancas, chamam a atenção do Museu Nacional do Azulejo, um convento do século XVI em um local afastado. 

Aqui, pode-se apreciar obras tão complexas como um panorama de Lisboa, abrangendo duas muralhas, que captura a cidade antes do terramoto de 1755. É uma visão rara e bem proporcionada de um passado de Lisboa que até retrata casas e actividades cotidianas como fazer compras no mercado. 

Talvez de forma mais impressionante, revela a estreita relação de Lisboa com o rio Tejo. Há também uma história em quadrinhos, em forma de banda desenhada, de sete painéis, sobre a vida do fabricante de chapéus António Joaquim Carneiro. 

Inspirada em afrescos italianos e com motivos encontrados em Pompéia, é uma instalação rica em detalhes. Talvez auxiliado pelo passado do edifício, vagando por este museu é quase uma experiência espiritual. Realmente, é uma imersão íntima no artesanato venerado de Portugal.



Elevador de Santa Justa um antigo elevador com vista para a cidade





Sobre os telhados do bairro da Baixa de Lisboa, o que parece um tanto incongruente é o estranho Elevador de Santa Justa, um elevador neo-gótico e o mais excêntrico e inovador meio de transporte público da cidade. À primeira vista, sua estrutura de ferro forjado rebitada e a pintura cinza-encouraçada conjuram imagens da Torre Eiffel em Paris e há uma conexão: o arquiteto francês Raoul Mésnier du Ponsard , um aprendiz de Gustave Eiffel, projetou o elevador, que era Inaugurado em 1901. Foi construído como um meio de ligar a Baixa ao Largo do Carmo, no Bairro Alto , uma zona moderna da cidade repleta de lojas caras, casas de Fado e pequenos restaurantes.



Museu Nacional de Arte Antiga Lisboa





O Museu Nacional de Arte Antiga é o mais importante museu de arte dos séculos XII a XIX em Portugal, ao acolher a mais relevante coleção pública de arte antiga do paí­s. As suas colecções - cerca de 40000 espécies - incluem pintura, escultura, desenho e artes decorativas europeias e, também, colecções de arte asiática (u00cdndia,China, Japão) e africana (marfins afro-portugueses) representativas das relações que se estabeleceram entre a Europa e o Oriente na sequência das viagens dos descobrimentos - iniciadas no século XV e de que Portugal foi nação pioneira.

O museu encontra-se localizado num palácio dos finais do século XVII, mandado construir por D. Francisco de Távora, primeiro conde de Alvor. O Palácio é conhecido como Palácio de Alvor-Pombal pois, em 1759, após o Processo dos Távoras, o edifí­cio foi adquirido em leilão por Paulo de Carvalho e Mendonça, irmão de Marquês de Pombal que, por morte do primeiro, passou a ser proprietário do palácio. Em 1879 o palácio foi alugado, e posteriormente adquirido, pelo estado português para nele instalar o Museu Nacional de Bellas Artes e Arqueologia, inaugurado oficialmente em 11 de Maio de 1884 .

Criado em 1884, habitando, há quase 130 anos, o Palácio Alvor e cumprindo mais de um século da atual designação, o MNAA-Museu Nacional de Arte Antiga alberga a mais relevante coleção pública portuguesa, entre pintura, escultura, ourivesaria e artes decorativas, europeias, de África e do Oriente.Composto por mais de 40 000 itens, o acervo do MNAA compreende o maior número de obras classificadas pelo Estado como “tesouros nacionais”. Engloba também, nos diversos domínios, obras de referência do património artístico mundial.Herança da História (com realce para as incorporações dos bens eclesiásticos e dos provenientes dos palácios reais), a coleção do Museu Nacional de Arte Antiga foi sendo engrandecida por generosas doações e importantes compras, ilustrando, em patamar de objetiva excelência, o que de melhor se produziu ou acumulou em Portugal, nos domínios acima enunciados, entre a Idade Média e os alvores da Contemporaneidade.Parceiro incontornável na atividade museológica internacional, ao MNAA pertence, historicamente, a dignidade de museu nacional normal: o que define a norma, as boas práticas, em acordo, uma vez mais, com os padrões internacionais, seja em matéria de conservação e de museografia, seja no âmbito do seu serviço de educação, pioneiro no País. museu de arteantiga



Casa - Museu Medeiros e Almeida





A Fundação Medeiros e Almeida, criada em 1972, com o nome do fundador, é uma instituição fundada com o objetivo de dotar o País com uma Casa-Museu que tem origem na coleção de arte de António de Medeiros e Almeida (1895-1986), figura pertencente à elite social e empresarial do século XX português.

