Portugal roteiro para fazer em 15 dias de Porto a Lisboa

Porto é sem dúvida umas das cidades mais encantadoras de Portugal o roteiro de Portugal de norte a sul vai poder vaijar desde o Porto ate Lisboa pelos melhores pontos Turisticos das Cidades

Dia 1: Porto

Fundação de Serralves

É uma instituição preocupada com a sensibilização artística do público promovendo conferências e exposições sobre artes plásticas modernas e contemporâneas.

Situada num espaço amplo, cerca de 18 hectares, com um amplo jardim com escadarias, lagos e flora variada, uma casa de chá, terrenos agrícolas e o edifício do Museu de Arte Contemporânea.

Estação de São Bento

A estação de caminhos-de-ferro de São Bento foi considerada pela edição online da revista norte-americana “Travel+Leisure”, como uma das “16 estações mais bonitas do mundo”.

 

A Estação é célebre pelos seus painéis de azulejos, de temática histórica. Cobrindo uma superfície de cerca de 551 metros quadrados, representam, principalmente, cenas passadas no Norte do país.

 Jardins do Palácio de Cristal

Os Jardins do Palácio de Cristal, a Quinta da Macieirinha (onde se encontram o Museu Romântico e o Solar do Vinho do Porto) e a Quinta Tait compõem este magnífico parque, a partir do qual se desfrutam deslumbrantes panorâmicas do rio Douro e do mar.

Os jardins românticos do Palácio de Cristal, projectados no século XIX, sempre foram um palco de vários eventos. É aqui que se encontra o Pavilhão Rosa Mota, a Biblioteca Municipal Almeida Garrett e Galeria do Palácio, a Concha Acústica e a Capela de Carlos Alberto.

Dia 2: Porto

Jardins do Passeio Alegre

Construído nos finais do século XIX beneficiando da participação de Emíle David no seu ajardinamento. Ladeado por uma Alameda de Palmeiras, alberga uma série de elementos arquitectónicos de grande valor: um chafariz em granito, a poente, proveniente do antigo Convento de S. Francisco; dois Obeliscos de Nasoni, oriundos da Quinta da Prelada; um pequeno ‘chalet romântico’, construído em 1874, antes do acabamento do Jardim.

Um minigolfe constitui um pólo de atracção do jardim, e no coreto realizam-se, pontualmente, concertos filarmónicos. Por fim, destacam-se os sanitários públicos, construídos em 1910, decorados com azulejos Arte Nova e loiças inglesas.

 

Igreja dos Clérigos

A igreja é facilmente reconhecida pela sua famosa torre com a qual forma um conjunto arquitectónico muito conhecido na cidade do Porto.

A Igreja dos Clérigos é um edifício barroco projectado pelo arquitecto Nicolau Nasoni. É um verdadeiro ex-libris da cidade, ponto de passagem obrigatório de todos os turistas que visitam o Porto.

Livraria Lello

A livraria foi fundada em 1869, por Ernesto Chardron. Após o seu falecimento a casa editora foi vendida à firma Lugan & Genelioux Sucessores. Em 1894 foi comprada por José Pinto de Sousa Lello em sociedade com o seu irmão, António Lello.

 

O actual edifício foi inaugurado em 1906, com a presença no dia de abertura de, entre outros, Guerra Junqueiro, José Leite de Vasconcelos e Afonso Costa. Em 2008 o jornal inglês The Guardian considerou-a a terceira mais bela do mundo.

Palácio da Bolsa

O palácio da Bolsa é considerado um dos mais belos edifícios que o Porto possui e ainda um dos mais ricos de Portugal, sendo um dos salões de visita da cidade onde se têm desenrolado os mais marcantes acontecimentos sociais, políticos e culturais ligados à vida citadina.

A sua construção foi fruto de um grande investimento e dedicação por parte dos mercadores portuenses que haviam perdido a Casa da Bolsa do Comércio e se viram obrigados a discutir os seus negócios ao ar livre, na rua dos ingleses.

Ribeira

A Ribeira é um dos locais mais antigos e típicos do Porto, também considerado pela UNESCO como Património Mundial. É talvez a zona mais pitoresca da cidade, com os barcos tradicionais no rio Douro, as casas coloridas e as vistas fantásticas para a Ponte de D. Luís.

 

A zona tem sido reconvertida nos últimos anos e é actualmente uma zona muito frequentada por turistas e local de concentração de bares e restaurantes.

