Castelo de Lanhoso na Pvoa de Lanhoso





O Castelo de Lanhoso, também referido como Castelo da Póvoa de Lanhoso, localiza-se na freguesia de Póvoa de Lanhoso, concelho de mesmo nome, distrito de Braga, em Portugal.

O Castelo de Lanhoso é, ainda hoje a principal referência monumental e patrimonial do concelho da Póvoa de Lanhoso, assumindo-se como o elemento catalisador e congregador de toda uma comunidade com séculos de história comum.

Se a instituição do próprio concelho, por D. Dinis, em Carta de Foral datada de 25 de Setembro de 1292, está intimamente associada (entre outras razões politicamente mais estratégicas) à necessidade local de preservar e manter o Castelo de Lanhoso, designadamente passada a eficácia militar destes baluartes bélicos, e quando o controlo das vias de comunicação também tem que ser feito noutra dimensão que não puramente defensivo, não deixa de relevar a sua importância, aliás atestada por episódios e registos documentais significativos.

Embora bastante descaracterizado, é um dos mais imponentes castelos portugueses, contabilizando a expressiva marca de 100 mil visitantes entre 1996 e 2006,





Padro de D. Joo I Creixomil Guimares





O Padrão de D. João I, também referido como Padrão de Aljubarrota e Padrão de São Lázaro, localiza-se ao fundo da rua D. João I, fronteiro à Capela de São Lázaro, na freguesia de Creixomil, concelho de Guimarães, distrito de Braga, em Portugal.



Padro do Salado no Centro Histrico de Guimares





O padrão do Salado localiza-se na freguesia de Oliveira do Castelo, no Centro Histórico de Guimarães, no distrito de Braga, em Portugal. Situa-se em frente à Igreja de Nossa Senhora da Oliveira.

Passear por Guimarães é respirar cultura e aprender história. Um exemplo: você sabia que Guimarães tem um dos mais importantes centros marianos do norte de Portugal? É o Padrão Comemorativo da Batalha do Salado, também designado Padrão de Nossa Senhora da Vitória, localizado no centro histórico da cidade e procurado por verdadeiras multidões em dias de romaria e de festas. O Padrão do Salado, monumento nacional desde 1956, é um dos mais emblemáticos monumentos de Guimarães e uma das obras de maior simbolismo do Portugal medieval. Podemos afirmar que é um monumento histórico único no país, por sua forma e sua arquitetura.Localizado no Largo da Oliveira, em frente da Igreja de Nossa Senhora da Oliveira, o Padrão do Salado é um alpendre gótico, de planta quadrada e abóbada, que alberga um cruzeiro gravado dos dois lados, uma doação de Pedro Esteves, um mercador de Guimarães, residente em Lisboa, que terá adquirido esta peça na Normandia. Na cruz podemos ver, de um lado, a imagem da Virgem Maria e, do outro, Jesus Cristo. O fuste apresenta imagens de outros santos, além de inscrições que estarão conotadas com o canteiro



Igreja Matriz de So Martinho de Candoso





Igreja Matriz de São Martinho de Candoso localiza-se em São Martinho de Candoso, concelho de Guimarães, Portugal. Constitui-se em um dos 203 edifí­cios românicos que existem por todo o paí­s.

Nos arredores de Guimarães, desfrutando de uma ampla panorâmica sobre a cidade e sobre a Penha, a pequena capela de São Martinho de Candoso evoca, ainda, a antiguidade da população que serve, por entre as múltiplas transformações por que passou.Na origem, este era o templo da freguesia medieval e rural de Candoso, uma das muitas que povoavam o Entre-Douro-e-Minho nos primeiros tempos da nacionalidade.

A sua organização e volumetria gerais resultam dessa primitiva construção, com uma nave única relativamente pequena e uma capela-mor quadrangular, paredes espessas com poucas e discretas janelas-frestas a filtrar luz para o interior, e um aspecto compacto e rude da construção, onde se destaca a utilização de modilhões vincadamente românicos a suportar a cornija que antecede o telhado. Paralelamente, a existência de frestas de duplo arco de volta perfeita e do arco-triunfal, escassamente decorado com motivos geométricos, atestam a cronologia românica do edifício, erguido já numa fase tardia, muito possivelmente no decorrer do século XIII.



Torre do Cimo da Vila Barcelos





A Torre do Cimo da Vila, também referida como Torre de Barcelos, Postigo da Muralha, Torre da Porta, Torre da Porta Nova ou Torre da Cadeia, localiza-se na freguesia de Barcelos, cidade e concelho de mesmo nome, distrito de Braga, em Portugal.