 

Tendo reunido ao longo da vida um valioso património constituído por bens móveis e imóveis, o colecionador garantiu a sua salvaguarda fazendo uma doação ao País através da constituição de uma fundação. Um memorial escrito em dezembro de 1975 é o único documento que esclarece, pelo seu punho, o que motivou a sua escolha: “…À ideia de ainda em vida constituir uma Fundação e nela integrar as suas valiosas colecções presidiu a preocupação de evitar que, após a sua morte, se verificasse a sua dispersão e abandono, como infelizmente tem acontecido noutros casos.” Dotada de personalidade jurídica, de interesse social e de utilidade pública, a entidade fundação implica o usufruto público dos bens patrimoniais que lhe foram afetos, sendo a figura jurídica de suporte à criação de entidades museológicas a que muitos outros patronos recorreram.

 



JARDIM BOTNICO TROPICAL DE LISBOA





O Jardim Botânico Tropical situa-se em Lisboa, na zona monumental de Belém, junto ao Mosteiro dos Jerónimos. Ocupa uma área total de cerca de 7 hectares, integrando um Parque Botânico aberto ao público com 5 hectares. Com um património vegetal especializado em flora tropical, o Jardim encontra-se classificado como Monumento Nacional.

Desde 2015 que o Jardim Botânico Tropical integra a Universidade de Lisboa, sendo atualmente gerido em conjunto com o Museu de História Natural e da Ciência e o Jardim Botânico de Lisboa e desenvolvendo atividades de caráter científico, educativo, cultural e de lazer, no âmbito da preservação e valorização do património e da difusão da cultura científica sobre a ciência tropical e a história e memória da ciência e da técnica nos descobrimentos, na expansão e na colonização portuguesas.

 

nicialmente instalado nas Estufas do Conde de Farrôbo e respetivos terrenos anexos, o Jardim foi transferido em 1912 para a “Cêrca do Palácio de Belém”, onde ainda hoje se encontra.

Este Jardim, com uma forte vocação didática, foi considerado “base indispensável ao ensino” por ser “indispensável o exemplar vivo para que a demonstração seja rigorosamente scientifica e educativa, para que o alumno não fique imaginando somente como são os animaes e os vegetaes, mas tenha a noção viva da realidade”.

Desde os seus primórdios, o Jardim Colonial também foi entendido como centro de estudo e experimentação de culturas, como espaço de recolha de informação sobre a agricultura colonial, como centro promotor de relações com instituições congéneres (designadamente tendo em vista o intercâmbio de material vegetal) e como centro fundamental para a resposta a questões de índole técnica.

Nas bases para a organização dos serviços agrícolas coloniais, aprovadas e publicadas com o Decreto acima referido, estabeleceu-se ainda que a instalação do ensino agrícola tropical incluía um “laboratório” e um “museu” e que o Diretor do Jardim seria o docente da disciplina de Geografia económica e culturas coloniais.

 



Aqurio Vasco da Gama





O Aquário Vasco da Gama é um dos mais antigos do mundo. Localiza-se no Dafundo, freguesia de Cruz Quebrada - Dafundo, municí­pio de Oeiras, distrito de Lisboa, em Portugal. Trata-se de um aquário público.

Em 1898, na altura da inauguração do Aquário Vasco da Gama, o Rei Dom Carlos I realizou numa das salas uma exposição temporária com os espécimes zoológicos por ele recolhidos nas campanhas oceanográficas de 1896-1897.

Curiosamente esses mesmos espécimes regressariam anos mais tarde ao Aquário Vasco da Gama, integrando a Coleção Oceanográfica do Rei Dom Carlos I, enriquecendo de tal forma o Museu, que ainda hoje este é essencialmente conhecido pelos espécimes raros associados ao monarca oceanógrafo.