Dia 3: Porto

Catedral do Porto

A Sé Catedral do Porto é o berço a partir do qual foi crescendo a cidade do Porto. Constitui um ponto de visita obrigatório devido aos seus tesouros artísticos. Construída no século XII em estilo românico, a catedral sofreu várias alterações ao longo do tempo.

A capela-mor foi construída no século XVII e caracteriza-se pelo estilo clássico onde predominam os mármores de várias cores. Uma das curiosidades ali existente é a urna com os restos mortais de São Pantaleão, o padroeiro da cidade entre os séculos 16 e 19.

Museu do Carro Eléctrico

O Museu do Carro Eléctrico do Porto abriu em 1992 e alberga uma colecção de eléctricos que em tempos circularam pela cidade do Porto, que marcaram a história dos transportes públicos na cidade. Pode também ficar a conhecer um carro puxado por animais que circulou pela primeira vez em 1872 naquela cidade.Encontra-se na antiga estação eléctrica de Massarelos e oferece serviços de educação e entretenimento, aluguer de espaços e de eléctricos e organização de eventos.

Casa Museu Guerra Junqueiro

Instalada numa antiga casa de arquitectura barroca, a casa foi criada em 1942 por Maria Isabel Guerra Junqueiro com a intenção de recriar o ambiente da casa de um poeta. Contém uma colecção de arte decorativa, nomeadamente joalharia, mobiliário, cerâmica, têxteis, armas e armaduras entre muitos outros objectos. O museu comporta espaços de exposições, salas para exposições temporárias, um café e uma loja. No jardim pode ainda conhecer as esculturas do poeta Leopoldo de Almeida.

Museu Romântico da Quinta da Macieirinha

 

No centro de Massarelos localiza-se o Museu Romântico da Quinta da Macieirinha, rodeado pelos Jardins do Palácio de Cristal. Voltado para o Rio Douro, beneficia de uma estratégica posição panorâmica. Construído nos meados do século XVIII, para habitação de recreio, o museu continua enquadrado pelo jardim, bosque e antigos terrenos agrícolas, que lhe conferem um ambiente romântico. Os seus espaços interiores pretendem reconstituir uma habitação da alta burguesia tripeira de Oitocentos.

Dia 4: Porto




Museu de Arte Contemporânea de Serralves

Projectado pelo arquitecto Siza Vieira, o Museu de Arte Contemporânea de Serralves é o primeiro projecto do género em Portugal e o maior centro cultural multidisciplinar da região norte. Único na sua simplicidade arquitectónica e na sua envolvência, é o museu pago mais visitado do país. Aqui são exibidas exposições dos mais importantes artistas nacionais e internacionais, e faz parte do circuito dos mais importantes museus de arte contemporânea.

Museu do Vinho do Porto

O Museu do Vinho do Porto encontra-se no armazém do Cais Novo, edifício construído no século XVII para servir de armazém para a Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro . O museu dedica-se ao estudo da relevância que o Vinho do Porto teve no desenvolvimento e comércio da região e da cidade. A história da cidade do Porto não pode ser dissociada do vinho que a tornou famosa mundialmente. Ao mesmo tempo que divulga as memórias da influência que o vinho teve no desenvolvimento cultural, arquitectural e crescimento social da cidade, mostra também a história dos 3 Portos: a cidade, o vinho e zona ribeirinha do Douro.

Por ultimo dia no Porto fazer um passeio de barco pelo rio Douro 




Dia 5: Aveiro

 

Igreja da Misericórdia

 

Esta igreja é um dos exemplares mais atractivos da arquitectura religiosa do distrito. Construída em finais do século XVI, este monumento exibe uma fachada tradicional com azulejos azuis e brancos, elementos renascentistas nos seus pórticos e uma maravilhosa selecção de azulejos coloridos no seu interior.

Estação de Aveiro

A Estação de Comboios de Aveiro está localizada no centro da cidade e é uma interface da Linha do Norte (a linha que liga Lisboa ao Porto). Hoje possui 2 edifícios: o novo a funcionar desde 2005 e o antigo, conhecido pela fachada decorada com azulejos policromos que retratam cenas ferroviárias, naturais e de atividades tradicionais.

 

Ria de Aveiro

A ria de Aveiro é bastante utilizada para fins turísticos, nomeadamente através dos seus barcos característicos, os moliceiros. Os passeios de barco moliceiro acontecem apenas os 4 canais urbanos da Ria de Aveiro. O Canal Central, o Canal do Cojo, o Canal das Pirâmides e o Canal de São Roque. Estes passeios têm a duração estimada de 45 minutos e permitem conhecer as principais atracções e monumentos da cidade.