Este é o elemento que subsiste do antigo sistema defensivo de Barcelos construído durante o século XV, a par de alguns troços de muralha escondidos por entre as casas do centro histórico da cidade. É uma típica torre de porta, já que era por aqui que circulava o trânsito até à abertura da Porta Nova. Foi transformada em cadeia e actualmente alberga o Centro de Artesanato



Museu de Alberto Sampaio Guimares





O Museu de Alberto Sampaio é um museu português, dependente do Instituto dos Museus e da Conservação. Encontra-se instalado nos edifí­cios anexos à Igreja de Nossa Senhora da Oliveira, formando o conjunto da antiga Colegiada de Guimarães, classificado como Monumento Nacional desde 1910 e Património Mundial da Humanidade desde 2001. Está localizado na antiga freguesia de Oliveira do Castelo, atualmente inserida na União das Freguesias de Oliveira, São Paio e São Sebastião, na cidade e concelho de Guimarães, distrito de Braga.

O Museu de Alberto Sampaio foi criado em 1928 para albergar as colecções da extinta Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira e de outras igrejas e conventos da região de Guimarães, então na posse do Estado.

Situa-se em pleno Centro Histórico, no exacto local onde, no século X, a condessa Mumadona instalou um mosteiro, à volta do qual foi surgindo o burgo vimaranense. Os espaços que ocupa pertenciam à Colegiada, e têm valor histórico e artístico: o claustro e as salas medievais que o envolvem, a antiga Casa do Priorado e a Casa do Cabido. 

Apresenta importantes colecções de escultura (arquitectural, de vulto e tumulária), cobrindo os períodos medieval e renascentista e prolongando-se até ao século XVIII. A colecção de ourivesaria é das melhores do país: destacam-se o cálice românico de D. Sancho I, a imagem de Santa Maria de Guimarães (séc. XIII), as cruzes processionais, e o magnífico retábulo gótico de prata dourada representando a Natividade, de fins do século XIV.

São também de salientar o loudel que D. João I vestiu na batalha de Aljubarrota; o fresco do século XVI figurando a Degolação de S. João Baptista; a colecção de pintura, dos séculos XVI a XVIII; a talha maneirista e barroca; os paramentos bordados; a azulejaria e a faiança.



Igreja de Santa Maria Madalena (Braga)





A Igreja de Santa Maria Madalena, também conhecida como Igreja da Falperra, é uma igreja que foi construí­da com o propósito de santuário. Situada na serra da Falperra, nos arredores da cidade de Braga, Portugal. A igreja situa-se na fronteira entre a freguesia de Nogueira e de Santa Cristina de Longos, esta já pertencente ao concelho de Guimarães. 

A Igreja de Santa Maria Madalena da Falperra é um dos mais emblemáticos edifícios do barroco-rococó e insere-se numa paisagem florestal de grande beleza. Na sua génese e desenvolvimento "podemos ver melhor do que em qualquer outro local o impressionante poder de atracção que a igreja tinha sobre as populações".(1)

Com planta dos finais do século XVII, de forma pouco comum, vai receber em meados da centúria seguinte (entre 1753 e 1756) uma fachada, com desenho atribuído a André Soares. Nela é  patente a opulência decorativa tão característrica do Norte/ Braga, que trabalha o granito com formas ondulantes e exuberantes, e foi considerada por Robert C. Smith "a mais rica de ornatos desde a época do manuelino".

A igreja foi construí­da no século XVIII, com projecto do arquitecto André Soares, por iniciativa do arcebispo D. Rodrigo de Moura Telles.

É um exemplar da arquitectura religiosa Barroca

O interior está revestido de azulejos do século XVIII do ceramista Policarpo de Oliveira Fernandes.

Em abril de 2016, a Direcção Geral do Património Cultural publicou o projecto de decisão relativo à classificação do Santuário de Santa Maria Madalena da Falperra como Monumento Nacional.



Castelo de Braga





O Castelo de Braga localizava-se na freguesia de São João do Souto, cidade e concelho de Braga, distrito de mesmo nome, em Portugal.

Cidade com mais de dois mil anos de história, importante centro administrativo - civil e religioso -, as suas defesas, atravessaram diversas fases construtivas.

A torre de menagem é o mais importante elemento remanescente do antigo castelo mandado construir por D. Dinis. Com cerca de 30 metros de altura (e um interior de três pisos), impõe-se, ainda hoje, na malha urbana da cidade, apesar da extrema proximidade de muitos edifícios posteriores. A sua construção revela um projecto claramente gótico, com ameias e matacães nos vértices, uma janela geminada no topo, bem como as pedras de armas de D. Dinis.



Ponte de Rodas Caldelas das mais importantes da historia da aldeia





A Ponte de Rodas sobre o rio Homem liga a freguesia de Caldelas, concelho de Amares a Freguesia de Ponte São Vicente, concelho de Vila Verde no distrito de Braga, em Portugal.

Monumento Nacional, de arquitetura civil pública, medieval, construído na Idade Média na freguesia de Caldelas, sob o rio Homem e faz ligação entre a freguesia de Caldelas e o concelho de Vila Verde. É constituída por tabuleiro plano sobre três arcos desiguais, com dois contrafortes com talhamar de contorno triangular e talhante de contorno rectangular. 



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