Com o passar dos anos o Museu foi reunindo outros espécimes biológicos, num conjunto que hoje se designa genericamente Colecção Aquário Vasco da Gama e que inclui sobretudo moluscos, peixes marinhos, peixes de água doce, aves aquáticas, tartarugas e mamíferos marinhos.



Museu do Fado Alfama Lisboa





O estilo musical único de Portugal é devidamente homenageado no Museu do Fado através de uma exposição permanente que traça as origens da música de fado e da guitarra portuguesa desde o século XIX. O fado significa literalmente "destino" e é uma expressão de saudade e tristeza. 

Em Lisboa, esta música pungente foi cultivada em cafés e restaurantes há mais de 150 anos, e o bairro de Alfama é considerado o berço desta combinação muito portuguesa de voz e guitarra. A Mouraria , um dos bairros mais antigos de Lisboa, também está associada ao fado, uma vez que as suas linhas tristes ecoaram pelas ruas daqui há mais de um século.



Elevador do Lavra Lisboa





O Elevador do Lavra é um funicular para transporte público coletivo, situado na Calçada do Lavra, em Lisboa. Inaugurado em 1884, é o elevador mais antigo da cidade de Lisboa; estabelece a ligação entre a rua Câmara Pestana e o Largo da Anunciada.

O Elevador do Lavra foi inaugurado em 1884 e é o funicular mais antigo de Lisboa. Conecta a rua Câmara Pestana e o Largo da Anunciada (perpendicular à Avenida da Liberdade). 



Aqueduto das guas Livres a Me dguas de Lisboa





Um dos grandes monumentos icónicos de Lisboa, o enorme aqueduto das Águas Livres começou a abastecer a capital portuguesa com água doce em 1748, canalizada a partir de uma nascente localizada a norte da cidade. A seção que abrange o vale de Alcãntara é o mais impressionante desse notável sistema de água do século XVIII e, até recentemente, estava fora dos limites do público. No entanto, agora é possível percorrer todo o comprimento do aqueduto apenas aparecendo na entrada, e a experiência é bastante edificante.



Mercado da Ribeira Mercado de primeira escolha no Cais do Sodr Time Out Market





Fazendo o comércio de frutas e vegetais frescos, peixes e flores desde 1892, este mercado de cúpula tem sido a palavra para todos desde que a Time Out transformou metade dele em uma praça de alimentação gourmet em 2014. Agora é Lisboa em um microcosmo caótico: Garrafeira Nacional vinhos, bifes do Café de São Bento, frios da Manteigaria Silva e criações de chefs de renome Michelin de Henrique Sá Pessoa.

Siga o exemplo dos moradores locais e venha para um passeio pela manhã seguido de almoço em um dos 40 quiosques. Precisa de dicas para navegar no caos? Os principais chefes de cozinha (Pessoa, Alexandre Silva, Miguel Laffan, etc.) ocupam a última fila do norte. 

Os quiosques ao longo dos lados oeste e leste têm assentos em estilo de balcão que abrem para um corredor muito menos movimentado em seus lados opostos (ótimo para jantares de solo); e alguns, como a marisqueira Marisqueira Azul, oferecem mesas ao ar livre em frente à bela Praça Dom Luís. Barracas de bar mantêm a corte no meio do mercado - prepare-se para ir à guerra por um lugar. 

Alguns restaurantes famosos, como PapAçorda , estão um pouco escondidos no primeiro andar.



Pelourinho de Lisboa





O Pelourinho de Lisboa é um pelourinho situado na freguesia de Santa Maria Maior, em Lisboa. Situa-se, mais precisamente, na Praça do Municí­pio.

Está classificado como Monumento Nacional desde 1910.

O pelourinho foi edificado posteriormente ao terramoto de 1755, com projecto de Eugénio dos Santos e Carvalho, tendo como materiais de construção o ferro, o mármore e cantaria. A sua arquitectura é de estilo revivalista. Substitui o que havia anteriormente e que havia ficado danificado com o terramoto.

A plataforma tem uma forma octogonal. A coluna é formada por 3 elementos que formam uma espiral. No topo da coluna existe uma peça metálica, que forma uma esfera armilar, da autoria de Pêro Pinheiro. Tem uma base graní­tica, de cinco degraus.

Tem aproximadamente 10 metros de altura.



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