Os 8 museus que tem de visitar em Lisboa


Quem diria que estavam estes museus incríveis escondidos em Lisboa?

Lisboa tem mais de cinquenta museus à espera da sua visita. 

Coleções famosas e obras menos conhecidas, verdadeiros tesouros escondidos, fazem parte dos acervos dos museus da cidade.

Aprecie as coleções de pintura, escultura e artes decorativas, vá em busca de símbolos de uma época.

Descubra o Museu Nacional de Arte Antiga, o Museu Nacional dos Coches e a sua coleção única de coches reais, o Museu Fado, o Museu do Azulejo, os museus da Fundação Calouste Gulbenkian, entre outros. 

... O Museu da Electricidade é uma grande atracção em Lisboa ... Uma das maiores e mais raras coleccções do género no mundo, é o museu mais visitado




MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia

 

O MAAT, propriedade da Fundação EDP, é um espaço museológico que põe em comunicação a Central Tejo, um dos exemplos nacionais de arquitetura industrial da primeira metade do século XX e um novo edifício, desenhado pelo atelier de arquitetura Amanda Levete Architects e inaugurado a 5 de outubro 2016. 


O Museu pretende ser ponto de encontro, reflexão e debate de três disciplinas – arte, arquitetura e tecnologia.              
A Central Tejo começou a laborar em 1919, e forneceu energia elétrica à cidade de Lisboa durante a 1ª metade do século XX. 
A Central albergou o Museu da Eletricidade, inaugurado em 1990, encerrou em 2001 e reabriu em maio de 2006 com um conceito mais moderno de musealização. Mantendo natureza de repositório do passado foi transformado num espaço para dar a conhecer o presente e debater o futuro.


O museu apresenta exposições nacionais e internacionais de artistas, arquitetos e pensadores contemporâneos.
Além das exposições, o programa do museu inclui: Visitas Orientadas; Oficinas Criativas (famílias / crianças); Workshops (jovens / adultos); Conversas, Conferências e Performances com artistas, curadores e especialistas de diferentes áreas.

 




O MUDE, Museu do Design e da Moda abriu as portas a 22 maio de 2009.

O Museu está instalado no edifício da antiga sede do Banco Nacional Ultramarino, imóvel que sofreu sucessivas campanhas de obras, na sua maioria de remodelação e ampliação dos espaços interiores, destacando-se as realizadas entre 1951 e 1967, da autoria do Arquiteto Cristino da Silva.

A adaptação deste edifício a museu deve-se à vontade da Câmara Municipal de Lisboa de dotar a cidade de novos equipamentos culturais.

Do acervo do museu faz parte a coleção de Francisco Capelo, composta por 2.500 objetos, considerada como uma as melhores do género em todo o mundo. 

No MUDE podem ver-se trabalhos de designers como Russel Wright, Charlotte Perriand, Ettore Sottsass e Mar Newson e peças dos estilistas Pierre Balmain, Paco Rabanne, Jean Paul Gaultier, Vivienne e John Galliano.

A exposição permanente, conjuntamente com as exposições temporárias, irá criar uma dinâmica cultural para públicos diversificados.




Museu Calouste Gulbenkian - Coleção Fundador




Pertencente à Fundação Calouste Gulbenkian, o Museu foi inaugurado em 1969 e alberga a excecional coleção de arte de Calouste Sarkis Gulbenkian legada à Fundação por testamento.

A coleção compreende Arte Egípcia, Arte Greco-Romana com particular destaque para coleção de moedas gregas; a Arte Islâmica com o seu conjunto de tapetes, faianças e vidros; a Arte da China e do Japão com as coleções de cerâmica, laca, estampas,

Pintura Europeia dos séculos XV a XIX com destaque para as obras de Rogier van der Weyden, Ghirlandaio, Frans Hals, Rembrandt, Fragonard, Manet, Degas.

Nas artes ornamentais destaca-se o Mobiliário e a Ourivesaria franceses.

O núcleo consagrado a René Lalique apresenta uma notável coleção de vidros e joias, única no mundo.

Tem cafetaria e esplanada.