Dia 6: Aveiro




COMER OVOS MOLES 

Museu de Aveiro

Situado no interior do grandioso Convento de Jesus, este museu é considerado um dos mais importantes de arte sacra do país. Expõe uma colecção de pinturas portuguesas dos séculos XVII e XVIII, meticulosos trabalhos de azulejos, peças elegantemente trabalhadas em ouro e um vasto espólio de vestuário, jóias e relíquias.

 

Convento de Jesus

Fundado no século XV, este antigo convento dominicano está fortemente associado à princesa mais influente de Aveiro – Santa Joana de Portugal. Conhecida pela sua devoção à religião que se prolongou por toda a sua vida, esta princesa entrou no convento em 1472 e aí viveu até à sua morte. Hoje, podemos visitar aquele que será o seu túmulo de mármore trabalhado, e admirar os motivos barrocos, os pórticos manuelinos, os claustros de inspiração manuelina e as capelas maneiristas que embelezam este monumento histórico.

 

Dia 7: Coimbra

 

Conimbriga

Conímbriga é um dos maiores complexos de ruínas romanas do país, que comprova que Coimbra foi habitada pela primeira vez durante os séculos VIII e IX AC.. Para além das muralhas da cidade, dos mosaicos, de modernos sistemas fluviais, dos banhos termais e de vários edifícios, foi construído no local um museu que contém o espólio de objectos encontrados durante as escavações.

Quinta das Lágrimas

Este jardim romântico serviu de palco à trágica história de amor entre D. Pedro e Inês de Castro – uma lenda que inspirou a literatura, poesia e música. Repleta de árvores e fontes antigas, com um palácio do século XIX e ruínas neogóticas, este local está envolto pela mais pura beleza. A famosa Fonte das Lágrimas, evoca simbolicamente as lágrimas e o sangue derramados por Inês de Castro quando foi tragicamente executada em 1355 por ordem do pai de D. Pedro, o rei D. Afonso IV.

 

Portugal dos Pequenitos

 

Idealizado por Bissaya Barreto e projectado pelo arquitecto Cassiano Branco, o Portugal dos Pequenitos é desde 8 de Junho de 1940, um espaço que fica no imaginário de todas as crianças que por lá passam. É uma pequena vila de casas em miniatura que retrata o quotidiano da sociedade nacional, a sua cultura e a presença portuguesa no mundo.

 

Penedo da Saudade

Situado num topo rochoso da cidade, hoje um jardim, o nome advém da tradição, segundo a qual D. Pedro ia frequentemente ao local, então conhecido por Pedra dos Ventos, chorar a perda da sua Inês.

No séc. XX, por ocasião de reuniões de cursos e outros eventos académicos, foi sendo hábito colocar ao longo dos recantos do jardim lápides com versos, particularmente no recanto do jardim denominado “sala dos cursos”. Bustos de poetas emblemáticos da cultura portuguesa, como António Nobre, Eça de Queirós e outros estão na “Sala dos Poetas”.

Dia 8: Coimbra

 Igreja de Santa Cruz

 

Este antigo mosteiro obteve o estatuto de Panteão Nacional em 2003 e abriga os túmulos dos primeiros reis de Portugal – D. Afonso Henriques e D. Sancho I. Embora fundado em 1131 pela Ordem dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, a estrutura foi totalmente renovada quatro séculos mais tarde pelo rei D. Manuel I, que alterou a arquitectura original do mosteiro para o estilo Manuelino.

 

 Parque Verde do Mondego


O parque foi inaugurado em 2004 com o intuito de aproximar o rio da cidade. O acesso é livre e a circulação automóvel é proibida. Tem mais de 400.000 metros quadrados com caminhos para passear e ciclovias, um skatepark, uma zona com areia para a prática do volley de praia e pavilhões de desporto e exposições.




Universidade de Coimbra

É a mais antiga universidade portuguesa e uma das mais antigas do mundo, tendo sido criada no século 13, um século depois da fundação de Portugal. Para além da grandiosa arquitectura de todo o complexo, a biblioteca joanina datada do século XVIII é o seu maior tesouro, (contando com mais de 250.000 obras) e irá encantá-lo com a opulência de inspiração barroca. A UC tem programas de visitas guiadas, para ficar a conhecer o espaço (saiba mais aqui http://www.uc.pt/informacaopara/visit/guia).

