Castelo de Castelo de Vide





O Castelo de Castelo de Vide, no Alentejo, localiza-se na freguesia de Santa Maria da Devesa, povoação e concelho de Castelo de Vide, distrito de Portalegre, em Portugal.

Em posição dominante no alto de uma colina a norte da serra de São Mamede, revestia-se de importância estratégica devido à sua proximidade com a fronteira. Devido ao esplendor da paisagem circundante, a povoação é conhecida localmente como a Sintra do Alentejo.

Feitas e desfeitas as fortificações medievais ao longo do séc. XIII, ao sabor dos interesses senhoriais que quase sempre, brigavam com os interesses da coroa e também com os da população, que preferia ter como senhor o longínquo rei, levanta-se definitivamente o castelo, por iniciativa de D. Dinis, concluindo-se já no reinado de seu filho, Afonso IV, em 1327. Foi assim que Vide passou a Castelo de Vide. O castelo situa-se no canto S das fortificações medievais, que integram o primitivo burgo, constituindo as suas muralhas o prolongamento das da cerca urbana. 



Villa Lusitano-Romana de Torre de Palma vora





A Villa Romana de Torre de Palma situa-se a cerca de 5 Km de Monforte, na herdade de Torre de Palma. Trata-se de uma vasta vila romana que de certo modo pertenceu a uma poderosa famí­lia Romana, os Basí­lios, nome é conhecido através de uma inscrição encontrada no local, construí­ram uma majestosa residência, aí­ se fixando permanentemente possivelmente desde o século II até o IV.



Museu militar de Elvas Alentejo





Fruto da reestruturação do Exército, no ano de 2006, foi extinto o Regimento de Infantaria nº 8 (última unidade militar que ocupou as instalações) e, no mesmo espaço físico, foi criado um museu que permite mostrar parte do acervo museológico e patrimonial do Exército Português.

É um dos maiores museus do País, onde o visitante pode ver, para além da monumentalidade das fortificações e muralha, dos Quartéis do Casarão, do claustro do Convento de São Domingos e da Fonte de São José, todo um conjunto de elementos de interesse: História do Serviço de Saúde do Exército; Hipomóveis e Arreios Militares no Exército; Centro de Interpretação do Património de Elvas; Viaturas do Exército.

Todas estas salas são antigas dependências das unidades militares que passaram por Elvas – a última foi o Regimento de Infantaria nº 8 – adaptadas agora a esta finalidade e que agora se procurou, dentro do possível, recuperar na sua traça original.

Inaugurado oficialmente em 29 de outubro de 2009, o Museu Militar de Elvas constitui-se como o museu de maior área de implantação de Portugal (150.000m2 de área total) e alberga as coleções militares do Exército: Arreios, Serviço de Saúde, Transmissões, Viaturas Militares do Exército, Hipomóvel, Peças de Artilharia desde os meados do século XIX. Integra também o Centro Interpretativo do Património de Elvas, além da monumentalidade das suas fortificações, dos Quarteis do Casarão e a Fonte de São José.



Convento de So Bernardo (Portalegre)





O Mosteiro de Nossa Senhora da Conceição de Monjas da Ordem de Cister, mais conhecido como Mosteiro ou Convento de São Bernardo, localiza-se na freguesia de São Lourenço, na cidade e concelho de Portalegre, distrito de mesmo nome, em Portugal.

Convento de São Bernardo da Ordem de Cister, também conhecido como Mosteiro de Nossa Senhora da Conceição, foi fundado pelo Bispo da Guarda D.Jorge de Melo em 1518.

O portal é clássico do ano de 1538. O corpo da nave e o transepto são cobertos por abóbadas de nervuras. As paredes ostentam azulejos historiados barrocos, datados de 1739.



Forte de Nossa Senhora da Graa monumento de visita obrigatria em Elvas Alentejo





O Forte de Nossa Senhora da Graça, oficialmente denominado como Forte Conde de Lippe, no Alentejo, localiza-se na freguesia da Alcáçova, a cerca de um quilómetro a norte da cidade de Elvas, concelho de mesmo nome, distrito de Portalegre, em Portugal.

Em posição dominante sobre o chamado Monte da Graça, integrava a defesa da Praça-forte de Elvas e Cidade - Quartel Fronteiriça de Elvas e as suas Fortificações - classificado desde o dia 30 de Junho de 2012 como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO.

A boa posição estratégica do local evidenciou-se durante a Guerra da Restauração, quando as tropas espanholas ocuparam o local durante o cerco à cidade de Elvas no ano de 1658 que precedeu a Batalha das Linhas de Elvas a 14 de Janeiro de 1659.

Em 2014, o Forte Nossa Senhora da Graça foi integrado num novo projeto do Ministério da Defesa Nacional, criado com o apoio do Turismo de Portugal, chamado Turismo Militar, que apresenta roteiros históricos baseados em heróis portugueses.