 

Museu Arqueológico do Carmo

 

O museu encontra-se instalado nas denominadas Ruínas do Carmo, correspondendo à antiga Igreja do Convento de Nossa Senhora do Vencimento do Monte do Carmo, fundado por D. Nuno Álvares Pereira em 1389. O antigo templo gótico ficou bastante danificado com o terramoto de 1755 mas conserva ainda estruturas e elementos primitivos (séc. XIV-XV), onde se destacam os portais virados a Ocidente e Sul, ornados com belos capitéis vegetalistas e antropomórficos.

O acervo deste museu integra peças de valor histórico, arqueológico e artístico, contemplando artefactos e obras desde a Pré-História à contemporaneidade.

As civilizações Pré e Proto-Históricas estão representadas por uma coleção de artefactos arqueológicos do Paleolítico, Neolítico, Calcolítico, Bronze Antigo e Idade do Ferro.

As civilizações Egípcia e Pré-Colombiana estão presentes através de uma coleção de cerâmicas e peças metálicas, múmias peruanas e uma múmia egípcia.

A Antiguidade Clássica faz-se representar através de obras e fragmentos do período romano com especial destaque para uma arca tumular decorada com elegantes relevos.

Da Alta Idade Média detaque para o período de domínio islâmico peninsular.

Dos séculos do Gótico têm especial relevo os exemplares de tumulária dos séculos XIV e XV onde foram sepultados membros da Casa Real.

O museu possui ainda uma excelente coleção de Pedras de Armas de grande interesse heráldico.




Museu Coleção Berardo




O Museu Coleção Berardo abriu portas a 25 de junho de 2007 no Centro de Exposições do Centro Cultural de Belém e conta com um acervo de 862 obras.

O Museu oferece ao público uma visão global da criação nas artes plásticas do século XX e início do século XXI, em especial na arte europeia e americana, e procurou traçar uma perspetiva histórica e estilística em torno de grandes conceitos como a Abstração, a Figuração, o Surrealismo, a Arte Pop, o Hiper-Realismo, a Arte Minimalista, a Arte conceptual entre outros.

A exposição permanente, conjuntamente com as exposições temporárias, irá criar uma dinâmica cultural para públicos diversificados.

A programação do Museu será orientada pela rotação dos diversos movimentos artísticos.

 

Museu de Lisboa - Casa dos Bicos




A Casa dos Bicos, onde atualmente está sedeada a Fundação Saramago, foi alvo, desde os anos 1980, de uma série de campanhas arqueológicas que puseram a descoberto um património de valor inquestionável que percorre várias épocas da história de Lisboa. Das escavações efetuadas recolherem-se e estudaram-se objetos de uso quotidiano dos séculos XVI a XVIII e descobriram-se vestígios romanos como cetárias (tanques de uma unidade fabril de preparados de peixe) assim como troços da muralha tardo-romana e da muralha medieval.

Vestígios e objetos são agora mostrados no piso térreo da Casa dos Bicos que integra, ela própria, o percurso museológico concebido para contar a história do sítio.




Museu de Marinha

 

Organizado em zonas temáticas distintas, poder-se-ão apreciar modelos de navios da Época dos Descobrimentos (séc. XVI) até à atualidade. Também digno de nota é o Pavilhão das Galeotas, onde se encontram, entre outros, um bergantim real do séc. XVIII e o hidroavião "Santa Cruz" que completou a primeira travessia aérea do Atlântico Sul em 1922.

Encontram-se igualmente patentes, modelos de galeotas reais, de embarcações tradicionais, quer fluviais quer costeiras e de navios da marinha mercante, de pesca e recreio. Instrumentos náuticos e outros objetos ligados à Marinha Portuguesa de Guerra, comércio, pesca e recreio. Pintura, escultura e arqueologia.

 

Museu do Fado




Este museu contém um riquíssimo acervo documental constituído por coleções discográficas, fotografias, filmes, cartazes, periódicos, repertórios, partituras, programas, troféus, adereços instrumentos e objetos diversos. Através de uma sucessão de ambientes recreados por meios audiovisuais, o visitante é convidado a conhecer a história do fado.

O museu possui um espaço de exposições temporárias, um centro de documentação, um auditório, uma loja temática e uma escola (cursos de Guitarra Portuguesa e de Viola de Fado, etc.).

Tem restaurante e esplanada

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