 Sé velha e Sé Nova

A Sé Velha é um edifício em estilo românico dos mais importantes do país. A sua construção começou quando D. Afonso Henriques se declarou rei de Portugal e escolheu Coimbra como capital do reino, no século XII.

A Sé Nova foi construída no século XVI, tendo sido o primeiro colégio jesuítico em todo o mundo. Conhecido pelo seu alto rigor de ensino, por ele passaram um vasto número de evangelizadores que espalharam a doutrina cristã nos novos mundos conquistados pelos portugueses.




Dia 9: Fatima  e Batalha

O local onde está o Santuário de Fátima, a Cova da Iria, era até 1917 um lugar desconhecido do concelho de Ourém, na freguesia de Fátima. Nesse ano, um acontecimento religioso veio mudar para sempre a sua história e importância, quando três crianças pastoras, Jacinta e seus dois primos Francisco e Lúcia, testemunharam sucessivas aparições de Nossa Senhora do Rosário. Encarado inicialmente com relutância pela Igreja mas acarinhado pelo povo, o fenómeno só em 1930 seria reconhecido pelo bispo de Leiria. A partir de então o desenvolvimento da localidade foi notório, levando a que Fátima fosse elevada a vila, em 1977, e a cidade, em 1997.

Santuário de Fátima acentuou-se durante o papado de João Paulo II, assumido devoto de Nossa Senhora de Fátima que em 1982 aí se deslocou em agradecimento por ter sobrevivido a um atentado um ano antes. Em 2000, na sua terceira visita ao local, anunciou a beatificação de Jacinta e Francisco, a quem o Vaticano atribuiu o milagre de uma cura.

Batalha á Tarde 

No arranque das obras do Mosteiro da Batalha foi construído um pequeno templo, cujos vestígios eram ainda visíveis no princípio do século XIX. Era nesta edificação, Santa Maria-a-Velha, também conhecida por Igreja Velha que se celebrava missa, dando apoio aos operários do estaleiro. Tratava-se de uma obra pobre, feita com escassos recursos.

Em traços esquemáticos conhece-se a evolução do estaleiro propriamente dito e o grau de avanço das obras. Sabe-se que ao projecto inicial corresponde a igreja, o claustro e as dependências monásticas inerentes, como a Sala do Capítulo, sacristia, refeitório e anexos. É um modelo que se assemelha ao adoptado, em termos de orgânica interna, pelo grande mosteiro alcobacense.




Dia 10: um dia na Nazare 

Típica vila de pescadores, sede de um pequeno município, com casario branco espalhado sobre encostas íngremes, e rodeada de enormes penhascos, a Nazaré é um dos preferidos destinos turísticos do País, que tem conseguido manter muitas das suas tradições.

 

Nos dias de hoje é ainda possível passear pelas ruas da Nazaré, e nomeadamente no seu aprazível paredão junto à praia, e encontrar locais albergando os típicos trajes desta vila, os pescadores vestidos com camisas de xadrez e calças pretas, e as suas mulheres com sete saiotes, muitas vezes executando as típicas tarefas piscatórias da região: a remendar as redes de pesca ou a secar o peixe sobre o areal.

No topo da Vila situa-se o Sítio, com melhor miradouro da Vila, o Miradouro do Sunerco com acesso por estrada ou pelo conhecido Elevador que executa uma agradável viagem de cerca de 110 metros. O Sítio é uma localidade muito visitada por peregrinos, com a Igreja da Nossa Senhora da Nazaré, o Hospital, o Terreiro da Romaria e o Museu Etnográfico e Arqueológico Dr. Joaquim Manso e o o Forte de S. Miguel Arcanjo, do século XVII, onde está instalado o farol.

 

O Elevador leva a um dos locais mais emblemáticos da Nazaré: a Ermida da Memória, rezando a lenda que foi aqui que Nossa Senhora, ao ser invocada pelo alcaide D. Fuas Roupinho, o salvou de se despenhar da alta falésia, ao perseguir, a cavalo, um veado, corria o ano de 1182.