Devido à forte necessidade de preservação, em 2014 o Forte entrou para a lista bienal do World Monuments Watch.

 

Esplêndida e grandiosa construção da Praça de Elvas situada numa grande elevação a Norte.Exemplo notável da arquitetura militar do séc. XVIII e considerada por muitos historiadores como uma das mais poderosas fortalezas abaluartadas do mundo, o Forte da Graça ou de Lippe é ainda original pela sua conceção e implantação.

Esta elevação foi desde sempre bastante importante: ainda no séc. XV aqui se situava a pequena ermida de Santa Maria da Graça, cuja reedificação na altura se deveu à bisavó de Vasco da Gama; na Guerra da Restauração, em 1658, os espanhóis construíram aqui um reduto para atacar a cidade de Elvas.A edificação da fortificação começaria em 1763 por Wilhelm, Conde de Schaumbourg-Lippe, encarregado pelo rei D. José a reorganizar o exército português. Para dirigir as obras foi escolhido o Engenheiro Éttiene, sendo este pouco tempo depois substituído pelo Coronel Guillaume Louis Antoine de Valleré. As obras gigantescas só terminariam em 1792.



Castelo de Portalegre





O Castelo de Portalegre localiza-se na freguesia da Sé, cidade e concelho de Portalegre, Portugal.

Em posição dominante sobre a povoação, destaca-se pelo contraste entre a cor escura das suas muralhas e o branco da cal das casas em redor. Sua primitiva função era a defesa da raia alentejana, frente a Castela.

 

 



Casa - Museu Jos Rgio





A Casa Museu José Régio em Portalegre é um museu que está instalado na casa onde o viveu o escritor José Régio durante 34 anos. É um museu simultaneamente biográfico e etnográfico, pois além de escritor, Régio era um ávido coleccionador.

 

A casa onde o poeta José Régio (1901-1969) viveu enquanto foi professor em Portalegre, foi transformada em museu em 1971, por iniciativa da Câmara Municipal. Com o interior inalterado, seguindo o desejo do poeta, apresenta ao público uma rica colecção de arte sacra e popular da região, que foi reunindo ao longo da sua vida.De todas as peças merece destaque a invulgar colecção de mais de 400 imagens de Cristo Crucificado, sendo a mais antiga datada do séc. XV (estilo gótico). Podem-se ainda ver alminhas, oratórios, ex-votos e outras expressões populares religiosas, assim como peças relembrando os ofícios tradicionais como o trabalho da cortiça e do ferro forjado.



Museu Municipal de Portalegre





O Museu Municipal de Portalegre foi criado em 1918, dentro do espí­rito da República, sendo a sua colecção mais importante a de Arte Sacra.

Criado em 1901 por proposta do Dr. Severino Sant’Anna Marques, o Museu Municipal de Portalegre foi inaugurado em 1918 nas dependências da Câmara Municipal, onde ocupou uma pequena sala.

Em 1959, o Museu é transferido do Mosteiro de São Bernardo – onde se encontrava desde 1932 – para a sua atual localização, uma casa nobre do séc. XVI situada junto à Sé de Portalegre, que fora anteriormente Seminário Diocesano, Escola Normal e Escola Primária.  Nesse mesmo ano o edifício entra em obras de adaptação, tendo-se procedido á inauguração das novas instalações do Museu a 28 de Maio de 1961.

O Museu Municipal de Portalegre possui uma riquíssima coleção de Arte Sacra, – proveniente, na sua quase totalidade, de dois antigos conventos de Portalegre, Santa Clara e São Bernardo – Mobiliário, Faiança Portuguesa e outras Artes Móveis, provenientes maioritariamente de doações de particulares.



S de Portalegre





A Sé de Portalegre localiza-se na freguesia da Sé, cidade e concelho de Portalegre, no distrito de mesmo nome, em Portugal.

O bispado de Portalegre foi criado em 1550 por bula do Papa Júlio III, sendo esta uma das três novas dioceses criadas no reinado de D. João III. O primeiro prelado a ser nomeado para o cargo de bispo da nova diocese foi D. Julião de Alva, confessor da rainha D. Catarina. Nos primeiros anos a sede de bispado ficaria instalada na Igreja de Santa Maria do Castelo, uma vez que as obras da nova catedral iniciavam-se só em 1556. A

té ao final da centúria as obras de edificação iriam continuar, tendo sido o terceiro bispo da diocese, Frei Amador Arrais, doutor em Teologia e um dos humanistas do círculo do Cardeal D. Henrique, quem procedeu à colocação do pavimento do templo e à construção do paço episcopal, tendo patrocinado a pintura de grande parte dos retábulos maneiristas colocados nas capelas da igreja. A edificação foi concluída já no início do século XVII. Na centúria seguinte o edifício foi acrescentado e modificado, tendo sido edificado o claustro no ano de 1720.



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