 

Dia 10 Lisboa 

Vamos Vistar belem Comer os pasteis de belem, visitar o mosterio de descobrimento, torre de belem, e o padrao dos descobrimentos 

Jardins da Torre de Belém

No local deste jardim funcionou até meados do séc. XX a “Fábrica do Gás de Belém”. O reordenamento desta zona com plantação de palmeiras, símbolo das novas terras descobertas pelos navegadores portugueses, verificou-se por altura da “Exposição do Mundo Português” (1940), ficando a Torre de Belém, um dos ex-líbris de Lisboa, valorizada por um amplo espaço fronteiro ajardinado, que permite total visibilidade sobre o monumento.

Torre de Belém (Lisboa)

A construção da Torre de Belém, abaluartada, obedece a um critério racional de defesa do estuário do Tejo, implementado por D. João II, e englobado no plano mais vasto da reorganização geral das forças de terra e mar, plano esse continuado por D. Manuel I, e que viria a proporcionar os meios necessários, humanos e materiais, requeridos pela expansão promovida à escala planetária.

O projecto inicial abarcava um dispositivo integrado que compreendia, como meios fixos, a Fortaleza de Cascais, porventura atalaia e fortaleza avançada, a Torre Velha da margem sul e, em frente a esta, uma bateria, apenas fortificada, situada na zona onde mais tarde se viria a erguer a Torre de Belém.

Dia 12 Lisboa 

 Alfama e bairro alto praça do Rorrio Castelo de são jorge 

Alfama é um dos bairros mais genuínos de Lisboa, a sua arquitectura apresenta características peculiares de prédios antigos e coloridos que lhe conferem um carácter de alegria, tranquilidade e uma personalidade tipicamente lisboeta. Passear pelo bairro de Alfama é um convite para perder-se entre ruelas extremamente encantadoras. Fácil de se perder, mais fácil ainda de se encontrar!

 

Alfama é um dos bairros mais antigos de Lisboa e foi fundado pelos árabes que lhe deram o nome “Al-hama”, que significa ‘fonte de águas quentes, águas boas’. Não se vive uma experiência genuína em Lisboa sem se perder entre os becos, cantos e encantos do bairro que é considerado o coração da cidade. Ao andar pelas ruelas desordenadas e estreitas de Alfama, vai sentir-se numa pequena aldeia dentro da cidade e presenciar conversas entre vizinhos, ouvir o fado que ecoa pelas escadarias e ainda ver o Tejo numa outra dimensão

Chiado

O Chiado é, hoje em dia, um dos locais mais prestigiados de Lisboa. Situado entre o Bairro Alto e a Baixa de Lisboa, aqui se podem encontrar as mais diversas lojas de designers, ateliers, galerias de arte, museus, restaurantes, cafés típicos e modernos, livrarias, teatros e muitas manifestações artísticas e culturais.

 

O Chiado é um bairro histórico, frequentado por intelectuais modernistas e desde sempre tem estado ligado a uma Lisboa cosmopolita, com uma forte componente intelectual, liberal, modernista e também romântica.




 

Miradouro de São Pedro de Alcântara e Bairro Alto

Todos os miradouros de Lisboa são românticos, mas este é o mais romântico de todos. É um terraço ajardinado com bustos de figuras históricas, de onde se tem uma vista do castelo, da Baixa e do Tejo. Tem ainda uma fonte e esplanadas de quiosques, de onde se pode admirar toda a beleza da cidade alfacinha.

O Bairro Alto fica situado bem no centro da cidade de Lisboa. Um dos bairros mais típicos e pitorescos de Lisboa, com ruas estreitas e íngremes, ladeadas por edifícios antigos e muitos recuperados, dada a crescente procura para casas de habitação. O Bairro, como também é conhecido, é uma das zonas mais procuradas na noite lisboeta por várias gerações que aqui encontram os bares e tasquinhas, tal como as típicas casas de fado.

Miradouro de Santa Catarina

 

O miradouro de Santa Catarina, também conhecido como o Adamastor, situa-se no alto de Santa Catarina (numa rua paralela acima do elevador da Bica). A designação de Adamastor advém de aqui se encontrar uma estátua de um gigante de disforme e grandíssima estatura, rosto carregado, barba esquálida e olhos encovados, segundo a descrição d’Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões.

 

Este miradouro foi construído em 1883, tendo sofrido alterações em 2013 e apresenta-se agora num ambiente renovado, com vários bancos em mármore, que convidam à contemplação da paisagem ribeirinha do Tejo.

 

Dia 12 Lisboa 

 

Sé de Lisboa

Datada de 1147, a Sé da Lisboa é um dos seus ex-libris e também um dos símbolos da Reconquista cristã do território. A Sé foi construída quando o primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, conquistou a cidade aos mouros, em 1147. No local existia uma mesquita muçulmana.

Em termos de arquitectura, nasceu segundo o estilo românico da época, também presente na Sé de Coimbra, mas nos séculos seguintes sofreu transformações importantes em estilo gótico, em que se destaca o deambulatório, mandado construir por D. Afonso IV (1291-1357) para seu panteão familiar. No interior, merece referência a capela de Bartolomeu Joanes, capela privada de um importante burguês da Lisboa medieval, e o claustro de planta irregular, uma obra inovadora no estilo gótico português mandado construir pelo rei D. Dinis (1261-1325).

Parque Eduardo VII

Com um nome que homenageia o rei inglês Eduardo VII, que teria viajado em 1903 até Lisboa num gesto de aproximação da firme aliança entre os dois países, o Parque Eduardo VII foi construído sobre uma das colinas mais altas da cidade.

Considerado um dos parques mais extensos, entre a grande diversidade de ambientes, há um miradouro com belíssimas paisagens que nos convidam a ficar. De cima para baixo contempla-se a dimensão de um jardim verde e toda a extensão do Marquês do Pombal e da Avenida da Liberdade, sem nunca perder de vista o Tejo e a Serra da Arrábida. A variedade de paisagens são tantas que, através deste miradouro, também é possível espreitar o Castelo de São Jorge.

Largo do Carmo

O Largo do Carmo é actualmente um lugar calmo e tranquilo mas a sua história evoca outros momentos mais agitados na história de Portugal. Os edifícios pombalinos e o chafariz do séc. XVIII, a meio da praça, são os sinais da reconstrução do local, depois da destruição provocada pelo terramoto de 1755, embora o vestígio mais evidente seja as ruínas do Convento do Carmo, que acabou por não ser totalmente recuperado.




Dia 13 Lisboa e Cascais

Museu da Electricidade 

Marco arquitectónico da cidade de Lisboa e detentor de uma fachada de inegável beleza, o edifício da Central Tejo foi um verdadeiro pioneiro no seu tempo no domínio da produção de electricidade. Hoje, e passado quase um século desde a sua construção, a Central assume, de novo, aspectos inovadores e de grande protagonismo enquanto Museu da Electricidade.

Museu MAAT

ue pode fazer um museu por uma cidade? Olhando para o skyline de várias capitais internacionais que apostaram fichas na “arquitetura-estrela” a resposta pode estar mais próxima de um efeito pop à la Jeff Koons do que do impacto causado por um tranquilo aguarelista de 1900. O novo MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia

Linha de Cascais

Da parte da tarde Visitar Cascais e comer um bom Peixe 

Baía de Cascais

Praticamente todos os caminhos em Cascais vão dar à baía. É onde se encontra a sede do município e onde durante o ano se organizam inúmeros eventos.

Marina de Cascais

A Marina de Cascais é por vocação o palco de grandes Eventos Internacionais e por paixão um espaço nobre de acolhimento, lazer e conforto a todos os que por lá passam. Da inspiração e persistência recolhida desses antepassados, a Marina de Cascais assume-se como um projecto ambicioso do Século XXI, aliado do Ambiente e das Novas Tecnologias.

Dia 14 Lisboa 

 

Rua da Bica de Duarte Belo

É talvez a rua mais fotografada de Lisboa, pois é atravessada pelo emblemático Elevador da Bica. As suas escadinhas têm origem em 1597 e, tal como o resto do bairro da Bica, foi pouco afectada pelo terramoto de 1755. Hoje é conhecida pelos seus pequenos bares e pelos típicos edifícios coloridos, terminando no pitoresco Largo de Santo Antoninho.

Calçada do Duque

Esta calçada vai do Bairro Alto à Baixa, desde o Largo Trindade Coelho, onde se encontra a Igreja de São Roque, à estação do Rossio. Pelo caminho tem-se uma bela vista do castelo, e encontra-se uma variedade de restaurantes.

 Rua do Vale

As casas coloridas e cobertas de azulejos desta rua emolduram uma vista do Palácio de São Bento. Antes de lá chegar passa-se pela Igreja das Mercês e pela também pitoresca Rua do Vale.

Travessa do Paraíso

Esta pequena travessa é um autêntico postal ilustrado. As típicas casas com os seus estendais e azulejos emolduram a cúpula do Panteão Nacional.

  • Portugal roteiro para fazer em 15 dias de Porto a Lisboa

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